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Naomi Scott acredita que sua personagem em “Aladdin” irá inspirar novas gerações

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O live-action de “Aladdin” estreia nessa quinta-feira (23) e Jasmine, a filha do sultão Agrabah, é uma das principais personagens do filme. Corajosa, determinada e generosa, a princesa gosta de experimentar a vida além dos muros do palácio.

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Em
Divulgação

Em “Aladdin” princesa Jasmine inspira novas gerações.

 “ Aladdin
” foi sucesso na década de 90 e até hoje é um dos filmes queridinhos por muitos fãs da Disney. Na versão live-action, a cantora e atriz, Naomi Scott
, dará vida a princesa Jasmine que promete ter um destaque especial para inspirar novas gerações com sua personalidade forte. Antes de interpretar Jasmine, Naomi interpretou a Ranger Rosa em “Power Rangers – O filme”.

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Em entrevista ao EW
, Naomi Scott revelou que irá soltar a voz no filme com a canção original do clássico filme da Disney
: “A canção que a Jasmine canta se conecta com tudo a respeito de seu arco narrativo. É sobre encontrar a sua voz”.

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Naomi também revelou que antes de interpretar a princesa, já tinha uma paixão pela personagem. “A princesa Jasmine é genuinamente uma das minhas princesas favoritas quando eu era pequena. Era ela e a Pocahontas, com certeza. Eu amo que no filme o objetivo principal da Jasmine é realmente proteger o seu povo; fazer o certo por eles. Ela tem um lindo arco narrativo, em que ela vai de pedir o que quer para apenas pegar, mostrando que ela é uma líder”, revela.

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Naomi Scott como princesa Jasmine
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Naomi Scott como princesa Jasmine

No filme, a princesa sonha em ser livre para conseguir tomar suas próprias decisões e decide ir em busca do seu destino, despedindo-se do palácio e desbravando as ruas de sua cidade. Lá conhece Aladdin e pouco a pouco percebe que eles têm coisas em comum.

Quando Jafar, o vizir do sutão, ameaça dominar o reino, os dois encontram um gênio divertido e decidem unir forças para pôr fim nos planos do vilão. A história de ”  Aladdin 
” foi lançada pela primeira vez em 1992 na animação clássica.

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Monja Coen diz que o autoconhecimento pode ser antídoto para pandemia

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O programa Impressões, da TV Brasil, convidou a Monja Coen, fundadora da Comunidade Zen Budista Zendo Brasil, para falar sobre as aflições típicas dos tempos de pandemia e apontar caminhos para se buscar o equilíbrio neste momento.

Mestra dos ensinamentos de Buda e autora de diversos livros, ela recomenda a meditação, que começa pela respiração consciente. Coen admite: “Quando comecei a meditar era muito difícil. Colocava um reloginho à minha frente e cinco minutos pareciam uma eternidade. Era um horror”. Durante a entrevista, a monja ensina algumas técnicas que podem ajudar os iniciantes na prática, que garante trazer alívio para incômodos emocionais comuns neste período, como ansiedade, medo e raiva.

“Você perceber o que está acontecendo com você é a única maneira de você ter algum controle. E não é controlar as emoções. É percebê-las e deixar que passem. Quando a gente fala de budismo, a gente fala de autoconhecimento e autoconhecimento é libertação”, afirma a religiosa.

Este não é um momento para acerto de contas emocionais, nem para remoer os rancores, segundo a monja, mas de considerar tudo o que foi vivido como uma bagagem extra para encarar o presente com plenitude.

“O que passou serviu como uma experiência para o que estamos passando agora, e o que vai chegar, ainda não chegou. Estar presente no momento e ver com plenitude o agora é a única maneira de atravessarmos (esta fase). Só tem uma maneira: atravessar com presença pura. Nós dizemos, no budismo, que presença pura é sabedoria”, ensina Coen.

A missionária zen-budista declara respeito a outras religiões e reconhece que, qualquer que seja o caminho escolhido, exige determinação.

“A mente é incessante e luminosa. Ela não para. Tem inúmeros estímulos. Você pode perceber esses estímulos todos e escolher o que você quer estimular. Como você escolhe que programa você assiste, que livro você lê, como você escolhe seus amigos e como você conversa com essas pessoas e quais são os assuntos. Através das nossas escolhas, nós vamos encontrando estados mentais. E podemos encontrar estados mentais de tranquilidade que a gente chama de estado Buda, de sabedoria e compaixão, onde há tranquilidade, assertividade e ternura”, afirma.

A monja explica que o estado mental tem relação com a imunidade. Manter aceso o olhar curioso da criança, de ver o mundo de uma forma inédita e se apaixonar pelos pequenos detalhes, pode ser um hábito poderoso. “A imunidade depende do nosso estado de tranquilidade. Não só, mas muito. Quando o coração fica quentinho, quando é gostoso. A gente tem que encontrar alguma coisa na vida que sinta prazer em ver”, acrescenta.

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Quanto aos questionamentos com os quais muitas pessoas se deparam na atual situação, a monja é assertiva: “Pare de se lastimar e falar ‘queria poder abraçar’. Tem que ser bom agora. Onde você está é o melhor lugar do mundo, porque sua vida está aqui. Aprecie a sua vida. Aprecie as pessoas perto de você”.

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