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Nova “Malhação” terá vida universitária e diálogo sobre contraste social

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Começou há algum tempo em Duque de Caxias, município da Baixada Fluminense, e em Ipanema, na Zona Sul Carioca, as gravações de “Malhação: Toda Forma de Amar”, próxima temporada da série da
Rede Globo
. A equipe iniciou as filmagens no final de fevereiro com takes em externos nos dois locais onde a trama é ambientada.

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Divulgação/TV Globo

“Malhação” nova temporada falará sobre as diferentes maneiras de amar

Criada por Emanuel Jacobina,  “ Malhação : Toda Forma de Amar” parte de uma revelação que muda os rumos da vida de Rita ( Alanis Guillen ). Na missa de sétimo dia da morte de seu pai, ela descobre que ele sequestrou sua filha, que ela acreditava ter morrido logo após o parto, e a levou para o Rio de Janeiro.

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Disposta a procurar pela bebê, que neste momento já tem mais de um ano de vida, Rita deixa sua cidade natal, Queimados, e se muda para Duque de Caxias, onde é acolhida pela amiga de sua falecida mãe, Carla (Mariana Santos), e seus dois filhos, Raíssa (Dora de Assis) e Thiago (Danilo Maia).

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Apoiada pela família de Carla, Rita sai em busca de pistas sobre a filha e recebe a informação de que ela está sendo criada na Zona Sul carioca pelo casal Lígia (Paloma Duarte) e Joaquim (Joaquim Lopes), que adotaram a bebê e a cercaram de amor



Divulgação / TV Globo

“Malhação” nova temporada falará sobre as diferentes maneiras de amar

As dificuldades começam quando Rita têm de provar à Justiça que pode ser uma boa mãe para a criança. Essa busca vai expor os dois lados de uma guerra sem vencedores, afinal, a família adotiva também passa a sofrer com a situação.

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Com previsão de estreia para abril na Rede Globo , ” Malhação – Toda Forma de Amar” terá uma trama baseada na convivência entre jovens de realidades tão diferentes quanto a Baixada Fluminense e Ipanema, com alguns deles já cursando a faculdade. Estão no elenco Julio Machado, Alanis Guillen, Gabriella Mustafá, Roberto Bomtempo, Karine Teles, John Buckley, Tato Gabus Mendes, Olívia Araújo, entre outros.

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Fonte: IG Delas
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Animação para adultos, “Love, Death & Robots” radicaliza conceito seriado

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Revolucionária na forma, é uma animação para adultos antológica, e na estética, os 18 episódios têm entre 5 e 18 minutos, “Love, Death & Robots” é forte candidata a série do ano. Criada por David Fincher, que já colaborara com a Netflix nas séries “House of Cards” e “Mindhunters”, e Tim Miller, o diretor do primeiro “Deadpool”, a produção é um deleite visual e empolgante tematicamente.

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Cenas de Love, Death and Robots
Divulgação

Cenas de Love, Death and Robots

Todos os episódios dessa primeira temporada de “Love Death & Robots” , como entrega o nome, tratam de amor, morte e robôs. Uma comparação válida, ainda que pobre, é com “Black Mirror”, já que muitos dos episódios são chapados, lisérgicos e provocam surtos existenciais e reflexivos.

Há outros em que a viagem filosófica vai além da pertinência contemporânea. É o caso de “Zima Blue”, que flagra uma artista animatrônico – uma espécie de inteligência artificial que revolucionou o mundo das artes – que prepara o seu último grande trabalho. Trata-se de uma avaliação sobre o sentido da vida de tirar o fôlego, ainda que o episódio seja de dez minutos e fundamentalmente narrado em 1ª pessoa. É para se pensar em Kubrick!

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Há, ainda, a sátira política “When the Yogurt Took Over”, que mostra como fica o mundo depois que o Yogurt desenvolve inteligência e sana a dívida pública. Já em “Alternate Histories”, um computador imagina realidades alternativas a partir de seis tipos de mortes diferentes para Hitler. É impagável!

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Montagem com cenas dos episódios de Love, Death and Robots
Divulgação

Montagem com cenas dos episódios de Love, Death and Robots

Todos os episódios são dirigidos por diretores diferentes e de diversos cantos do globo, sempre com a supervisão de Tim Miller . A produção radicaliza a maneira de contar histórias seriadas e o faz com indefectível assombro estético.

Há a ficção científica casca-grossa como “Beyond the Aquila Rift”, que tem uma das melhores cenas de sexo da história da animação, e o inusitado drama de ação em que lobisomens são instrumentalizados pelos militares em “Shape-Shifters”.

Todos esses são episódios ressonantes, mas há aqueles que visam o mero entretenimento, ainda que com boas piadas, tramas ou personagens como no tenro “Three Robots”, sobre três robôs em excursão por uma Terra pós-desastre nuclear, ou no esperto “The Dumb”, sobre um sujeito que mora no lixão e recebe a visita da Prefeitura.

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O estilo da animação varia do mais rudimentar 2D ao mais avançado CGI, com direito a Performance Capture.

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“Love, Death & Robots” é um triunfo da Netflix por todos os ângulos que se observe. É uma produção criativamente voraz (a pulga não vai sair da sua cabeça após assistir ao 3º episódio denominado “The Witness”), sutil, elétrica, inteligente, divertida e essencialmente humana em suas divagações.


Love, Death and Robots
Divulgação

Love, Death and Robots

Fonte: IG Delas
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