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Museu recebe nudistas em exposição sobre nudez na Colômbia

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Museu recebe nudistas em exposição inusitada em Medellín, na Colômbia. Neste sábado (27), a Casa Museu Pedro Nel Gómez
permitiu a entrada de várias pessoas nuas para acompanhar uma exposição

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Museu recebe nudistas em exposição do pintor colombiano chamado Pedro Nel Gómez
Reprodução/Youtube

Museu recebe nudistas em exposição do pintor colombiano chamado Pedro Nel Gómez


Museu recebe nudistas
 para admirar uma exposição que homenageia o artista Pedro Nel Gómez,  que no século 19 era conhecido por seus trabalhos com humanos nus. A exposição conta com corpos nus nas paredes.

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O evento chamado “O Nu, manisfesto e liberdade” foi organizado pelo museu e pela Nude Community Other Story. Em entrevista para rádio colombiana Blau Rádio Nacional, Alvaro Morales, diretor da entidade, afirmou que essa atividade aconteceu pela primeira vez em uma galeria de arte do país e que o objetivo era não censurar o nu e suas ideologias. 

“Houve mais demanda do que havíamos contemplado. A visita foi feita com 43 ou 45 pessoas, que é a capacidade máxima para visitas guiadas. A partir do momento em que começaram a fechar museus e baixar quadros na Europa para nus, decidimos assumir a tarefa. Pedro Nel é um dos grandes artistas de strip da arte colombiana e latino-americana e é por isso que fizemos isso “, disse Morales sobre a exposição.  

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“O Nu, manisfesto e liberdade” conta com 170 obras sobre o corpo humano feitos por Pedro Nel Gómez. No museu existem 3.200 obras do pintor. O diretor diz ainda que é uma experiência diferente para todos: “É uma experiência diferente. Em algum momento também emprestamos nosso espaço para evangélicos, para encontros religiosos e no caso dos nus que eu repetia , não vejo que tenha alguma oposição ”, disse ela para rádio.

Como em Paris e Viena que já fizeram exposições parecidas em alguns estabelecimentos, o museu recebe nudistas
até o final desde ano, mas as outras pessoas poderão fazer a visita sem ser um passeio de nudismo e com guia. 

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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