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Netflix vai produzir série sobre zumbis para rivalizar com “The Walking Dead”

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A Netflix decidiu apostar no mundo dos zumbis e vai tentar bater de frente com o sucesso “The Walking Dead” em uma nova produção. A plataforma anunciou detalhes sobre sua primeira série
de zumbis chamada “Daybreak”,
como detalhes da história e previsão de estreia. 

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Matthew Broderick é o primeiro nome confirmado na série de zumbis da Netflix chamada
Reprodução

Matthew Broderick é o primeiro nome confirmado na série de zumbis da Netflix chamada “Daybreak”, que deve estrear em 2019 na plataforma

O primeiro nome confirmado no elenco de “Daybreak” é o ator Matthew Broderick, que vai interpretar o diretor de uma escola. A nova série da Netflix
é uma adaptação dos quadrinhos de zumbis de Brian Ralph e contará a história de um estudante chamado Josh que parte para uma aventura para encontrar sua namorada desaparecida após o apocalipse na cidade fictícia de Glendale, na Califórnia.

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Matthew Broderick vai interpretar o diretor Burr da escola da escola Glendale High e seu personagem é um homem entusiasmado e otimista que tenta achar uma solução para os problemas dos alunos. Esse será o primeiro papel fixo do ator em alguma série. O ator ficou conhecido em Hollywood pelo seu papel de protagonista do filme “Curtindo a Vida Adoidado” de 1986.

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“Daybreak”, a nova série da plataforma streaming chega para ter rivalidade com a famosa série mundial de zumbis “The Walking Dead”, que já tem nove temporadas.

Mais detalhes da nova série da Netflix


Netflix está produzindo série sobre zumbis para concorrer com a famosa série
Divulgação/AMC

Netflix está produzindo série sobre zumbis para concorrer com a famosa série “The Walking Dead”


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“Daybreak” é um projeto criado por Aron Eli Coleite e Brad Peyton. Na trama o jovem adolescente vai se encontrar com antigos colegas de escola, como a piromaníaca Angélica e um ex-valentão. Josh e seus amigos tentam se manter vivos entre brigas com gangues e criaturas parecidas com zumbis, chamadas Ghoulies.  A série contará com 10 episódios e ainda não tem data de lançamento, mas deve estrear em 2019 na plataforma streaming Netflix
.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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