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Obras na ZPE em Cáceres recomeçam nesta quinta-feira

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Obras estruturais e alfandegamento deverão ser realizadas em prazo de até 15 meses

As obras na Zona de Processamento de Exportação (ZPE) de Mato Grosso, localizada em Cáceres (218 km de Cuiabá), estão sendo reiniciadas nesta quinta-feira (27.02) com a assinatura da ordem de serviço pela Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra).

O orçamento é de R$ 15,4 milhões oriundo da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), por meio do Fundo de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Grosso (Fundeic).

O governador Mauro Mendes determinou no início do mês que os trabalhos fossem retomados imediatamente. “A ZPE foi criada há mais de 30 anos e até agora muito pouco ou quase nada foi feito. Ela é em Cáceres, mas é de Mato Grosso e será importante para que possamos ter mais competitividade nas exportações do nosso Estado”, frisou Mendes em reunião em fevereiro com representantes do Conselho Nacional das ZPEs.

Para o secretário de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, a ZPE atrairá investimentos para Mato Grosso, pois tem vantagens competitivas para indústrias. “Há uma série de facilidades como isenção de alguns impostos federais e também a questão do trâmite dentro da alfândega. Por exemplo, cada operação de exportação é um processo dentro da Receita Federal. Estando dentro de uma zona alfandegada, é uma única autorização e tramita sem burocracia”, explicou.

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A empresa vencedora da licitação, Primus Incorporação e Construção Ltda, cujo contrato foi retomado com o Governo do Estado por orientação da Procuradoria Geral do Estado (PGE), terá um prazo de 15 meses para sua conclusão.

De acordo com o secretário de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira e Silva, o projeto para a retomada da ZPE teve de passar por readequações, especialmente para atender as exigências específicas da Receita Federal.

Foram feitos ajustes no projeto de pavimentação e drenagem, que passam a ter uma nova concepção. Já o projeto de estrutura foi todo reanalisado, uma vez que ele foi feito em 2013 e desde então aconteceram mudanças de normas, sendo necessárias atualizações.

A nova diretoria executiva da Administração da Zona de Processamento de Exportação (Azpec) foi eleita no dia 19 de fevereiro e está elaborando um projeto de viabilidade para a ZPE e também uma política de atração de investidores para a região. A legislação vigente estabelece que 80% do que as indústrias produzirem no local poderá ser exportado e 20% ficar no mercado interno.

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Fim do Vazio Sanitário: produtor deve ter cautela para iniciar o plantio, orienta Aprosoja

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Produtores rurais estão autorizados a plantar soja em Mato Grosso. Termina o Vazio Sanitário da Soja no Estado, após três meses de vigência. Para Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) mesmo com a liberação, produtores precisam ser cautelosos para iniciar o plantio devido as atuais condições climáticas. O período proibitivo existe há 14 anos e é uma das medidas fitossanitárias mais importantes para a prevenção e controle da ferrugem asiática na oleaginosa.

Presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), Antonio Galvan, ressalta a importância de o produtor estar atento ao iniciar o plantio, já que o Estado passa por um longo período de estiagem. Conforme as previsões do Projeto AproClima, as chuvas só devem acontecer na última semana de setembro, em Mato Grosso. Cautela é o melhor caminho, afirmou o presidente.

“Se tem uma coisa que o produtor rural tem é otimismo, mas nossa orientação se baseia na cautela, já que meteorologistas falam do período um pouco tardio das chuvas, principalmente este mês de setembro. Não coloque agora as duas culturas em risco (soja e milho), é preciso cautela e esperar a chegada das chuvas”, orientou.

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Galvan lembra que a entidade tem lutado e apoia integralmente o Vazio Sanitário da soja. “Incansavelmente temos lutado para manter esse período e o apoiamos, inclusive, livre de qualquer tipo de pesquisa que tenha soja. O defendemos desde a criação em 2006 e continuaremos lutando para que o vazio exista em sua totalidade”, reforçou.

Ferrugem Asiática – A ferrugem asiática da soja ocasiona perdas em torno de 20% ao ano, provocando a desfolha precoce da planta e impedindo a completa formação dos grãos, o que gera redução na produtividade, sendo considerada uma doença de importância econômica.

Vazio Sanitário – O Vazio Sanitário foi instituído pela Instrução Normativa conjunta nº 002/2015, entre a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e o Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea-MT).

Clima safra 20/21 – De acordo com o professor PhD em Meteorologia pela Universidade de Wisconsin (USA), Luiz Carlos Molion, as chuvas na safra 2020/2021 devem ficar dentro da média. “Produtores rurais não precisam ter pressa para o plantio da safra 2020/2021, embora as chuvas possam atrasar um pouco, pode-se esperar um volume maior de água para o início de 2021, mas no geral estará na média. Não precisa se preocupar com chuvas nessa safra”, pontuou durante palestra online promovida pela Aprosoja.

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