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Cidades

Moradores do Pedra 90 podem ser multados em R$ 2 milhões por invasão.

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Na ação, o Ministério Público Estadual (MPE) acusa oito pessoas de invadirem uma Área de Preservação Permanente (APP) no residencial Sonho Meu, em Cuiabá.
O Ministério Público Estadual (MPE) entrou com ação civil pública contra oito pessoas que residem em uma Área de Preservação Permanente (APP) localizada ao lado do posto de saúde da família no residencial Sonho Meu, na região do bairro Pedra 90 e próximo aos bairros Nova Esperança e Pascoal Ramos. A ação foi proposta por meio da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística e do Patrimônio Cultural de Cuiabá, que pede uma indenização de R$ 2 milhões.

O MPE moveu a ação contra os moradores Luis Marque de Almeida, João Vitor Barros Costa, Onezima Marques de Aquino, Silmara Nunes de Lara, Juliana Conceição Dourado, Olga Gonçalves Parreira, Cristiano Otaciano de Oliveira e Pedro Francisco de Lima. O residencial foi entregue pelo ex-governador e atual ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP), em 2005 e, segundo o MPE, até 2015 as famílias ainda não haviam recebido qualquer título de propriedade.De acordo com o MPE, a invasão vem provocando sérias lesões ao meio ambiente urbanístico. Além da supressão da vegetação, foi constatada a construção de um aterro de aproximadamente 1,5 m de altura em toda a extensão da ocupação. O acúmulo de lixo em bolsões e a construção de fossas sem qualquer tratamento têm contribuído para a contaminação do solo e do lençol freático. Na região há um córrego afluente do Aricá.

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“Também foi consignado que as residências construídas pela invasão da área de preservação permanente estão sendo exploradas comercialmente, tendo sido observado anúncio de aluguel em três residências”, destacou o Promotor de Justiça Gerson Barbosa, em um trecho da ação.

Conforme o promotor de Justiça, a permanência dos invasores na APP implicará em possível perda de outras nascentes existentes na região. Além de requerer a desocupação da área, o MPE cobra a elaboração de Projeto de Recuperação de Área Degradada e indenização pelos danos ambientais causados.

A ação foi protocolada na quarta-feira (14) na Vara Especializada do Meio Ambiente de Cuiabá, tendo como valor da causa R$ 2.000.000,00, embora os bens em questão sejam economicamente inestimáveis.

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Cidades

Mato Grosso registra 43 mortes em 24h; UTIs continuam lotadas

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Taxa de ocupação está em 97% para UTIs adulto e em 59% para enfermarias

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta sábado (10.04), 328.805 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 8.530 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado. Foram 43 mortes apenas nas últimas 24 horas.

Foram notificadas 1.356 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 328.805 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 12.804 estão em isolamento domiciliar e 305.369 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 518 internações em UTIs públicas e 513 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 97,92% para UTIs adulto e em 59% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (70.086), Rondonópolis (24.674), Várzea Grande (21.290), Sinop (16.565), Sorriso (12.044), Tangará da Serra (11.179), Lucas do Rio Verde (10.796), Primavera do Leste (9.553), Cáceres (7.114) e Alta Floresta (6.392).

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A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link.

O documento ainda aponta que um total de 293.671 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 1.515 amostras em análise laboratorial.

Cenário nacional

Na sexta-feira (09), o Governo Federal confirmou o total de 13.373.174 casos da Covid-19 no Brasil e 348.718 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país contabilizava 13.279.857 casos da Covid-19 no Brasil e 345.025 óbitos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.

Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não divulgou os dados atualizados deste sábado (10).

Recomendações

Já existem vacinas para prevenir a infecção pelo novo coronavírus, mas ainda é importante adotar algumas medidas de distanciamento e biossegurança.

Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca da Covid-19. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

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O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo vírus. Entre as medidas estão:

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;

– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;

– Evitar contato próximo com pessoas doentes;

– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;

– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

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