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Nova edição! Livro “Poder Extrafísico” aborda espiritualidade e equilíbrio

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Espiritualidade e equilíbrio estão presentes na nova obra dos autores Patrícia Cândido e Bruno Gimenes, que lançam uma nova edição ampliada do best-seller “Poder Extrafísico”. O livro revela o segredo dos antigos iniciados para acabar com a fadiga emocional, blindar a aura do leitor de pessoas negativas, além de ensinar a limpar a energia da casa e de autoconhecimento para entender o porquê de algumas coisas do dia a dia. 

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Livro
Divulgação/Reprodução/Youtube

Livro “Poder Extrafísico” fala sobre espiritualidade e o equilíbrio das pessoas por meio do “chi”

Em entrevista, os autores do livro
contaram que as inspirações para escrever sobre energias positivas, limpezas de corpo e de ambiente vieram na análise dos pacientes que atendem em seus consultórios, observando que os motivos causam o desgaste energético, que desencadeia stress, preocupação, desânimo, falta de vitalidade e dores físicas são sempre os mesmos.

Tanto para os róprios consultantes e para escrever o livro, os autores utilizamos os conceitos da Bioenergia, Psicossomática, Ayurveda, Medicina Tradicional Chinesa, Medicina tradicional Tibetana, Fitoenergética, Cromoterapia, Cristais e outras técnicas de terapias naturais.

Energias negativas e autoconhecimento 


Livro
Divulgação

Livro “Poder Extrafísico”

De acordo com os autores, “Poder Extrafísico” ajuda o leitor a desenvolver diversas técnicas de autodefesa psíquica e energética capazes de repelir a energia negativa direcionada pelas outras pessoas, entre elas o adensamento de ki ou ch’i. 

“Todos nós temos o costume de dar mais atenção para o corpo físico, porque ele é visível e é nele que se processa a dor, então é comum que o nosso foco esteja centrado nele. Tomamos banho, escovamos os dentes, penteamos o cabelo, mas normalmente esquecemos de que o o corpo emocional, mental e espiritual embora sejam etéricos, precisam dos mesmos cuidados”, respondem os autores sobre como o utoconhecimento pode ajudar a entender que tem coisas no dia a dia que podem ser mudadas e melhoradas.

“Todos nós podemos mudar e as dicas presentes no Poder Extrafísico invertem a nossa ótica para um verdadeiro mundo paralelo de mais amor, tolerância, tranquilidade e compreensão diferente da vida. Quando vemos a vida como um grande aprendizado, não precisamos de muito para sermos felizes”, completam sobre como a obra pode ajudar a mudar certos comportamentos. 

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Netflix anuncia programação natalina



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“Crônicas de Natal”, nova atração da Netflix para o mês de novembro

Do produtor Chris Columbus (“Esqueceram de Mim”, “Harry Potter e a Pedra Filosofal”) e do diretor Clay Kaytis (“Angry Birds – O Filme”), ” Crônicas de Natal
” conta a história dos irmãos Kate (Darby Camp) e Teddy Pierce (Judah Lewis) que estão determinados a flagrar o Papai Noel (Kurt Russell) com uma câmera na noite de Natal. A aventura segue com os jovens ajudando o bom velinho e seus elfos a salvar a noite mágica. 

Para o diretor, Kurt Russel (“Guardiões das Galáxias Vol. 2”), o ator soube “dar vida à uma versão carrancuda, carismática e hilária do Papai Noel”.

“Desde nossa primeira reunião ele se dedicou totalmente ao personagem – e cultivou uma barba impressionante durante o processo. É um sonho se tornando realidade trabalhar com Kurt e criar o que acredito ser a definição do Papai Noel para as próximas gerações”, contou. 

A nova atração da plataforma estreia globalmente em 22 de novembro. Assista ao trailer: 

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Ai Weiwei, artista plástico chinês no Brasil 


Artista plástico chinês Ai Weiwei
Ai Weiwei Studio

Artista plástico chinês Ai Weiwei

“AI WEIWEI RAIZ” é a primeira exibição do artista plástico Ai Weiwei no Brasil e também a maior já realizada por ele. Com projeto desenvolvido e curado por Marcello Dantas, a mostra chega para apresentar a história do artista por meio de seus mais icônicos trabalhos, além de obras inéditas nascidas de uma imersão profunda pelo Brasil e suas tradições.

