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Novo Chevrolet Tracker é visto durante testes em São Paulo. Chega em 2020

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Paulo Rogério/Auto Aventura

Chevrolet Tracker roda com camuflagem pesada, mas já tem data limite para chegar às concessionárias

A próxima geração do Chevrolet Tracker já está sendo testada nos arredores da fábrica de São Caetano do Sul (SP), e o flagra cedido ao iG pelo site  Auto Aventura comprova que o projeto está em etapas avançadas. Marcado para estrear em nosso mercado durante o primeiro trimestre de 2020, o SUV contará com nova plataforma, motores turbo e internet a bordo.

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Na comparação com o Tracker atual, a nova geração apresentada na China tem 4,27 metros de comprimento (ante 4,25 m) e 2,57 m de entre-eixos (ante 2,55 m). Esses números podem mudar com a produção nacional, em São Caetano do Sul.

O Chevrolet Tracker da nova geração também poderá contar com seis airbags, controle de estabilidade e carregador de celular por indução. Abaixo do capô, as possibilidades apontam para o novo motor 1.0 turbo de 116 cv nas versões com câmbio manual, além do familiar 1.4 turbo de 153 cv para os automáticos.

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Novo SUV inédito nos planos

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Chevrolet Blazer XL: versões com 5 e 7 lugares estão confirmadas

Após o lançamento do novo Tracker, a Chevrolet do Brasil deverá avaliar se o grandalhão Blazer XL faz sentido para a América Latina – ocupando o espaço que existe acima do Equinox. O SUV que já apareceu nas patentes chinesas terá versões de 5 e 7 lugares, além do novo motor 2.0 turbo de 230 cv e transmissão automática de nove marchas.

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Além da China, sua produção também está confirmada para o México, onde a Chevrolet terá benefícios no acordo de livre-comércio entre os dois países para uma precificação ainda mais competitiva. Vale lembrar que o XL não virá para substituir o Trailblazer brasileiro. Apesar da similaridade do nome, o novo modelo terá uma pegada mais urbana – diferenciando-se do aventureiro fabricado em São José dos Campos (SP).

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Fonte: IG Carros
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Qual versão do Toyota Corolla mais perdeu valor ao longo dos anos?

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Na quinta geração nacional, o Toyota Corolla ganhou a inédita motorização híbrida flex – a que mais perderá valor no futuro

Com quase três décadas de mercado, o Toyota Corolla é um dos queridinhos dos brasileiros. O sedã chegou ao Brasil em 1991, importado do Japão na mesma versão que era direcionada aos Estados Unidos. Com o sucesso nas vendas, a marca optou por iniciar sua produção nacional em 1998, no Complexo Industrial de Indaiatuba (SP) – que chegou no mercado como modelo 1999.

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A disputa com o principal rival, o Civic, durou até 2009, quando o Toyota Corolla ultrapassou o sedã da Honda para nunca mais deixar a liderança. Já são vinte anos como veículo nacional, e dez de liderança absoluta. A KBB, plataforma de análise e precificação de automóveis, publicou um levantamento mostrando quais versões do Corolla desvalorizam mais, e quais perdem menos valor – considerando apenas os modelos nacionais.

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De acordo com a KBB, a versão que menos perde valor é a GLi 1.8 CVT da geração que acaba de sair de linha, em agosto (2014 – 2019). O modelo conta com 144 cv de potência a 6.000 rpm e 18,6 kgfm a 4.800 rpm, com câmbio do tipo CVT capaz de simular sete velocidades. Seu porta-malas tem capacidade para 470 litros. Confira abaixo a lista dos modelos do Corolla que menos perdem valor.

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Quinta geração do Toyota Corolla é valorizada no mercado de seminovos, com depreciação de apenas -4,89%

5 – G3 (2009 – 2005) – GLi 1.8 automático – -7,26%
4 – G2 (2003 – 2008) – SEG 1.8 automático – -7,14%
3 – G2 (2003 – 2008) – XLi 1.6 automático – -6,22%
2 – G3 (2009 – 2015) – XLi 1.8 automático – -6,04%
1 – G4 (2015 – 2019) – GLi 1.8 CVT – -4,89%

O que mais deprecia

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O primeiro Toyota Corolla nacional é o que mais perde valor no mercado de carros usados

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O levantamento também aponta que o Corolla SEG da primeira geração (1999 – 2003), com motor 1.8 e câmbio automático, é o que mais perde valor desde a nacionalização. Para refrescar a memória, o modelo tinha 136 cv de potência e 17,5 kgfm de torque, com a transmissão automática de apenas quatro marchas. Para sua época e tamanho, o porta-malas de 437 litros era bem expressivo. Confira abaixo a lista dos modelos que mais perdem valor.

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5 – G3 (2009 a 2014) -Altis 2.0 automático – 7,69%
4 – G1 (1999 a 2002) – XLi 1.8 automático – -8,51%
3 – G1 (1999 – 2002) – XEi 1.8 automático – -8,36%
2 – G4 (2015 – 2019) – XEi 2.0 automático – -9,02%
1 – G1 (1999 – 2002) – SEG 1.8 automático – -10,19%

Fonte: IG Carros
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