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Não vão deixar saudades! Veja quem são os piores personagens de “Segundo Sol”

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A novela das 21h
de João Emanuel Carneiro está chegando a sua reta final e, entre erros e acertos, marcou o retorno de Deborah Secco ao horário nobre em grande forma, e somou vilões divertidos de acompanhar. Isso não significa que o folhetim não teve deslizes, por isso selecionamos os piores personagens de “Segundo Sol”, que acaba no dia 9 de novembro.


Edgar, Luzia e Beto estão entre os piores personagens de
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Edgar, Luzia e Beto estão entre os piores personagens de “Segundo Sol”

1.       Beto Falcão (Emilio Dantas)


Piores personagens de Segundo Sol
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Piores personagens de Segundo Sol

O protagonista da novela nunca foi realmente o principal. Beto Falcão
entra na lista dos piores personagens de “Segundo Sol”
, pois não conseguiu ter a força necessária que um protagonista precisa e sua história sempre ficou em segundo plano.  Beto vive uma mentira por muitos anos, comete vários erros, mas sempre consegue dar um jeito de culpar os outros por suas atitudes.

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Manteve um relacionamento com Karola (Deborah Secco) mesmo sem amá-la, mentiu sobre sua identidade para o próprio filho e sempre se disse arrependido de ter se fingido de morto, mas só revelou a verdade quando viu sua amada quase ser presa.

2.       Luzia (Giovanna Antonelli)


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A personagem de Giovanna Antonelli não era a mocinha clássica das novelas das 21h, mas isso não significa que ela era interessante. Também vítima das muitas armações dos vilões, ela fez o tipo “coitada” ao longo de toda a trama e viveu um eterno looping de ser acusada de assassinato, fugir da polícia e tentar ganhar a confiança dos filhos.

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3.       Edgar (Caco Ciocler)


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Edgar é retratado como um bom pai, preso numa relação infeliz e pau mandado do pai. Na verdade ele é o clássico “bundão” que não consegue se virar sozinho para nada. Tratada mal a esposa Karen (Maria Luisa Mendonça), dá em cima de Cacau (Fabíula Nascimento) só quando ela está comprometida com Roberval (Fabrício Boliveira) e não consegue sair da aba do pai, mesmo este lhe tratando tão mal.

4.       Groa (André Dias)


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Piores personagens de Segundo Sol

O personagem mais aleatório da novela, Groa tomou o lugar da “amiga sem função da mocinha”. Não tem história própria e só serve para ajudar quando Luzia está com algum problema.

5.       Manu (Luisa Arraes)


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Manu é a típica revoltadinha sem motivo. Primeiro destrata a mãe, depois se envolve com drogas, não trabalha, mas também não parece muito dedicada aos estudos. Enfrenta um vício, mas só quando é conveniente para a trama. Para completar, se envolve com a família de traficantes do namorado só porque não tem nada melhor para fazer na vida.

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6.       Zefa (Claudia Di Moura)


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A terna subserviência de Zefa irritou profundamente. Trabalhando para uma família que nunca teve muito respeito por ela, preferiu servir o pai de seus dois filhos, que nunca a assumiu, como empregada, do que viver com o filho, que queria lhe dar uma vida melhor. Ela só deixou a submissão de lado agora no fim da trama, mas o estrago já estava feito e ela já tinha decepcionado muito antes.

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7.       Severo (Odilon Wagner)


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Piores personagens de Segundo Sol

O chefe da família Athaíde era, incialmente, um homem corrupto. Mas se tornou uma espécie de vilão torto que assumiu como missão de vida destruir Roberval, seu filho, como pudesse. A construção do personagem é até boa: um homem de classe alta que acha que todos existem para cumprir seus caprichos. Mas na prática ele não convence como um vilão e depois que sua carapuça de corrupto caiu, ficou perdido na história.

8.       Gorete (Thalita Carauta)


Piores personagens de Segundo Sol
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Piores personagens de Segundo Sol

Gorete entrou com a missão de fazer par com Luis Lobianco e instaurar um núcleo cômico no folhetim. Apesar da química entre os dois ser ótima, a personagem só decepcionou. Mentiu para Clóvis diversas vezes, sobre seu passado e a paternidade do filho. No fim, só fez o irmão de Beto sofrer.

9.       Cacau (Fabíula Nascimento)


Piores personagens de Segundo Sol
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Piores personagens de Segundo Sol

Uma das maiores atrizes em atividade, Fabíula Nascimento parece não conseguir, na TV, um papel a altura de seu talento. Com Cacau não foi diferente. Ela foi feita de ioiô por Edgar e Roberval, que diziam gostar dela, mas a usavam como adereço para atingir um ao outro. Foi humilhada no altar por Roberval e depois acabou o perdoando e, por fim, serviu como instrumento para fazer propaganda de lojas de móveis na novela.

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10.   Acácio (Dan Ferreira)


Piores personagens de Segundo Sol
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Piores personagens de Segundo Sol

Quem foi Acácio? Qual a sua função na trama? A que propósito ele serviu? A novela vai acabar e não vamos descobrir, o que faz dele um dos piores personagens de “Segundo Sol”
.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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