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Netflix não oferece mais período de teste grátis no Brasil

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Olhar Digital

Chega ao fim, no Brasil , a possibilidade do período de 30 dias de teste que a Netflix dava aos novos usuários que não estavam certos quanto à contratação dos serviços da plataforma. De acordo com a empresa, a mudança se trata de uma busca por novas formas de atrair assinantes.

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“Estamos buscando novas formas de atrair novos assinantes e promover nosso serviço no Brasil , oferecendo uma ótima experiência com a Netflix ”, afirmou a plataforma em comunicado oficial.

Netflix
Reprodução/Pixabay

Netflix

Agora, quem busca pelo período de teste na central de ajuda da Netflix encontra uma mensagem que diz que “no momento, não oferecemos utilização gratuita no seu país”. O Brasil não é o único a passar pela medida, que começou em dezembro e teve o Reino Unido como o primeiro país a ficar sem os 30 dias grátis.

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Segundo a empresa, a liberação de produções específicas para não-assinantes, como “Irmandade” e “Klaus”, é uma das maneiras pelas quais a empresa visa conquistar novos assinantes. Nos Estados Unidos , por exemplo, a plataforma liberou, gratuitamente, até o dia 9 de março, a comédia-romântica “ Para Todos os Garotos que Já Amei ”.

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Por enquanto, outra vantagem oferecida aos assinantes brasileiros é um upgrade temporário no plano: se o usuário optar pelos planos Básico (R$ 21,90/mês) ou Padrão (R$ 32,90/mês), poderá desfrutar dos benefícios do plano Premium (R$ 45,90/mês) durante todo o primeiro mês de assinatura.

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Brasil / Mundo

Ministra nega HC e mantém Novelli afastado do Tribunal de Contas

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A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, negou o habeas corpus ao ex-presidente do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro José Carlos Novelli, e manteve o seu afastamento até agosto. Novelli tentava suspender a decisão da Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que manteve afastados os 5 conselheiros do TCE por mais 6 meses.

 

O conselheiro argumentava falta de contemporaneidade nas acusações de uma suposta cobrança de propina de R$ 53 milhões contra o ex-governador Silval Barbosa entre 2013 e 2014. A defesa também alegou o fato de Nevelli estar mais de 2 anos e 6 meses afastado das funções e o excesso de prazo das investigações.

Porém, Cármen Lúcia rebateu os argumentos da defesa, alegando que não se verificou ilegalidade por excesso de prazo.

“O processo está com o relator no Superior Tribunal de Justiça desde 26.8.2019. Nos agravos regimentais interpostos contra a decisão de afastamento do paciente e dos outros Conselheiros, não se comprova desídia no curso das investigações, tendo sido ressaltada a importância de se desenvolverem esforços para imprimir maior agilidade às investigações e demonstrada a preocupação de se reavaliar periodicamente a medida de afastamento imposta, como feito no julgado objeto da presente impetração, diz trecho da decisão proferida na segunda-feira (30).

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Lúcia também desconsiderou a tese de contemporaneidade, já que, segundo ela, os atos investigados foram supostamente cometidos justamente no exercício dos cargos de Conselheiro, e em razão dos cargos.

 

“(…) a permanência de cada investigado na função possibilitaria a continuidade de práticas semelhantes. Na verdade, é incompatível com a atuação numa Corte de Contas o envolvimento de Conselheiro de Contas com tão graves ilícitos como os em apuração. Logo, não há que se falar em ausência de contemporaneida”, diz outro trecho da decisão.

O afastamento de Nevelli e outros 4 conselheiros ocorreu durante a 12ª fase da Operação Ararath, denominada Malebolge, que foi deflagrada no dia 14 de setembro de 2017. Os 5 conselheiros são acusados por corrupção passiva, sonegação de renda, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

 

As investigações apontam que o então presidente do Tribunal de Contas, José Carlos Novelli, teria condicionado a continuidade das obras da Copa do Mundo de 2014 ao pagamento de R$ 53 milhões em propina para os conselheiros

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