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Mato Grosso

Novo Comandante-Geral adjunto da PM assumiu o cargo nesta sexta-feira

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No final da manhã desta sexta-feira (11) o coronel Wesney de Castro Sodré, 45 anos, assumiu o Comando-Geral Adjunto da Polícia Militar em substituição ao também coronel Alexander Torres Maia.

Sodré, que até então ocupava o cargo de secretário-chefe da Casa Militar, tem quase 25 anos de carreira como oficial da PMMT. Entre dezenas de funções que exerceu ao longo dessa trajetória estão a de comandante da Companhia de Polícia Milita de Barra do Bugres, quando era major, e do 7º Comando Regional de Tangará da Serra, em 2016.

Agora, como “Zero 2”, ou seja, o segundo no escalão de comando da PMMT, Sodré estará à frente das principais ações e decisões da instituição militar, ao lado do novo comandante-geral, coronel Jonildo José de Assis.

Ao dar posse ao adjunto, Assis disse que sabe que a tarefa não fácil e que terão dias com situações que vão refletir diretamente nas ações policiais. Todavia, acredita em bons resultados trabalhando no fortalecimento da repressão primária, na integração com outras forças policiais e com a sociedade, no fortalecimento das atividades de inteligência e na valorização dos bons policiais.

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Assis não poupou elogios ao coronel Alexander Torres Maia. “Receba nossos agradecimentos, sabemos o quanto trabalhou comprometido com o bom funcionamento e a eficácia dos serviços da PM, tanto no campo administrativo quanto no operacional”, destacou.

Maia deixou a função de comandante-geral adjunto manifestando sentimento de gratidão pela carreira que escolheu e trilha há quase 30 anos, e pela confiança nele depositada pelo ex-comandante Marcos Vieira da Cunha na função de adjunto.

   

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Entidades debatem lei da Pesca em Mato Grosso

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Os diversos setores da pesca se reuniram no  Dia Mundial da Água, para discutir a legislação que rege a atividade da pesca no Estado, em um evento na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), em Cuiabá.

“É simbólico comemorarmos esse dia falando sobre o peixe, um ser vivo que depende da água para sobreviver. E esse dia justamente nos recorda de que não adianta discutirmos cota zero ou tamanho dos peixes, se não tivemos água de qualidade e em quantidade para garantir a sobrevivência das espécies”, destacou a secretária Executiva do Conselho Estadual de Pesca (Cepesca), Gabriela Priante.

A preocupação com qualidade do meio ambiente para garantir o estoque pesqueiro dos rios de Mato Grosso foi consenso entre os participantes da audiência pública realizada pelo deputado estadual Faissal Jorge Calil. “Queremos ouvir todos os setores interessados no assunto, mas acredito que a meta final de todos é a preservação do meio ambiente”, destacou o parlamentar.

O presidente da Federação de Pescadores de Mato Grosso, Belmiro Lopes, também usou a tribuna da Assembleia Legislativa para defender a proteção do meio ambiente. “Somos privilegiados por abrigarmos três bacias (hidrográficas), mas meio ambiente não é só peixe. O que está acontecendo com nossos rios? Não são os pescadores que estão matando os nossos peixes, são os impactos da poluição, como esgoto, dragas, lixo e agrotóxico”.

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Participantes da audiência pública aproveitaram a oportunidade para pedir que a Casa de Leis tenha atenção especial em ouvir o Cepesca antes de realizar qualquer propositura relacionada ao tema e defendeu o projeto de lei construído em conjunto no âmbito do Conselho. O órgão de decisão colegiada debateu durante dois anos uma minuta de Lei da Pesca a ser apresentada para apreciação dos parlamentares.

“Tivemos o cuidado de prever que assuntos como cota zero e medidas de peixes devem ser regulamentadas mediante resolução do Conselho, assim como já acontece com a definição do período de defeso. Isso porque o comportamento dos peixes é dinâmico e caso a comunidade científica identifique mudança nos hábitos da ictiofauna, a resolução é um instrumento jurídico mais ágil que a lei, por exemplo”, explicou Gabriela.

A bióloga e servidora da Sema reforçou que todas as decisões do órgão colegiado são tomadas prevalecendo a vontade da maioria e embasadas em estudos técnicos e científicos. A restrição da pesca do dourado entrará em discussão no Cepesca na próxima reunião, marcada para o dia 11 de abril. Na ocasião, pesquisadores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) irão apresentar dados sistematizados sobre o comportamento da espécie desde que a norma proibitiva foi estabelecida em 2012.

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Compõem o Conselho, que atua como órgão deliberativo auxiliando o Poder Executivo na propositura de políticas públicas para a pesca, dezoito entidades entre representantes das secretarias de Meio Ambiente, Turismo, Cultura, Ministério Público Estadual, UFMT, Unemat, colônias de pescadores, entidades do terceiro setor, Ibama e representantes do setor empresarial do turismo da pesca.

Fonte: GOV MT
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