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Musa e empreendedora, Gracyanne Barbosa vai lançar linha de calçados

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Além de ser uma das musas fitness mais amadas do Brasil e ser uma das influenciadoras mais marcantes das redes sociais, em breve Gracyanne Barbosa também estará envolvida no mundo da moda. Na próxima quarta-feira (31), a morena lança uma linha de sapatos
que leva o seu nome.

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Gracyanne Barbosa lançará linha de sapatos personalizados
Divulgação

Gracyanne Barbosa lançará linha de sapatos personalizados

Levando o nome de “Bac Shoes by Gracyanne Barbosa
”, a linha de sapatos é realizada em parceria com a empresária Bruna Bac. A coleção de sapatos é contemplada com diversos modelos de salto, botas e tênis. Além de super estilosos e modernos, os calçados são compostos por solas desenhadas com um cartoon da modelo. Veja o vídeo de divulgação:

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Priorizando o conforto com muito glamour, sofisticação e  toques de luxo, a linha assinada por Gracy promete ser um grande sucesso entre as mulheres nas compras de natal e fim de ano. Com cerca de 7 milhões de seguidores em seu Instagram,  não há dúvidas que os fãs da musa ficarão em polgados com a novidade. Todos os modelos foram desenvolvidos e inspirados pela musa fitness

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Gracyanne Barbosa lançará linha de sapatos personalizados
Divulgação

Gracyanne Barbosa lançará linha de sapatos personalizados

O coquetel de lançamento acontecerá na Fair Play Sport Bar, situado a Avenida Cidade Jardim, no centro de São Paulo. A festa contará com a presença de Gracyanne, convidados famosos e mais de cinquenta lojistas da capital paulista. A intenção é que a coleção seja vendida por atacado, mas todos os modelos estarão disponíveis nas maiores lojas de calçados em São Paulo.

Para fechar o ano com chave de Ouro, a musa fitness  ainda vai apresentar a final do concurso Miss Bumbum, que acontece no próximo dia 5 de novembro na Eazy Club, em São Paulo, a partir das 20h. Essa é a segunda vez que  Gracyanne Barbosa
é convidada para comandar a cerimônia do evento de beleza.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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