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Política

MT registra 57 mortes por Covid-19 e mais de 2,2 mil casos da doença

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As últimas três mortes confirmadas envolveram residentes de Várzea Grande, Cuiabá e Alta Floresta. A SES notificou 2.262 casos confirmados da Covid-19.

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) notificou, nesta quinta-feira (28), mais três mortes por Covid-19 em Mato Grosso. Ao todo, o estado registra 57 óbitos. As últimas três mortes confirmadas envolveram residentes de Várzea Grande, Cuiabá e Alta Floresta. A SES notificou 2.262 casos confirmados da Covid-19.

As mortes por Covid-19 em Mato Grosso foram registradas em:

  • Várzea Grande (11)
  • Cuiabá (9)
  • Rondonópolis (5)
  • Alta Floresta (3)
  • Barra do Garças (3)
  • Cáceres (3)
  • Lucas do Rio Verde (3)
  • Sinop (2)
  • Aripuanã (1)
  • Alto Araguaia (1)
  • Alto Boa Vista (1)
  • Chapada dos Guimarães (1)
  • Cotriguaçu (1)
  • Curvelândia (1)
  • Jangada (1)
  • Jauru (1)
  • Juína (1)
  • Juara (1)
  • Mirassol d’Oeste(1)
  • Nova Mutum (1)
  • Ponte Branca (1)
  • Pontes e Lacerda (1)
  • Querência (1)
  • São Pedro da Cipa (1)
  • Vale de São Domingos (1)
  • Outros estados (2)

Nas últimas 24 horas, surgiram 177 novas confirmações.

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Dos 2.262 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 1.402 estão em isolamento domiciliar e 658 estão recuperados. Há ainda 145 pacientes hospitalizados, sendo 73 em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 72 em enfermaria.

No boletim, a SES também divulga que a rede do Sistema Único de Saúde (SUS) dispõe, atualmente, de 253 leitos de UTI e 857 leitos de enfermaria especificamente para pacientes com coronavírus no Estado.

Considerando o número total de casos em Mato Grosso, 50% dos diagnosticados são do sexo feminino e 50% masculino; além disso, 654 pacientes têm faixa-etária entre 31 a 40 anos.

O documento ainda aponta que um total de 7.010 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen) e que, atualmente, restam 320 amostras em análise laboratorial.

Dentre os 20 municípios com maior número de casos de Covid-19, estão: Cuiabá (692), Várzea Grande (218), Rondonópolis (170), Tangará da Serra (98), Primavera do Leste (96), Sorriso (75), Lucas do Rio Verde (75), Barra do Garças (72), Confresa (71), Sinop (53), Rosário Oeste (42), Jaciara (37), Alta Floresta (37), Campo Verde (32), Nova Mutum (31), Cáceres (30), Pontes e Lacerda (28), Peixoto de Azevedo (25), Querência (17) e Nova Ubiratã (15).

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Política

Governo Federal sanciona MP que criou programa de manutenção do emprego

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Medida prevê suspensão de contratos e redução de jornada e salários

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta segunda-feira (6) a Medida Provisória (MP) 936, que instituiu o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e Renda. Editada pelo próprio presidente no início de abril, a MP tramitou no Congresso Nacional e foi aprovada pelos parlamentares no mês passado, com algumas alterações.

O dispositivo permite, durante o estado calamidade pública devido à pandemia do novo coronavírus, a suspensão do contrato de trabalho por até 60 dias e a redução de salários e da jornada de trabalho pelo período de até 90 dias. No caso de redução, o governo paga um benefício emergencial ao trabalhador, para repor parte da redução salarial e, ao mesmo tempo, reduzir as despesas das empresas em um período em que elas estão com atividades suspensas ou reduzidas.

Esse benefício pago pelo governo é calculado aplicando-se o percentual de redução do salário ao qual o trabalhador teria direito se requeresse o seguro-desemprego, ou seja, o trabalhador que tiver jornada e salário reduzidos em 50%, seu benefício será de 50% do valor do seguro desemprego ao qual teria direito, se tivesse sido dispensado. No total, o benefício pago pode chegar até a R$ 1.813,03 por mês.

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Mudança

Em sua versão original, a MP 936 previa que o contrato de trabalho poderia ser suspenso por até 60 dias. Já a redução salarial não poderia ser superior a 90 dias. Na Câmara dos Deputados, foi aprovada a permissão para que esses prazos sejam prorrogados por um decreto presidencial enquanto durar o estado de calamidade pública, alteração mantida pelos senadores.

A MP, agora sancionada, prevê ainda que suspensão ou redução salarial poderá ser aplicada por meio de acordo individual com empregados que têm curso superior e recebem até três salários mínimos (R$ 3.135) ou mais de dois tetos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), ou seja, salários acima de R$ 12.202,12. Trabalhadores que recebam salários entre R$ 3.135 e R$ 12.202,12 só poderão ter os salários reduzidos mediante acordo coletivos.

Por Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil – Brasília

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