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Novak Djokovic, o maior tenista de todos os tempos

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Novak Djokovic vence seu 5º Winbledon arrow-options
DIVULGAÇÃO/WIMBLEDON

Novak Djokovic vence seu 16º Grand Slam

               Novak Djokovic, após o triunfo de ontem, na final de Wimbledon contra o suíço Roger Federer, para mim, se tornou o maior tenista de todos os tempos. Mas, antes de eu argumentar, preciso dizer duas coisas: primeiro, sou fã incondicional de Roger Federer e segundo, reconheço tudo o que o espanhol Rafael Nadal faz e representa para o esporte.

Roger Federer, 100+

               Antes de Novak Djokovic , apareceu Rafael Nadal, que nunca foi meu favorito, mas disse lá no começo da carreira dele, em um papo informal, que ele seria (naquele momento) o único capaz de ganhar do então Nº 1 Roger Federer. Muita gente me contestou, disseram que eu estava maluco e o tempo provou, como sempre, por ser “o senhor da razão”, que minha avaliação fazia todo o sentido.

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Reprodução / ATP

Rafael Nadal


Rafael Nadal e Roger Federer

               Primeiro porque Rafael Nadal tem uma coisa em seu jogo que nenhum tenista gosta de enfrentar, principalmente Roger Federer , que é a raça absoluta e que jamais, em hipótese alguma, há bola perdida, o espanhol não dá “ponto de graça”, para ganha o ponto contra ele, você precisa ganhar de fato o ponto, porque se você optar por jogar no erro dele, mesmo quando ele não está num bom dia, você tem muita chance de perder.

               Quando Novak Djokovic apareceu, havia também o escocês Andy Murray na parada, outro fora de série que foi o que mais se aproximou dos dois primeiros. No momento que Djokovic aparece, poucos davam a ele o crédito que já fazia por merecer, o sérvio chegou no circuito de uma forma interessante e provava que chegou nesse grupo seleto, para nunca mais sair.

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Reprodução / US Open

Roger Federer


               Mas Novak Djokovic sempre foi o “patinho feio” da turma, ainda o é. Ele brincava de imitar todo mundo no começo, talvez de forma natural, por ser seu jeito meio pateta (no bom sentido), mas não convenceu em nenhum momento que tudo era natural, que aquele era o “Nole” de verdade. Sempre deixou indícios de uma “forçada de barra” no ar. Ele sabe que o público prefere Federer e Nadal .

Amigos para sempre?

               No início, todos eram amigos, ou pelo menos faziam a gente acreditar que eram, mas o tempo passou e se sabe que os laços do suíço com o espanhol são mais estreitos e que o sérvio não faz muito parte desse clube. Recentemente questões políticas relativas à ATP mexeram com os ânimos de todos e Federer e Nadal se chatearam com Djokovic, como se não bastasse toda a rivalidade do trio e entre o trio.

               Claro que o tênis por ser jogado individualmente (exceto obviamente nas duplas), traz mais competitividade e rivalidade nas disputas. Sou eu contra você, quero ganhar de você independentemente de ser seu amigo ou não. É 1 contra 1, mas no caso de Djokovic, sempre foi ele “contra a rapa”, porque sempre e até depois da carreira acabar, ele vai ter que provar que é o melhor de todos os tempos.

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               Agora vem a minha argumentação: como eu não posso considerar um jogador o melhor de todos os tempos, se ele regularmente tem triunfos sobre os outros dois que são considerados os melhores de todos os tempos? Para mim, ele é sim o melhor e vai bater o recorde de Grand Slams vencidos, ora mais por Roger Federer , ora mais por Rafael Nadal . E o jogo de ontem, para mim, foi o divisor de águas para que eu cravasse essa opinião.

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Divulgação/AO

Novak Djokovic


               Vamos aos números: Roger Federer tem 20 Slams, Rafael Nadal 18 (sendo 12 em Roland Garros, onde reina absoluto e reinará por muitos anos mesmo depois de parar de jogar) e Novak Djokovic tem 16 após a conquista de ontem. Se aproxima muito rápido de Federer e Nadal, com uma velocidade e constância, capazes de fazê-lo ultrapassá-los em questão de 2 anos.

               Roger Federer, repito, o meu preferido e maior da história até aqui, vai fazer 38 anos em agosto próximo, Rafael Nadal já fez 33 anos e Novak Djokovic tem 32. O sérvio leva vantagem nesse quesito e chegou aos 16 Slams em menos tempo de vida na comparação com Federer e Nadal. Na questão de jogo e estilo, vejo Djokovic como um mix perfeito do suíço e do espanhol: técnico e clássico, raçudo e físico, uma força mental impressionante e a melhor devolução da história são as armas dele.

