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Mulher de Luiz Adriano rouba a cena no Allianz Parque, mas leva puxão de orelha

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O Palmeiras venceu o Fluminense por 3 a 0 na última terça-feira (10) em jogo adiado da 16ª rodada com um hat trick de Luiz Adriano, que a cada gol marcado olhava para a torcida e fazia um coração com a mão. O motivo? Sua esposa, Ekaterina Dorozhko, estava assistindo de camarote o Alviverde vencer com facilidade o tricolor carioca.

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Mulher russa do atacante Luiz Adriano


A russa , que vem chamando atenção desde que Luiz Adriano chegou ao Palmeiras , compareceu ao Allianz Parque  com uma calça e um top que deixava sua barriga à mostra, usou as redes sociais para compartilhar uma foto momentos antes da partida e sua beleza voltou a ser assunto, mas o que também foi muito comentado foi o fato dela estar usando um conjunto da Adidas, ex-patrocinador do clube alviverde, que agora é da Puma.

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“Adidas??? O patrocinador é Puma”, escreveu um torcedor. “Adidas não”, disse outro. “E aí Puma? Patrocina a moça”, comentou outro palmeirense. “Adidas não, agora é puma”, escreveu mais um.


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Teve até torcedor que reclamou além da conta e viu preto e branco na roupa da mulher de Luiz Adriano . “Preto e branco não”, disse um torcedor, mas logo apareceram outros palmeirenses defendendo a moça.

Fonte: IG Esportes
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Coluna – O Dia da Consciência Rubro-Negra

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A contagem regressiva está em andamento. Nesse dia de celebração dos 50 anos do milésimo gol de Pelé, o torcedor do Flamengo está de olho no fim de um jejum de 38 anos sem disputar a final da Copa Libertadores, e de outro, de dez anos sem a conquista de um campeonato brasileiro. Não é pouco, muito menos se levarmos em consideração que os dois jejuns podem acabar no próximo fim de semana.

Mas é hora, também, de lembrarmos de como o Flamengo e sua torcida chegaram a essa situação. Não foi de janeiro para cá, quando a atual administração tomou posse. Na verdade, temos de voltar no tempo, ao dia 02 de janeiro de 2013, quando Eduardo Bandeira de Mello assumiu a presidência, decretando que as prioridades seriam a organização administrativa do clube, o pagamento de dívidas e a “limpeza” do nome na praça, deixando de lado a sede de títulos, pelo bem do futuro da instituição.

Foi o Dia da Consciência Rubro-Negra.

E o preço não foi barato. É verdade que logo no primeiro ano a nova administração festejou uma Copa do Brasil. Que não estava nos planos. Mas que acabou sendo o principal título até o fim do segundo mandato, em 2018. Além dela, vieram dois campeonatos estaduais e três vice-campeonatos importantes – na Copa do Brasil e na Copa Sul-Americana de 2017 e no Campeonato Brasileiro de 2018. Como gostavam de dizer os torcedores rivais, ficou “no cheirinho”. Mas já era a sinalização de que tempos melhores viriam.

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E chegamos a 2019, manchado pelo incêndio no Ninho do Urubu, com dez vítimas fatais. Nos campos, porém, os resultados comprovam o acerto da decisão lá de 2013 e recompensam o sacrifício de quem entrou para a história do clube, se não como grande campeão, mas como um dos melhores administradores. Com erros, é claro, como todos os outros, mas que não pode ser esquecido.

O caminho do Flamengo está sedimentado. Para se confirmar como um dos, se não o principal, clube do país. Ainda distante dos europeus, mas num patamar acima da grande maioria dos clubes brasileiros e sul-americanos. Se os títulos virão, é outra questão, pois o que acontece dentro de campo foge da capacidade dos dirigentes.

De certo que o clube vai se fortalecer. Vai faturar, encher o cofre. Que tal pensar nos garotos que tiveram a vida interrompida no dia 8 de fevereiro? Que tal botar a mão na consciência e fechar o ano com uma chave, não de ouro, mas rubro-negra?

Edição: Verônica Dalcanal

Fonte: IG Esportes
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