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Nomeado novo superintendente da PRF do Mato Grosso

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Inspetor Francisco Élcio, que chefiava a Seção de Operações, assume a superintendência a partir desta quarta-feira

Foi publicada na manhã desta quarta-feira (27), no Diário Oficial da União, a portaria de nomeação do novo superintendente da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Mato Grosso. O inspetor Francisco Élcio Lima Lucena, que tem 23 anos de carreira na PRF, assume a função.

O PRF Francisco Élcio tem 48 anos e em janeiro de 1996 assumiu o cargo de policial rodoviário federal, em Rondonópolis, onde trabalhou também nas funções de chefe do Núcleo de Policiamento e Fiscalização (NPF) e chefe substituto da 2a Delegacia.

Em junho de 2018, ele deixou a delegacia de Rondonópolis para chefiar a Seção de Operações (SEOP), na sede da Superintendência em Cuiabá, função que executava até a presente nomeação.

Natural de São José do Rio Preto/SP, Francisco Élcio mudou-se para Cuiabá com os pais em 1980. Filho de pai caminhoneiro, iniciou a carreira profissional como balconista de lanchonete e frentista de posto de combustível. Também foi professor e em 1996 entrou para o serviço público pela PRF. Possui formação em Matemática, Ciências Contábeis pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e Direito pela Faculdade Anhanguera.

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A função de superintendente antes era ocupada pelo policial Aristóteles Cadidé da Silva, que permaneceu entre 5 de julho de 2017 e 31 de janeiro de 2019. As trocas de superintendentes da PRF estão ocorrendo em todo o Brasil, desde a nomeação de Sérgio Moro como ministro da Justiça e Segurança Pública.

Neocleciana Gonçalves –

Nucom PRF MT

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Governo anuncia privatização dos Correios nesta quarta

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Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos está na lista das 17 estatais que serão privatizadas ainda este ano. O anúncio será feito nesta quarta-feira (21), segundo informou o ministro da Economia, Paulo Guedes, nesta terça-feira (20). A privatização de estatais precisa de aval do Congresso.

Nas justificativas que constam de estudo para privatizar os Correios, o Ministério da Economia aponta corrupção, interferências políticas na gestão da empresa, ineficiência, greves constantes e perda de mercado para empresas privadas na entrega de mercadorias vendidas pela internet, o e-commerce.

Como exemplos de ineficiência, o estudo aponta o “elevado índice de extravio”, e morosidade no ressarcimento dos produtos extraviados.

Nos estudos para a venda da estatal, o Ministério da Economia aponta o rombo de R$ 11 bilhões no fundo de pensão dos funcionários, o Postalis. Além disso, o Postal Saúde, o plano que atende aos funcionários, tem um rombo de R$ 3,9 bilhões.

O estudo diz que os Correios são uma “vaca indo para o brejo”, envolvendo risco fiscal de R$ 21 bilhões” (veja no vídeo abaixo).

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Em junho deste ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que o governo federal não pode vender estatais sem aval do Congresso e sem licitação quando a transação implicar perda de controle acionário.

Privatizações e PPI

Na manhã desta quarta, questionado sobre privatizações, o presidente Jair Bolsonaro disse que as empresas vão entrar primeiro no Programa de Parceria de Investimentos (PPI), para depois começar o processo de privatização. Bolsonaro falou com jornalistas na portaria do Palácio da Alvorada antes de seguir para os compromissos do dia.

“Ah, não é vão ser privatizadas, vão entrar no PPI para começar o processo de privatização”, afirmou Bolsonaro.

Ainda de acordo com o presidente, o processo dos Correios se encerra ainda neste ano, mas ele lembrou que é um processo demorado, justamente porque precisa de aval do Congresso.”A privatização dos Correios passa também [ainda em 2019], segundo decisão do Supremo, pela Câmara, pelo Congresso Nacional. Então, é um processo longo, não é rápido, bastante longo”, declarou o presidente.

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