No futuro

               Numa previsão do futuro, imagino sem muito esforço que Novak Djokovic , em relação à Roger Federer, por exemplo, em 5 anos consiga ultrapassá-lo na conquista de Slams, são 20 torneios para ele disputar (após a aposentadoria do suíço, isso claro, imaginando que Nole jogue e se aposente de forma idêntica a Federer).

Nadal, simplesmente, Nadal

               Em relação a Nadal, pode haver mais disputa por terem 1 ano de diferença e também pela maior rivalidade, mas Nadal teve na carreira mais problemas físicos em relação a Djokovic e pode abreviar sua carreira em relação a Federer, por exemplo.

Nos números

               No confronto-direto, o chamado head-to-head, Novak Djokovic leva vantagem sobre os dois: em finais 15×12 contra Rafael Nadal, sendo 4×4 em finais de Slams e no geral, 28×26 para o sérvio, contra o suíço Roger Federer , são 14×06 em finais, sendo 4×1 em finais de Slams e 26×22 no geral. Para mim, números incontestáveis de superioridade absoluta. Se ele venceu mais os dois gênios do tênis, o que ele é então?

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               Após a vitória de ontem, que tirou de Federer o 21º Slam, fica claro para mim, que pode ter sido a última ou uma das últimas finais disputadas pelo suíço, acredito que ele se aposente na próxima temporada após os Jogos Olímpicos de Tóquio no Japão, mesmo porque, a ele falta uma medalha de ouro olímpica no individual, já que ele venceu em duplas jogando com Stan Wawrinka em Pequim 2008 e foi prata contra Andy Murray em Londres 2012.

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Reprodução/Twitter

Novak Djokovic


               Quantos Slams mais Roger Federer pode vencer? Difícil prever, mas não imagino que sejam muitos, mesmo ele se cuidando demais, não acredito que levante muitos troféus nessa reta final. Quanto a Rafael Nadal, esse sim pode atrapalhar as conquistas de Novak Djokovic, especialmente, é claro, no saibro de Roland Garros onde o espanhol é o verdadeiro e único rei na história do tênis.

               Vamos refletir agora: se contarmos os 3, Federer, Nadal e Djoko, eles somam 54 Grand Slams, contando de 2003 para cá, ano em que Federer levantou o 1º Slam, são 17 anos e 67 torneios disputados (não contando, claro, o US Open de 2019 que vai ser disputado), eles arremataram 54! 80,5% dos Grand Slams disputados nesse período foram vencidos pelos 3.

               Os outros tenistas que conseguiram levantar Slams nesse período: Andre Agassi, Marat Safin e Stan Wawrinka no Australian Open com 1 título cada; Juan Carlos Ferrero, Gaston Gaudio e Stan Wawrinka em Roland Garros com 1 título cada; Andy Murray 2 vezes em Wimbledon e; no US Open, Andy Roddick, Juan Martín del Potro Andy Murray, Marin Cilic e Stan Wawrinka venceram 1 cada.

Na grana

               Em relação aos títulos até hoje, Roger Federer tem 102, Rafael Nadal soma 82 e Novak Djokovic 75. Em premiação, o sérvio leva vantagem: 134 milhões de Dólares, Federer ganhou pouco mais de US$ 126 milhões e o espanhol 110 milhões das verdinhas.

VAR

               É uma Era do tênis dominada amplamente por esses 3 nomes: Roger Federer , Rafael Nadal e Novak Djokovic . A nova geração já chegou e ainda está chegando, mas sinceramente, não vejo uma nova Era com domínio absoluto de 1, 2 ou 3 tenistas como está acontecendo nos últimos 17 anos.

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Divulgação/Wimbledon/Thomas Lovelock/AELTC

Novak Djokovic


               O garoto que começou a jogar tênis, na quadra em frente ao comércio do pai dele em Belgrado, apenas para ter alguma atividade física para fazer, já que não deixava o pai em paz para trabalhar, para mim, já é o maior da história, mesmo eu sendo fã incondicional de Roger Federer e respeitar imensamente o espanhol Rafael Nadal.

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              E comente: Para você, quem é o maior jogador de todos os tempos: Roger Federer, Rafael Nadal ou Novak Djokovic ?

