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Monalisa Perrone se assusta com pegadinha de Halloween durante transmissão

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Durante a transmissão do jornal “Hora 1” nesta manhã de terça-feira (23), na
Globo

, a apresentadora Monalisa Perrone divertiu a todos ao cair em uma pegadinha de Halloween
.


Monalise Perrone caiu numa pegadinha de Halloween durante a transmissão do
Reprodução/ Globo

Monalise Perrone caiu numa pegadinha de Halloween durante a transmissão do “Hora 1”, da Globo

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Em clima de Dia das Bruxas, o correspondente internacional do “Hora 1” resolveu pregar um susto em Monalisa Perrone
, a âncora do jornal. Diretamente de Paris, o repórter Rodrigo Alvarez vestiu uma máscara assustadora de pirata, o que não havia sido combinado com a apresentadora.

Uma vez convocado para falar sobre uma fazenda inglesa de abóboras, o correspondente apareceu normalmente para conduzir a reportagem. Depois que as imagens das abóboras foram exibidas, o rapaz apareceu com uma máscara de Dia das Bruxas, o que trouxe à tona a surpresa da apresentadora.

Monalisa Perrone toma susto, mas se diverte com o ocorrido


Monalisa Perrone é apresentadora do
Reprodução/Globo

Monalisa Perrone é apresentadora do “Hora 1”, jornal matutino da Globo

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“Meu Deus! Me enganaram aqui”, Monalisa gargalhou depois que o susto passou. “O Rodrigo já foi para a festa, ele não está mais aqui. Os amigos estão lá, é uma casa abandonada”, brincou o correspondente, ainda com a máscara de pirata em seu rosto.

“Meu Deus! Me enganaram aqui”, Monalisa gargalhou depois que o susto passou. “O Rodrigo já foi para a festa, ele não está mais aqui. Os amigos estão lá, é uma casa abandonada”, brincou o correspondente, ainda com a máscara de pirata em seu rosto.

Depois de elogiar a atuação o correspondente internacional do programa jornalístico da Globo
, Perrone apontou, ainda em clima de descontração: “Gente do céu! O que que é isso? O que não faz um pai de três filhos para entreter a molecada?”. Por sua vez, o repórter declarou que usaria tal fantasia durante o Dia das Bruxas: “Eu vou aparecer assim para as crianças, coitadas. Eu não sei se elas vão resistir a esse susto”. Rodrigo ganhou apoio da apresentadora: “Elas vão se assustar, mas vão gostar”, declarou ela.

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A âncora deu maiores detalhes sobre a pegadinha: “Fui pega de surpresa, porque nosso diretor de TV falou assim: ‘Estou com um problema no telão’. Fui olhar e era você já em pleno Halloween! Eu achei que foi pegadinha, mas gostei da surpresa”, afirmou.

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A participação de Alvarez foi encerrada ainda em clima humorístico: “Nós armamos tudo contra você, Monalisa! Estamos todos aqui para te pegar de surpresa, dar susto mesmo! Prepare-se para o dia 31 de outubro que eu volto”, o rapaz declarou. Monalisa Perrone
ainda admitiu que foi pega de surpresa: “A minha risada foi de susto também, levei um sustinho, falei ‘Epa!’”

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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