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Polícia

Morte de empresária gera ‘repulsa’ e potencializa a ‘sensação de insegurança’, diz juiz ao manter prisões

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Ao manter as prisões dos acusados pela morte da empresária Rosimeire Soares Perin, o juiz Abel Balbino Guimarães, plantonista no fim de semana, salientou que Jefferson Rodrigues da Silva, 33, e Pedro Paulo de Arruda, 29, praticaram crime que gera “repulsa” na população e potencializa a “sensação de insegurança”. Informação consta em documento da audiência de custódia.

Jefferson e Pedro Paulo chegaram a afirmar a existência de abusos durante a prisão. “Quanto a este particular estando presente o Exame de Corpo de Delito cabe ao Ministério Público titular da vara tomar as providências que entender cabíveis e necessárias nos termos da lei”, explicou o juiz.

Sobre Jefferson, o magistrado ainda salientou que “o apresentado solto deixa as testemunhas amedrontadas”. Abel Baldino explicou que medida cautelar diversa da prisão não adiantaria, pois o preso estava usando tornozeleira eletrônica.

“O apresentado ao ser preso fazia uso de tornozeleira eletrônica, estava cumprindo pena no regime semiaberto, no entanto, continua a se envolver em situações criminosa graves, em franco desrespeito à lei penal”.

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Dívida de pouco mais de R$ 1,250 foi apontada pela Polícia Civil como a motivação para o homicídio cometido contra a empresária. O corpo foi localizado na quinta-feira (18), em uma estrada de acesso ao distrito de Passagem da Conceição, em Várzea Grande.

Rosemeire trabalhava há mais de 10 anos com a venda de produtos e embalagens para festas, máquina de sorvetes e outros equipamentos do ramo. Na terça-feira, ela foi até Várzea Grande para entregar um produto que o autor do homicídio, Jefferson Rodrigues, havia adquirido e cobrar uma dívida.

A vítima já tinha uma relação de comerciante e cliente com o suspeito, cuja família trabalhava há dez anos com a venda de sorvetes. E recentemente ele decidiu voltar a trabalhar com sorvetes.

A empresária então foi até à quitinete do suspeito mora, no Jardim Paula I, em Várzea Grande, para fazer o teste do batedor adquirido por ele e cobrou os valores devidos. O suspeito não gostou de ser cobrado e deu um golpe que a deixou desacordada, amarrou a vítima com fita adesiva e a amordaçou.

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Fonte: MidiaNews

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Operação Lei Seca autua 32 motoristas por irregularidades em Cuiabá

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A ação foi realizada no bairro Santa Helena. Do total de infrações de trânsito, sete foram por conduzir veículo sob efeito de álcool (Art. 165).

Operação Lei Seca deflagrada na noite desta quarta-feira (03.03), na Avenida Miguel Sutil, em Cuiabá, resultou na confecção de 32 Autos de Infração de Trânsito (AIT’s). A ação começou às 21h20 e seguiu até às 23 horas, no bairro Santa Helena. Uma pessoa foi presa por embriaguez ao volante.

Ainda no período, foram realizados 58 testes de alcoolemia (bafômetro) e 18 veículos, entre carros e motocicletas, foram recolhidos.

Do total de infrações de trânsito, sete foram por conduzir veículo sob efeito de álcool (Art. 165), cinco foram por recusa a realizar o teste de alcoolemia (Art. 165-A), quatro por conduzir veículo sem habilitação (Art. 162), dentre outros.

A Operação Lei Seca é realizada de forma integrada e coordenada pelo Gabinete de Gestão Integrada (GGI-E) da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT). Nesta edição, participaram representantes das Polícias Militar (PM-MT), Civil (PJC-MT) e Rodoviária Federal (PRF), Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT), Sistema Penitenciário de Mato Grosso (Sispen) e Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).

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A multa para o motorista que é flagrado dirigindo sob efeito alcoólico é de R$ 2.934,70. No momento do teste do bafômetro, o condutor que tiver índice de álcool no sangue superior a 0,33 miligramas por litro de ar expelido será preso, pagará multa, terá a CNH suspensa e responderá por crime.

Quando a quantidade de álcool for abaixo de 0,33mg/l, o condutor é autuado, tem a CNH retida e paga multa.

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