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Política

Mototaxistas ganham liberação de veículos apreendidos e prazo para pagamento de taxas atrasadas

Publicado

class=”olho”>RÁDIO CÂMARA MUNICIPAL DE CUIABÁ
12/04/2019
Mototaxistas ganham liberação de veículos apreendidos e prazo para pagamento de taxas atrasadas
O representante da associação dos mototaxistas de Cuiabá, Wilson Neves, apresentou no plenário da Câmara de Vereadores, nesta última quinta-feira (11), um projeto de Lei com inúmeras reivindicações da classe. O projeto solicita a utilização conjunta dos corredores de ônibus pelos mototaxistas, aumento do ano de utilização das motos, que passaria de 6 para 8 anos, legalização de mototaxistas que trabalham de maneira clandestina, entre outras reivindicações.
Na sessão o Prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) através do seu líder na Câmara, vereador Luis Cláudio (PP), anunciou a liberação dos veículos de mototaxistas de Cuiabá que foram apreendidos, nas últimas semanas, por agentes da SEMOB (amarelinhos). A principal causa da apreensão dos veículos foi o atraso no pagamento da taxa que permite a prestação do serviço de transporte individual de passageiros na capital.
O prefeito anunciou, também, que após a liberação dos veículos lançará um decreto pedindo a prorrogação do prazo para pagamento das taxas. O líder do prefeito adiantou, ainda, que está em estudo pelo executivo a desoneração total de taxistas e moto taxistas, uma vez que o exercício destas profissões, geram renda para muitos trabalhadores que não possuem outra alternativa para garantir o sustento de suas famílias.
Segundo o vereador, Luis Claudio, o projeto será votado na próxima sessão da câmara, mas antes será apreciado pelos vereadores e pelas comissões. Podendo, neste período, receber emendas e sugestões. A expectativa do líder do prefeito é pela aprovação do projeto que conta com apoio unanime da bancada de sustentação do prefeito Emanuel Pinheiro.
Paulo Wagner – Assessoria de Imprensa

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Fonte: Câmara de Cuiabá
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Política

Presidente do BNDES está com “cabeça a prêmio”, diz Bolsonaro

Publicado

por

O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (15) que o presidente do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy, “está com a cabeça a prêmio há algum tempo”.

Bolsonaro falou com jornalistas quando deixava o Palácio da Alvorada para a Base Aérea de Brasília, de onde embarca para agenda no Rio Grande do Sul: “Estou por aqui com o Levy”, afirmou o presidente.

O presidente Jair Bolsonaro dá posse, em cerimônia no Palácio do Planalto, aos presidentes dos bancos públicos. Assume no Banco do Brasil, Rubem Novaes; no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy, e na Caixa

Joaquim Levy (primeiro à esquerda) tomou posse em janeiro, junto com demais presidentes de bancos públicos – Marcelo Camargo/Agência Brasil

O motivo do descontentamento, disse Bolsonaro, foi a nomeação do advogado Marcos Barbosa Pinto para o cargo de diretor de Mercado de Capitais do BNDES. Para Bolsonaro, o nome não é de confiança, e “gente suspeita” não pode ocupar cargo em seu governo.  

“Eu já tô por aqui com o Levy, falei para ele: ‘demita esse cara na segunda-feira ou eu demito você sem passar pelo Paulo Guedes‘”, disse Bolsonaro.

O presidente acrescentou que, em sua visão, Levy não está sendo leal. “[Ele] Já vem há algum tempo não sendo leal àquilo que foi combinado e àquilo que ele conhece a meu respeito. Ele tá com a cabeça a prêmio há algum tempo”.

Levy assumiu a presidência do BNDES em janeiro.

Moro

Questionado sobre sua confiança no ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, que é alvo de vazamentos de conversas que teria mantido quando era juiz com o coordenador da força-tarefa da Lava Jato no Paraná, Deltan Dallagnol, Bolsonaro diz ter “zero” ressalvas.

“Quanto a minha pessoa zero, zero”, disse ele. “Moro foi o responsável não de botar um ponto final, mas de buscar uma inflexão na questão da corrupção, diminuindo drasticamente”, acrescentou o presidente.

Ele ressalvou, contudo, que ninguém pode contar com 100% de confiança. “Eu não sei das particularidades da vida do Moro, eu não frequento a casa dele, ele não frequenta minha casa, mas mesmo assim meu pai dizia pra mim: confie 100% só em mim e na mãe”.

Como exemplo, o presidente citou a demissão do general Santos Cruz da Secretaria de Governo, o que deve ter “surpreendido” muita gente, afirmou. Ao ser questionado, o presidente negou que a causa da dispensa tenha sido verbas de comunicação. “É fake essa informação de que o Santos Cruz teria tocado nisso”, disse.  

Previdência

O presidente comentou também o parecer do relator da reforma da Previdência na Câmara, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), apresentado na quinta-feira. “[Com] a proposta que tá aí, o meu governo está garantido. A crise virá para 2023, 2024. A gente não quer deixar para o futuro governo que me suceder essa dor de cabeça da Previdência, não podemos continuar vivendo esse fantasma, nessa agonia”, disse.

Bolsonaro afirmou que “a bola está com o parlamento”, antes de concluir dizendo que “nós temos uma chance ímpar de tirar o Brasil do caos econômico que se aproxima”. 

Matéria ampliada às 17h39

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Política
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