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Política

Motoristas de aplicativos protestam contra alta no preço do combustível; veja vídeo

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Motoristas de transporte por aplicativos fizeram mais um protesto nesta quarta-feira (17) contra a alta no preço do combustível e taxas das plataformas em Cuiabá. A manifestação ocorreu em frente à Praça das Bandeiras, na Avenida Historiador Rubens de Mendonça (CPA).

Somente neste ano, o litro da gasolina subiu 54% e diesel teve alta de 41,6%. Na semana passada a categoria fez outro protesto na capital.

Segundo a Associação de Motoristas de Aplicativos de Mato Grosso (AMA-MT), os profissionais pedem ajuda do governo estadual a respeito do preço do combustível e também fizeram uma paralisação contra a plataforma das empresas.

Eles estão insatisfeitos com a taxa do preço das corridas cobrada pelas organizações.

De acordo com a AMA-MT, em 2020 já foi organizada uma reunião com o governo estadual e a Assembleia Legislativa de Mato Grosso, no entanto, por conta da pandemia, essas discussões foram adiadas.

“A plataforma abaixa o preço das corridas e tira [o lucro] do motorista, não é isso que queremos. A outra questão é o preço do combustível. Já orientamos nossos associados a fazerem a conversão para o gás natural e estamos tendo resultados satisfatórios”, disse Cleber Cardoso, presidente da AMA-MT.

Leia mais:  Na pauta da semana, deputados vão discutir ferrovia em Cuiabá e o 1º quadrimestre da Secretaria de Saúde

 

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Política

Governo autoriza vacinar professores após forças de segurança

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O governador Mauro Mendes (DEM) autorizou a reserva de 10% das vacinas contra a covid-19 que o Estado receber para a imunização dos profissionais da educação das redes públicas e privadas. A informação é do secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho. Segundo Carvalho, a decisão ocorreu na manhã desta segunda-feira (12) durante reunião com os secretários de Saúde, Gilberto Figueiredo (Saúde), e da Educação, Alan Porto.

“Estamos fazendo um ofício para a Secretaria de Saúde, solicitando que após a vacinação dos profissionais das forças de segurança, que também sejam imunizados os profissionais da educação”, disse durante entrevista ao programa Tribuna da rádio Vila Real FM.

A decisão tem por base a pressão por parte dos deputados estaduais e do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep). Isso porque na semana passada, os deputados aprovaram em 1ª votação a educação como serviço essencial na pandemia. Caso seja aprovada em 2ª votação, as aulas presenciais poderão retornar.

Com isso, muitos deputados cobraram que os professores entrassem na lista de prioridades para a vacinação no Estado, já que o retorno das aulas está em votação.  O projeto de retorno às aulas garante que a rede privada pode voltar com as aulas presenciais. Já  na rede pública poderia ocorrer de maneira virtual, até que se criem as condições para o retorno presencial.

Leia mais:  AGU cria força-tarefa para garantir investimentos em infraestrutura

O Sintep chegou ameaça greve em fevereiro, caso o governo determinasse o retorno das aulas presenciais. Atualmente as aulas continuam remotas e o governador Mauro Mendes (DEM) aprovou na Assembleia um projeto para a compra de notebooks e o auxílio internet para mais de 15 mil professores da rede pública estadual.

O valor depositado aos professores é de até R$ 6.020. Os profissionais terão que comprovar a compra dos computadores e a assinatura da internet.

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