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Agricultura

Missão Técnica de Cooperativas do Mercosul a Israel será coordenada pelo Brasil

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo, em parceria com a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), vai coordenar Missão Técnica das Cooperativas do Mercosul a Israel, a ser realizada em novembro. Além de visitas para conhecer tecnologias utilizadas no país e participar da feira de alimentos Israfood, o grupo vai explorar o setor leiteiro visando à elaboração de estratégias que estimulem a exportação de leite para além do bloco econômico formado pelo Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai.

A decisão foi acertada durante reunião, na manhã da última quarta-feira (13), em Buenos Aires, entre o secretário de Agricultura Familiar, Fernando Schwanke, o presidente do Instituto Nacional de Associativismo e Economia Social da Argentina (Inaes), Marcelo Collomb, e o diretor da organização, Eduardo Fontenla.

Schwanke explica que a ação é importante para abrir novas possibilidades de mercado. “No ano passado, já houve missão para África do Sul, com a visão dos lácteos, e a ideia agora é trabalhar em conjunto com Israel para buscar novos mercados”.

O cultivo de erva mate foi outro tema do encontro. “A Argentina é uma grande produtora de mate na região de Misiones e o Sul do Brasil também. Vamos colocar a Embrapa em contato com o Instituto Nacional de Pesquisas da Erva Mate da Argentina para que sejam parceiras na busca por alternativas de produção de valor agregado”, afirma o secretário.

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Para realizar um intercâmbio de experiências e debater políticas de fortalecimento do pequeno e médio agricultor, Fernando Schwanke realizou viagem oficial na Argentina. O secretário participou de reuniões em Bueno Aires, acompanhado da gerente de Relações Institucionais do Sistema OCB, Fabíola Motta.

Ministério de Agroindústria

Schwanke se reuniu com o secretário de Agricultura Familiar do Ministério de Agroindústria da Argentina, Santiago Hardie, e com o secretário técnico da Reunião Especializada da Agricultura Familiar do Mercosul (Reaf), Lautaro Viscay, para debater prioridades e propostas de atividades para este ano.

A cada seis meses, um país responde pela presidência pro tempore da Reaf como forma de garantir o equilíbrio entre os países que formam o bloco. “Essa foi uma das pautas da reunião. A presidência, que está à cargo da Argentina neste primeiro semestre, será transferida ao Brasil durante encontro que acontecerá entre os dias 11 e 13 de junho, em Buenos Aires”, conta o Schwanke.

No evento, o Brasil apresentará projeto de inspeção sanitária para as agroindústrias familiares. “É um tema importante de acesso a mercados para pequenos e médios agricultores. Também serão debatidos pontos relacionados a alianças produtivas, cadeias curtas e a nova ruralidade”, adianta o secretário.

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Cooperativismo

A última reunião aconteceu na Confederação Intercooperativa Agropecuária da Argentina (Coninagro), com o presidente Carlos Iannizzotto. “Repassamos toda nossa previsão de programação, para que nos auxiliem, junto à OCB, na organização das missões, visitas e reuniões técnicas que acontecerão neste ano. O setor será um grande parceiro na organização das ações”.

Na avaliação de Fernando Schwanke, as reuniões foram positivas por mostrarem alinhamento de ideias entre Argentina e Brasil com o objetivo de trabalharem juntos para alavancar a agricultura familiar dos países.

Mais informações à imprensa:Coordenação-geral de Comunicação Social
[email protected]

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Agricultura

Sobe lista de produtos com o desconto de agricultura familiar

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A lista com os bônus do Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF) deste mês elegeu apenas oito produtos com direito ao valor de desconto nas operações e parcelas de crédito rural. O cálculo dos valores é feito pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e tem validade até o dia 9 de maio. Nesta edição, os produtos que entraram na lista de bônus foram o maracujá, dos estados de Minas Gerais e Ceará, e a raiz de mandioca, de Pernambuco.


Entre os demais produtos, os que mais permitirão aos agricultores o recebimento da ajuda do governo federal são a cebola produzida no Rio Grande do Sul (45,21%), assim como o mel de abelha do Paraná (38,30%), a mandioca de Alagoas (33,45%) e a castanha-de-caju do Piauí (24,26%).

 

De maneira geral, houve uma elevação nos preços de mercado pagos aos produtores em todo o Brasil, o que reduziu a necessidade de uma lista maior de contemplados com o auxílio do PGPAF. Desta forma, recebem o bônus apenas os itens que seguem com dificuldades na comercialização, como a cebola gaúcha, que pela segunda vez este ano recebe o maior percentual.

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Os demais integrantes são banana, de Alagoas, o feijão caupi, do Pará, e a manga, da Bahia. Ficaram de fora da lista nesta edição a banana, da Paraíba, a castanha-de-caju, do Maranhão, o feijão caupi, do Tocantins e Maranhão, a manga, do Rio de Janeiro, o mel de abelha, do Rio Grande do Norte, a pimenta do reino, da Bahia, e a raiz de mandioca, do Pará.

O bônus do PGPAF é concedido quando o valor de mercado de algum dos produtos do programa fica abaixo do preço de referência, permitindo ao produtor utilizar o valor como desconto no pagamento ou amortização nas parcelas de financiamento no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

Para saber detalhes, clique aqui e acesse a lista completa na portaria publicada no Diário Oficial.

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