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Neta enfermeira vacina a avó contra a Covid-19 e comemora: “Momento marcante”

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A vacinação dos idosos acima de 85 anos contra a covid-19, na campanha “Vacina Cuiabá: sua vida em primeiro lugar”, tem sido marcada por momentos emocionantes no Centro de Eventos do Pantanal, onde fica o polo central. Na quinta-feira (11), a enfermeira Kaline Mendonça Brasil viveu a alegria de fazer a aplicação do imunizante em sua própria avó, Esmeraldina Mendonça Brasil, 85 anos.

“Atualmente sou enfermeira da Secretaria de Saúde e estou fazendo parte da equipe de vacinação. Estava muito ansiosa, foi um momento muito marcante da minha carreira profissional, com certeza o mais importante”, afirma a profissional.

Dona Esmeraldina também afirmou que estava ansiosa para ser vacinada e, ao ser questionada sobre a emoção de conseguir o que tanto desejava, jogou as mãos para o alto e comemorou. “Obrigada, meu Deus, pela graça recebida, por eu estar junto com a minha família e nós vencermos”.

A idosa, que cumpriu o isolamento social ao longo de meses de pandemia, conta que foi muito triste ter que ficar longe da família e revelou que pretende se reunir com todos os entes queridos após a segunda dose da vacina. “Quero ir na casa da minha família todinha, abraçar todo mundo, beijar e levantar as mãos para o céu e agradecer”, disse, esperançosa.

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Segundo a neta Kaline, que já foi vacinada em novembro de 2020, durante pesquisa do Instituto Butantã com a CoronaVac, o que ela confirmou em janeiro, ninguém de sua família contraiu a covid-19 de forma grave, apenas alguns com sintomas leves, e todos buscaram proteger a matriarca, o que vai continuar mesmo após a vacinação. “Ainda não acabou a pandemia. Continuam os cuidados, tem a segunda dose. Eles [idosos] merecem que a gente faça todo esse esforço”, comenta.

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ANS determina que planos cubram novos remédios, exames e cirurgias

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Uma nova resolução normativa da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), publicada hoje (2) no Diário Oficial da União, promoveu uma ampla atualização nos procedimentos e eventos que devem ter cobertura garantida por planos de saúde privados. Novos exames e tratamentos passaram a fazer parte da lista obrigatória de assistência, que deverá ser observada a partir de abril.

Ao todo, foram adicionadas 69 coberturas, sendo 50 relativas a medicamentos e 19 referentes a exames, terapias e cirurgias indicadas no tratamento de enfermidades do coração, intestino, coluna, pulmão e mama, entre outras.

Entre os remédios, passam a integrar a lista obrigatória de assistência 17 imunobiológicos que poderão ser usados para tratar doenças inflamatórias, crônicas e autoimunes, como psoríase, asma e esclerose múltipla.

Outros 19 são antineoplásicos orais indicados no enfrentamento de diversos tipos de câncer. Mulheres com tumor na mama em estágio avançado, por exemplo, poderão contar com a cobertura do Abemaciclibe, Ribociclibe e Palbociclibe. Outra droga incluída é o Osimertinibe, que tem sido apontado em estudos como responsável por aumentar a sobrevida de pacientes com câncer de pulmão metástico. A lista traz ainda novas opções para tratar leucemias, melanomas, mielomas e tumores de fígado, rim e próstata.

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Em relação às cirurgias, terão coberturas novas intervenções para tratar hérnia de disco lombar e deformidade na mandíbula, além de problemas na coluna cervical e no coração. Os exames e terapias incluídos permitirão diagnósticos e tratamentos de tuberculose, inflamação intestinal, leucemia mielóide, cânceres de pulmão e de mama, entre outras doenças. Consultas com enfermeiro obstetra ou obstetriz também têm agora assistência garantida.

Validade

As mudanças foram aprovadas em reunião na última quarta-feira (24). Elas valem para todos os planos contratados a partir de 1999. Também se aplicam aos que foram contratados antes dessa data que tiverem sido adaptados conforme a lei federal 9.656/1998, conhecida como Lei dos Planos de Saúde.

Segundo nota divulgada pela ANS, a elaboração da nova resolução normativa se deu a partir de um processo transparente e de uma análise robusta, que contou com diversas etapas de discussões técnicas e com ampla participação da sociedade, que enviou 30.658 contribuições durante consulta pública aberta entre outubro e novembro do ano passado.

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“Pela primeira vez no processo de revisão do rol foram utilizados, de modo sistematizado, dados de saúde e informações financeiras para a análise crítica das avaliações econômicas e para as estimativas de impacto orçamentário de cada tecnologia”, diz o texto.

A atualização, segundo a ANS, levou em conta critérios variados como os benefícios clínicos comprovados, o alinhamento às políticas nacionais de saúde e a relação entre custo e efetividade. Os procedimentos incorporados foram aqueles em que os ganhos coletivos e os resultados clínicos foram considerados os mais relevantes para o conjunto dos pacientes.

 

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