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No ar em “Malhação”, Jennifer Dias fala de personagem ativista na trama

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No ar como a ativista Dandara em “Malhação”, Jennifer Dias
está fazendo sucesso em seu papel na novela teen, mas, quem a vê no ar, nem imagina que nunca passou pela sua cabeça seguir a carreira artística. Em entrevista ao iG Gente, a atriz contou que fazia faculdade de engenharia ambiental quando foi convidada para fazer um teste na televisão.


Jannifer Dias é Dandara na nova temporada de
Divulgação

Jannifer Dias é Dandara na nova temporada de “Malhação”. Personagem é ativista na novela teen

“Eu realmente não pensava em ser atriz porque era uma realidade muito distante da minha, não me sentia bem representada na TV, não via ninguém parecido comigo”, contou a atriz de ” Malhação
“.  “A única coisa que eu queria era ter estabilidade financeira”, completou Jennifer, que, por conta disso, acabou praticando diversos esportes e chegou a ser atleta federada.

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Foi em uma roda de samba em que estava com sua prima que a vida da atriz mudou completamente. Lá, Regina Casé, que apresentou o “Esquenta”, viu Jennifer sambando e a convidou para fazer um teste para fazer parte do programa. “Era um trabalho de assistente de palco, então a gente fazia de tudo lá, eu virei a garota dos prêmios e comecei a ter que gravar texto, e aí me despertou isso de ‘caramba, acho que gosto disso’”, continuou.


Jennifer Dias estreou na TV no
Reprodução/Instagram

Jennifer Dias estreou na TV no “Esquenta” de Regina Casé

A partir daí, Jennifer trancou a faculdade de engenharia e passou a estudar para se tornar atriz. “Fui convidada para fazer ‘Novo mundo’, minha primeira novela. Passou um ano, fiquei sem fazer nada, ai decidi criar meu projeto, projeto ‘101’, de resistência social. A gente chama artistas de periferia que não têm a oportunidade de mostrar seus trabalhos”.

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Personagem marcante

Apesar de não esperar por um teste de “Malhação” por conta da idade – a atriz tem 27 anos -, Jennifer passou em uma seleção para viver Dandara. “Quando li o texto do teste eu tinha certeza que a personagem era pra mim”, afirmou ela, que sempre teve o apoio de seus pais.

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Apesar da novela teen abrir muitas portas e Jennifer acreditar nisso, a trama é especial para ela por outro motivo. “A gente está vivendo um momento muito difícil no Brasil politicamente falando, e essa personagem levanta muitas bandeiras. A Dandara é muito ativista
, ela fala muito sobre racismo, machismo, homofobia, enfim. Ela defende muitas coisas”, contou ela.

“Falar sobre esse tipo de assunto abre a mente dos jovens e eu fico muito feliz por ser essa pessoa, por dar voz a isso. A Dandara é muito parecida comigo, e, além de abrir portas para outros trabalhos, eu acredito muito na arte como transformadora. Estou muito feliz por estar dando voz a isso”, finalizou ela.

Cinema nacional em destaque


Terror
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Terror “As Boas Maneiras” é um dos filmes que voltam a passar nos cinemas no “Projeta Brasil” do Cinemark

O Cinemark definiu a data da próxima edição do “Projeta Brasil”. No dia 12 de novembro a rede exibirá as principais produções brasileiras lançadas entre 2017 e outubro de 2018. São 40 longas-metragens, incluindo “As Boas Maneiras”, “Uma Quase Dupla”, “Fala Sério, Mãe!”. Os ingressos têm preço especial de R$ 4,00 e a renda é revertida para projetos e programas de incentivo à produção cinematográfica nacional.

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Iê-iê

Sérgio Mallandro é o convidado deste domingo (21) do “Domingo Legal” no SBT
. O humorista vai contar as novidades de sua carreira e receber muitas surpresas no palco do programa. A Atração também terá o nono episódio da do quadro “Comprar é bom, levar é melhor”, game onde famílias recebem R$ 50 mil reais para gastar em uma loja e realizar seu sonhos de consumo.

De volta

Dois nomes que andam afastados dos holofotes ganharão destaque na TV fechada em 2019. Trata-se de Natália Rodrigues e Thierry Figueira. Eles serão protagonistas da série de comédia “Amélio, O Homem de Verdade”, escrita e dirigida por Luis Antônio Pereira.

A atração será transmitida pelo canal Prime Box Brazil e mostrará crise conjugal dos recém-casados Amélio (Figueira) e Fabi (Rodrigues). Daniel Erthal, Edwin Luisi e Sandra Pêra completam o elenco.

Feminiejo ganha reforço


Lari Ferreira é o novo nome do sertanejo. Compositora assinou com a Som Livre para primeiro disco de inéditas
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Lari Ferreira é o novo nome do sertanejo. Compositora assinou com a Som Livre para primeiro disco de inéditas

A compositora Lari Ferreira acaba de assinar um contrato com a Som Livre. Responsável pela composição de grandes sucessos da música sertaneja, ela começou a compor profissionalmente há dois anos e meio e está entre os nomes que assinam hits como Romance Com Safadeza (Wesley Safadão e Anitta), Vidinha de Balada (Henrique & Juliano) e Avisa que Eu Cheguei. Lari vai lançar, ainda em 2018, seu primeiro álbum de inéditas, além de regravações de suas composições.

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Mais “Malhação”


Jennifer Dias faz par com Léo Bittencourt em
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Jennifer Dias faz par com Léo Bittencourt em “Malhação: Vidas Brasileiras”

Cada ano com uma nova história, essa temporada “ Malhação
” tem um novo formato. A história se passa no Colégio Sapiência e, a cada 15 dias o foco é em um gripo de personagens, que tem sua vida destacada. A história de Dandara envolveu uma paixão com Hugo (Léo Bittencourt), com quem tinha uma rixa.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Leia mais:  Musa de duas escolas de samba, Francine Carvalho se prepara para os “perrengues”

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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