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Política

Misael Galvão reafirma total compromisso de apoiar trabalhadores de aplicativo uber

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Motoristas lotaram na manhã de hoje a galeria da Câmara Municipal, na expectativa de votação de projeto que eventualmente garanta benefícios à categoria e não a sobrecarregue com taxas. Por falta de entendimento, o projeto foi retirado de pauta pelo líder do prefeito no Parlamento, Luís Cláudio, para rediscussão de vários itens.
O vereador e presidente do próximo biênio do Legislativo da capital, Misael Galvão, afirmou hoje (18) que os trabalhadores de aplicativo uber podem contar com seu total apoio e dos demais pares da Casa de Leis para acessar os benefícios pretendidos na profissão, ainda não acordados legalmente. O peso das taxas impostas sobre os motoristas de aplicativo foi um dos pontos contundentes dessa discussão em plenário e imbuída de forte animosidade por parte dos profissionais do setor. Exaltação que levou o presidente Justino Malheiros a pedir cautela para a própria segurança dos presentes na galeria. “Vamos ter prudência. Se esta divisória quebrar, vocês e outras pessoas podem se machucar”.
Também participaram dessa reunião com os motoristas de aplicativo os vereadores Luís Cláudio, líder do prefeito, e Dilemário Alencar. Todos sublinharam a importância de um entendimento consensual. Na galeria do Legislativo, Misael Galvão reiterou a importância de manutenção de uma linha de diálogo transparente e coerente entre eles e o Legislativo.
“Procedo de uma liderança dos camelôs. De onde eu vim, tudo o que nosso grupo obteve foi à custa de muito diálogo, sempre pautado numa linha de justiça. Isso realmente nos levou a alcançar resultados almejados coletivamente. Representamos a sociedade cuiabana determinados a colaborar – no que for possível – para que seus anseios justos se reflitam em realidades futuras”.
O vereador citou ainda que o Parlamento abriu suas portas aos trabalhadores de aplicativo para melhor dialogar com o Executivo.&nbsp “Eu e outros colegas de Parlamento participamos de muitas reuniões. Mas, creio, prevalece a impressão de que os temas propostos não foram discutidos na íntegra com a maioria dos aplicativos. Então, é imperioso discutirmos&nbsp a fundo tudo aquilo que tem gerado dúvidas e insatisfações nesse segmento. É um ganha pão honesto e merece respeito e apoio de toda a sociedade”.
Segundo o parlamentar, pelo diálogo sempre é possível estender um panorama de agrado geral dos trabalhadores. “Não precisamos ficar apreensivos se, hoje, não houve nenhum avanço pretendido. Isso porque, amanhã ou depois, as coisas podem ser resolvidas serenamente, sem conflitos. O mais importante é que nenhuma decisão será imposta “goela abaixo”, a fim de prejudicar a categoria”.
O vereador Luís Cláudio reiterou as palavras de Misael Galvão e disse que, na condição de líder do prefeito na Câmara, irá retirar o projeto de pauta, para nova reavaliação. Trabalho a ser feito a duas mãos, com a participação dos trabalhadores de aplicativo, salientou. “Podem confiar no seguinte: este Parlamento não tem a menor intenção de prejudicá-los, pelo contrário. Vamos reestudar o projeto para chegarmos a um consenso satisfatório. Vocês têm nosso respeito e admiração são trabalhadores honestos e esforçados”.
Para um dos motoristas de aplicativo uber, Roque da Silva, também presente à reunião, a categoria apenas deseja ser justiçada. “Não dispomos de nenhum benefício, apesar de pagarmos taxas e mais taxas, cobradas automaticamente no ato da contratação dos serviços de transporte. Os taxistas têm vários benefícios, conforme a lei dispõe. Já os motoristas de aplicativo, não têm nenhum. Não é justo isso, convenhamos. Não temos sequer carteira assinada, nenhum tipo de apoio. Deve ser ressaltado que não discordamos de pagar taxas, desde que elas também se revertam em benefícios à categoria”.
João Carlos de Queiroz/Elizângela Tenório – Secretaria de Comunicação Social – CMC

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Secretário vê risco em reabrir escolas e afirma que neta estudante foi infectada

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Andhressa Barboza/ rdnews

O retorno das aulas presenciais em Mato Grosso não deve ocorrer em breve. Com risco alto de contaminação pela Covid-19, as escolas são locais críticos para espalhar o vírus e preocupa autoridades como o secretário chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho. Ele relata ter visto toda sua família ser infectada após sua neta de apenas 4 anos, que estava frequentando a escola, ficar doente e acabar contaminado parentes próximos.

Na minha família, até dias atrás, estavam todos contaminados e quem trouxe o vírus para casa foi minha neta de 4 anos que estuda em uma escola privada

Chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho

Ele contou o caso, que é recente, após ser questionado sobre um Projeto de Lei que tramita na Assembleia que prevê a inclusão das instituições de ensino públicas e privadas na lista de serviços essenciais.

“Eu tenho muita dúvida com relação a isso. Na minha família, até dias atrás, estavam todos contaminados e quem trouxe o vírus para casa foi minha neta de 4 anos que estuda em uma escola privada. Então, tenho muita dúvida com relação ao retorno das aulas”, alertou.

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Na última semana, o governador Mauro Mendes (DEM) sinalizou que não deve sancionar o projeto que já passou em primeira votação pela AL. Ele também alertou, sem citar o caso de Carvalho, que crianças podem ser infectadas e contaminar parentes.

“Você pega uma escola estadual como a presidente Médici, tem 2 ou 3 mil alunos uma escola dessa. Como vamos fazer? Temos que avaliar cientificamente e eu não gostaria de dar a minha opinião, até pelo que aconteceu com a minha família, mas é uma situação que vamos avaliar com muito carinho”, ponderou Mauro Carvalho.

Em relação ao PL, o secretário preferiu não ser direto em defender uma postura contrária. Mas quis deixar evidente o risco de abrir escolas em um momento crítico para a saúde pública que está em colapso há mais de um mês. Já são mais de 8,4 mil mortos pela doença no Estado e, diariamente, a fila de espera de pessoas graves que aguardam vaga em UTI passa de 100 pessoas.

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“Eu não conversei com o governador sobre essa situação (do PL), mas isso merece um estudo bem aprofundado para que a gente não cometa nenhum ato que vá prejudicar as pessoas. Os critérios precisam ser pensados com muito equilíbrio”, concluiu.

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