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Mulher do Faustão posa com filho mais velho: “A cara do pai”

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Luciana Cardoso
, mulher do Faustão, usou suas redes sociais para compartilhar uma foto com João, de 13 anos, seu filho mais velho com o apresentador do “Domingão do Faustão”
.

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Mulher de Faustão posa com o filho mais velho do casal
Reprodução/Instagram

Mulher de Faustão posa com o filho mais velho do casal

“Meu goleirão do coração. Sul Americano te espera! Go, Guerreiros”, escreveu a mulher do Faustão
na legenda da imagem. Os seguidores elogiaram a dupla: “Lindos, que sorriso hein”, “Lindão”, “Família linda, que Deus os abençoe” e “Amo essa família” foram alguns elogios.

Os seguidores de Luciana Cardoso também notaram a semelhança do jovem com o pai.  “A cara do pai”, disse um internauta. “Xerox do pai sim ou com certeza?” escreveu outro seguidor.

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Faustão e Luciana também são pais de Rodrigo, o caçula de 10 anos. Além disso, o apresentador do “Domingão do Faustão” também é pai de Laura, de 19 anos, de seu casamento anterior.

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Mulher do Faustão reage a boatos de separação


Mulher do Faustão reagiu a boatos de que estaria separada do marido
Reprodução/Instagram

Mulher do Faustão reagiu a boatos de que estaria separada do marido

Na tarde da última quinta-feira (25), Luciana se pronunciou nas redes sociais diante de boatos envolvendo a separação dela com Faustão. Isso porque no programa “A Tarde É Sua”, apresentado por Sônia Abrão e Felipeh Campos, foi falado que o apresentador estava sem aliança na última edição de seu programa, o que poderia significar um rompimento. Luciana aproveitou, inclusive, para alfinetar a apresentadora.

Em seu perfil do Instagram, Luciana compartilhou uma foto dos dois com a legenda “Sintonia desde 2001”, deixando claro aos fãs que o casal não estava se separando e que tudo estava bem. Na foto, o apresentador exibe sorridente a aliança.

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Ao mostrar para o público que os pombinhos estão mais felizes do que nunca, a mulher do Faustão
desencadeou várias mensagens de felicitações por parte de seus fãs do Instagram, rede social na qual ostenta 155 mil seguidores: “Deus abençoe seu casamento! Tem fofoqueiros querendo destruir”, escreveu uma admiradora. “Como eu amo esse casal”, outro fã escreveu.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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