Sua obra-prima Dropping a Han Dynasty Urn (Deixando cair uma urna da dinastia Han), poderá ser vista em uma versão feita com peças de Lego. Outras obras históricas conhecidas mundialmente também estarão expostas, como a Sunflower Seeds (Sementes de Girassol),  Straight (Reto),  Forever Bicycles (Bicicletas Forever) e Moon Chest (Cofre de Lua). 


Forever Bicycles, Taipei Fine Arts Museum,do artista plástico chinês Ai Weiwei
Ai Weiwei Studio

Forever Bicycles, Taipei Fine Arts Museum,do artista plástico chinês Ai Weiwei

Em cartaz a partir de 20 de outubro na Oca no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, até 20 de janeiro de 2019, os ingressos custam R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia-entrada válida somente para estudantes e pessoas de acima de 60 anos). Os ingressos serão vendidos com horário marcado.

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Fãs fazem abaixo-assinado para resgatar “Luke Cage”


Netflix e Marvel anunciam o cancelamento da série
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Netflix e Marvel anunciam o cancelamento da série “Luke Cage”

Após a Netflix anunciar o cancelamento da série do super-herói a prova de bala do Harlem, “Luke Cage”, na madrugada do último sábado (20), diversos fãs se reuniram para tentar recuperar a exibição da série, que estava indo para a terceira temporada. 

Na descrição do abaixo-assinado os fãs dizem que o cancelamento do show é inesperado e que também é a melhor série da Marvel. “Devemos lutar para salvar nosso herói do Harlem enquanto ele luta por nós”, completam, pedindo cerca de 2.500 assinaturas. Acesse o abaixo-assinado:  https://www.change.org/p/netflix-bring-back-luke-cage

Cantora dinamarquesa abre show de Marcelo D2 

Aos 16 anos, a cantora dinamarquesa, Emilia Pedersen, que é apaixonada pelo Brasil, abriu no último fim de semana o show de Marcelo D2
, “Marcelo D2 & SambaDrive”, no palco do Highline Ballroom, em Nova York.


Cantora dinamarquesa, Emilia Pedersen, abre show de Marcelo D2 em Nova York
Amanda Motta

Cantora dinamarquesa, Emilia Pedersen, abre show de Marcelo D2 em Nova York

Surpresa com a repercussão do seu trabalho, a jovem comemorou e anunciou o lançamento do seu álbum em inglês ainda este ano. “Agora falta bem pouco”, contou. A pop singer também foi a escolhida para entreter o público antes das apresentações de outros artistas brasileiros como Daniel, Victor & Leo, Thiaguinho, Péricles e Diogo Nogueira. 

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Livro versus “Punho de Ferro”

Em “Punho de Ferro”, o equilíbrio por meio do ch’i também é um dos focos centrais. Para os autores, o ch’i é a energia vital que está presente em tudo o que é vivo. “Quando a energia chi (energia vital universal) toca a Terra ela se divide em duas polaridades, yin e yang, uma partícula positiva (+ próton) e outra negativa (- elétron) que dançam no universo tentando se equilibrar”, explicam. 


Ramon Rodriguez e Finn Jones em
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Ramon Rodriguez e Finn Jones em “Punho de Ferro” (2017)

“O princípio do gênero está presente em toda a natureza e abastece a teia da vida. Dentro de cada um de nós habitam essas duas polaridades e estamos o tempo todo buscando esse equilíbrio, ora oscilando para a polaridade positiva, ora para a negativa”, completam. 

Por fim, os autores também revelaram que para escrever o livro
não  buscaram inspiração no espiritismo, mas sim na extensa bibliografia da área holística. “Embora sejamos simpatizantes do espiritismo e de muitas outras doutrinas e filosofias, não temos uma religião específica. Procuramos aprender com todas e extrair o melhor de cada uma”, completaram. 

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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