Fonte: IG Esportes
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Goiás, com um a menos e de virada, bate o Internacional no Serra Dourada

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por

Lance

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reprodução / Twitter

Goiás x Internacional – Campeonato Brasileiro

Se o panorama do primeiro tempo com expulsão no time adversário e a abertura do marcador davam a entender que vinha pela frente uma tranquila vitória do Internacional sobre o Goiás no Serra Dourada, a etapa complementar transformou o panorama da partida e quem parecia condenado no jogo virou o placar para um heroico 2 a 1.

Com o resultado, o  Goiás foi para a 11ª posição com 21 pontos ganhos enquanto o Internacional segue com 24 unidades e em sétimo lugar do Campeonato Brasileiro.

GOL COLORADO E PREJUÍZO DOBRADO

Em partida que estava bastante corrida e com busca de alternativas para os dois lados, aos 11 minutos Wellington Silva achou uma bola muito bem enfiada visando a infiltração de Guilherme Parede que, de frente com Tadeu, chutou de perna esquerda no meio das pernas do arqueiro goiano. 

Depois do gol, a arbitragem analisou o lance desde sua origem com o uso do Árbitro de Vídeo e, além de confirmar o tento, ainda viu lance de falta onde Léo Sena acabou pisando com a ponta do pé na mão de Rithely e decidiu dar cartão vermelho para o atleta do Goiás.

MUDANÇAS FORÇADAS

Com o panorama modificado tanto pelo gol como pela expulsão de Léo Sena, Ney Franco decidiu fazer a transição de estilo de jogo com a saída do centroavante Rafael Moura para a entrada de Leandro Barcia, prevendo maior dificuldade em conseguir prender a bola no sistema ofensivo e apostar mais nos lances de velocidade.

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Por sua vez, o Inter teve Natanael caindo no gramado acusando dores musculares aos 23 minutos e Odair colocou o nome que tinha à disposição para o lado esquerdo, o jovem Erik. 

LOMBA, NO REFLEXO

A vantagem no marcador e o domínio da posse de bola faziam com que o time visitante tivesse mais interesse em administrar a partida tirando a velocidade do confronto e evitando momentos de reação do Esmeraldino. 

Mesmo assim, aos 36, os anfitriões acharam espaço para Michael, na pura habilidade, driblasse três marcadores e só parasse em uma defesa precisa de Marcelo Lomba em chute rasteiro.

QUASE O SEGUNDO!

Logo aos dois minutos do tempo complementar, em grande jogada pelo lado direito de ataque do Inter, Guilherme Parede quase conseguiu retribuir a assistência de Wellington Silva e cruzou na medida para o camisa 11, mas o atacante não conseguiu concluir de maneira equilibrada e ela subiu por sobre o travessão da meta defendida por Tadeu.

MELHOROU E MERECEU

Com pouco mais de 30% de posse de bola na etapa inicial e após tomar o um susto logo na volta da partida, o time da casa começou a se soltar mais para o campo de ataque, elevando sua atuação na partida e as chances de chegar a igualdade.

O Inter até conseguiu uma oportunidade interessante nesse período em cobrança de falta que deu trabalho a Tadeu. Todavia, aos 25, a extrema habilidade de Michael, que já havia aparecido bem na etapa inicial, surgiu bem novamente com o camisa 11. Dessa vez, de maneira letal. Partindo pra cima da marcação, o atacante saiu muito bem da marcação após dois dribles desconcertantes já na grande área do Internacional e bateu no extremo canto esquerdo de Lomba para deixar tudo igual.

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SALVA, TADEU!

Tomar o gol acabou fazendo com que o time gaúcho se sentisse praticamente na obrigação de ser mais ofensivo e passasse, nesse momento, a ser bem mais intenso do que havia conseguido em praticamente todo o confronto mesmo tendo um homem a mais em campo. Foi aí que o goleiro Tadeu apareceu com destaque fundamental para garantir o precioso ponto.

Em cruzamento rasteiro, Parede recebeu com liberdade na marca do pênalti e tocou de letra para defesa providencial de Tadeu. Dois minutos depois, Nico López fez incrível lance individual ao chapelar Yago Felipe e bater para uma intervenção magistral do arqueiro Esmeraldino.

O GOLAÇO DA VIRADA

Já no último minuto do confronto, após falta do zagueiro Klaus em Leandro Barcia, ficou sob o encargo de Rafael Vaz a responsabilidade de fazer o tento da virada. E o zagueiro bateu com uma cobrança excelente, no ângulo direito de Marcelo Lomba, e concretizou o resultado positivo do Goiás .

Fonte: IG Esportes
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