conecte-se conosco


Esportes

Neymar no Silvio Santos tem saia justa por conta de Anitta e derrota de lavada

Publicado

Patricia Abravanel, Neymar, Silvio Santos e Neymar pai arrow-options
SBT/Divulgação

Neymar esteve no programa Silvio Santos e participou do “jogo das três pistas”

Alguns dias antes de se reapresentaro ao PSG, quando ainda estava no Brasil, o atacante Neymar visitou os estúdios do SBT , em São Paulo, e participou de um quadro do programa Silvio Santos – a atração foi ao ar na noite do último domingo (21).

Leia mais sobre Neymar:

Neymar brincou do “jogo das três pistas”, fez apenas 28 pontos e sofreu uma derrota de lavada diante da filha do apresentador, Patrícia Abravanel , que somou 91 pontos na competição. 

Os 28 pontos fizeram o camisa 10 do PSG e da seleção brasileira embolsar R$ 280, pagos em dinheiro por Silvio Santos ainda no palco.

Leia mais:  Barcelona e Manchester United se enfrentam nas quartas da Champions; veja jogos

Uma das perguntas do jogo tinha como resposta final a cantora Anitta , sendo que uma das pistas era “beijou jogador da seleção”. Neymar nunca falou abertamente sobre isso, mas tudo indica que ele e a cantora já tiveram um envolvimento.

“Só o Neymar pode falar”, disse Patrícia Abravanel no quadro. Surpreso, Silvio Santos questionou: “Ele beijou a Anitta?”. Na sequência, Patrícia perguntou ao jogador: “Você beijou a Anitta?”.

Visivelmente sem graça, Neymar respondeu: “Eu? Não!”

Veja no vídeo:

Confira mais notícias sobre Neymar

Vale lembrar que Neymar e Anitta curtiram juntos o Carnaval deste ano na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro. Um vídeo na internet, inclusive, mostra a cantora aos beijos com o jogador.

Leia mais:  CBF não libera Rodrygo e Lodi da seleção olímpica e causa revolta de torcedores

Fonte: IG Esportes
Comentários Facebook
publicidade

Esportes

Coluna – O Dia da Consciência Rubro-Negra

Publicado

por

source

A contagem regressiva está em andamento. Nesse dia de celebração dos 50 anos do milésimo gol de Pelé, o torcedor do Flamengo está de olho no fim de um jejum de 38 anos sem disputar a final da Copa Libertadores, e de outro, de dez anos sem a conquista de um campeonato brasileiro. Não é pouco, muito menos se levarmos em consideração que os dois jejuns podem acabar no próximo fim de semana.

Mas é hora, também, de lembrarmos de como o Flamengo e sua torcida chegaram a essa situação. Não foi de janeiro para cá, quando a atual administração tomou posse. Na verdade, temos de voltar no tempo, ao dia 02 de janeiro de 2013, quando Eduardo Bandeira de Mello assumiu a presidência, decretando que as prioridades seriam a organização administrativa do clube, o pagamento de dívidas e a “limpeza” do nome na praça, deixando de lado a sede de títulos, pelo bem do futuro da instituição.

Foi o Dia da Consciência Rubro-Negra.

E o preço não foi barato. É verdade que logo no primeiro ano a nova administração festejou uma Copa do Brasil. Que não estava nos planos. Mas que acabou sendo o principal título até o fim do segundo mandato, em 2018. Além dela, vieram dois campeonatos estaduais e três vice-campeonatos importantes – na Copa do Brasil e na Copa Sul-Americana de 2017 e no Campeonato Brasileiro de 2018. Como gostavam de dizer os torcedores rivais, ficou “no cheirinho”. Mas já era a sinalização de que tempos melhores viriam.

Leia mais:  CBF não libera Rodrygo e Lodi da seleção olímpica e causa revolta de torcedores

E chegamos a 2019, manchado pelo incêndio no Ninho do Urubu, com dez vítimas fatais. Nos campos, porém, os resultados comprovam o acerto da decisão lá de 2013 e recompensam o sacrifício de quem entrou para a história do clube, se não como grande campeão, mas como um dos melhores administradores. Com erros, é claro, como todos os outros, mas que não pode ser esquecido.

O caminho do Flamengo está sedimentado. Para se confirmar como um dos, se não o principal, clube do país. Ainda distante dos europeus, mas num patamar acima da grande maioria dos clubes brasileiros e sul-americanos. Se os títulos virão, é outra questão, pois o que acontece dentro de campo foge da capacidade dos dirigentes.

De certo que o clube vai se fortalecer. Vai faturar, encher o cofre. Que tal pensar nos garotos que tiveram a vida interrompida no dia 8 de fevereiro? Que tal botar a mão na consciência e fechar o ano com uma chave, não de ouro, mas rubro-negra?

Edição: Verônica Dalcanal

Fonte: IG Esportes
Comentários Facebook
Continue lendo

Deixe sua Opinião

Como você define o governo de Mauro Mendes, até agora ?

Polícia

Mato Grosso

Entretenimento

Esportes

Mais Lidas da Semana