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Não tem para ninguém! Com diversas atrações, Netflix domina a CCXP brasileira

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Desde que começou em 2014, a CCXP tem grande projeção como evento de cultura pop
, mas a edição de 2018 caminha para ser uma das mais repletas de grandes nomes internacionais. Mas ninguém atrai tantos talentos como a Netflix
, que abraçou a Comic Con desde o começo e hoje faz do evento seu quintal.


Sandra Bullock, que não costuma participar desse tipo de evento, vem para a CCXP a convite da Netflix
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Sandra Bullock, que não costuma participar desse tipo de evento, vem para a CCXP a convite da Netflix

Só em 2017 eles tiveram dois estandes na feira, um deles dedicado exclusivamente a estreia da série “Altered Carbon”. Além disso, os astros da produção estiverem presentes em um dos painéis do streaming, que contou ainda com os protagonistas de “3%”. Ainda na CCXP
2017 eles fizeram um segundo painel dedicado ao longa “Bright” que contou com a presença de Will Smith.

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Em 2018 eles aumentam ainda mais seu “star power”. O principal nome que a Netflix trará é Sandra Bullock, que não costuma participar desse tipo de evento, mas virá este ano para divulgar “Caixa de Pássaros” ao lado de Trevante Rhodes. Os dois farão parte de um painel no domingo (09) que, embora não tenha sido confirmado, deve ser exclusivo do filme.

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Antes disso, no sábado (08), o destaque será de duas novidades: “Mogli – Entre Dois Mundos”, dirigido por Andy Serkis, também confirmado no painel e “The Umbrella Academy”, nova série com estreia prevista para 2019. Três atores da série comparecerão: Tom Hooper, David Castañeda e Emmy Raver-Lampan. Gerard Way, vocalista do My Chemical Romance e criador da HQ que deu origem a série também estará lá, acompanhado do brasileiro Gabriel Bá, que ilustra o trabalho.

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Coisas estranhas na CCXP


Três atores do elenco de
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Três atores do elenco de “Stranger Things” foram confirmados na CCXP 2018, que acontece em dezembro

Já em 2017 um dos nomes mais comentados era o de “Stranger Things”. A série com elenco juvenil cheio de carisma ganhou uma reprodução do cenário na feira, e ficou estabelecida como a sensação do momento no evento.

Para comprovar essa tese, e tendo em vista a terceira temporada que estreia em 2019, três estrelas do elenco foram confirmadas em 2018: Caleb McLaughlin (Lucas), Noah Schnapp (Will) e Sadie Sink (Max). Não foi anunciado, porém, se eles dividirão o painel com algumas das atrações citadas acima ou se, o que é mais provável, terão um momento próprio no evento.

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Netflix no centro da cultura pop



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“The Umbrella Academy”, que estreia em 2019, é outro destaque da Netflix na CCXP

O sucesso da Comic Con brasileira deixa evidente que o País não só tem grande interesse em cultura pop, mas que está disposto a pagar pelos caros ingressos para estar perto dos ídolos que, diferente das estrelas da música, dificilmente viriam para cá por conta própria.

E a Netflix teve essa percepção bem cedo. Outros estúdios como Fox, Sony e Warner também abraçaram o evento, mas a plataforma de streaming sempre esteve um passo à frente. Até mesmo na tentativa de flertar com o nordeste que o evento fez em 2017 recebeu grande apoio da plataforma. Na única edição fora de São Paulo, em 2017 um segundo evento aconteceu em Recife (PE). Na ocasião, Finn Jones do finado “Punho de Ferro” esteve na capital pernambucana para falar de “Os Defensores” e Miguel Ángel Silvestre trouxe “Sense8”, que ainda estava a caminho de estrear a segunda temporada.

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A CCXP
já se estabeleceu como o maior evento de cultura pop nacional, mas esse prestígio teve grande apoio da Netflix, que também tem grande interesse em ter seu nome espalhado pelo evento. A parceria tem dado certo, e quem sai ganhando são os fãs.

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Monja Coen diz que o autoconhecimento pode ser antídoto para pandemia

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O programa Impressões, da TV Brasil, convidou a Monja Coen, fundadora da Comunidade Zen Budista Zendo Brasil, para falar sobre as aflições típicas dos tempos de pandemia e apontar caminhos para se buscar o equilíbrio neste momento.

Mestra dos ensinamentos de Buda e autora de diversos livros, ela recomenda a meditação, que começa pela respiração consciente. Coen admite: “Quando comecei a meditar era muito difícil. Colocava um reloginho à minha frente e cinco minutos pareciam uma eternidade. Era um horror”. Durante a entrevista, a monja ensina algumas técnicas que podem ajudar os iniciantes na prática, que garante trazer alívio para incômodos emocionais comuns neste período, como ansiedade, medo e raiva.

“Você perceber o que está acontecendo com você é a única maneira de você ter algum controle. E não é controlar as emoções. É percebê-las e deixar que passem. Quando a gente fala de budismo, a gente fala de autoconhecimento e autoconhecimento é libertação”, afirma a religiosa.

Este não é um momento para acerto de contas emocionais, nem para remoer os rancores, segundo a monja, mas de considerar tudo o que foi vivido como uma bagagem extra para encarar o presente com plenitude.

“O que passou serviu como uma experiência para o que estamos passando agora, e o que vai chegar, ainda não chegou. Estar presente no momento e ver com plenitude o agora é a única maneira de atravessarmos (esta fase). Só tem uma maneira: atravessar com presença pura. Nós dizemos, no budismo, que presença pura é sabedoria”, ensina Coen.

A missionária zen-budista declara respeito a outras religiões e reconhece que, qualquer que seja o caminho escolhido, exige determinação.

“A mente é incessante e luminosa. Ela não para. Tem inúmeros estímulos. Você pode perceber esses estímulos todos e escolher o que você quer estimular. Como você escolhe que programa você assiste, que livro você lê, como você escolhe seus amigos e como você conversa com essas pessoas e quais são os assuntos. Através das nossas escolhas, nós vamos encontrando estados mentais. E podemos encontrar estados mentais de tranquilidade que a gente chama de estado Buda, de sabedoria e compaixão, onde há tranquilidade, assertividade e ternura”, afirma.

A monja explica que o estado mental tem relação com a imunidade. Manter aceso o olhar curioso da criança, de ver o mundo de uma forma inédita e se apaixonar pelos pequenos detalhes, pode ser um hábito poderoso. “A imunidade depende do nosso estado de tranquilidade. Não só, mas muito. Quando o coração fica quentinho, quando é gostoso. A gente tem que encontrar alguma coisa na vida que sinta prazer em ver”, acrescenta.

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Quanto aos questionamentos com os quais muitas pessoas se deparam na atual situação, a monja é assertiva: “Pare de se lastimar e falar ‘queria poder abraçar’. Tem que ser bom agora. Onde você está é o melhor lugar do mundo, porque sua vida está aqui. Aprecie a sua vida. Aprecie as pessoas perto de você”.

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