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Judiciário

Ministro do STF Marco Aurélio Mello dá “pito” em advogada que se referiu a ministros como “vocês”

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O ministro do STF Marco Aurélio Mello voltou a se irritar nesta semana pelo que considera desrespeito à liturgia do cargo que ocupa.

 

Ele deu um “pito” na advogada Daniela Lima de Andrade Borges, da Bahia, que ousou dizer a palavra “vocês” para se dirigir aos ministros.

 

“Inclusive queria confessar aqui para vocês que nessa causa se discute a ausência de cumprimento dos requisitos…”, disse a advogada, durante sustentação oral, sendo imediatamente interrompida e repreendida.

 

“Presidente, novamente, advogado se dirige aos integrantes do Tribunal como vocês?”, questionou Marco Aurélio.

 

A advogada ainda tentou falar, mas Marco Aurélio emendou. “Há de se observar a liturgia. É uma doutoraprofessora…”, criticou.

 

“Peço desculpa, vossa excelência, pelo nervosismo, o senhor, vossa excelência, tem toda razão”, encerrou a advogada.

 

Nos últimos dias, esta é a segunda repreensão de Marco Aurélio frente ao que ele chama de desrespeito à liturgia do cargo. Recentemente ele recusou um convite para um evento na Justiça de Santa Catarina porque fora feito por alguém do cerimonial. “Integrante de cerimonial não se dirige a ministro”, afirmou.

 

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Veja o vídeo:

 

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Judiciário

STF destaca estado de calamidade e suspende VI de secretários e no TCE

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O STF (Supremo Tribunal Federal) suspendeu liminarmente os efeitos da Lei Estadual 11.087/2020, que criou verba indenizatória para o TCE (Tribunal de Contas do Estado), secretários, adjuntos, procurador geral e presidentes e diretores de autarquias e fundações de Mato Grosso.

Abertura do terceiro dia de julgamento sobre a validade da prisão em segunda instância no Supremo Tribunal Federal (STF)

A decisão provisória foi tomada em julgamento virtual iniciado no dia 15 de maio e encerrado ontem (21), sobre ADI (ação direta de inconstitucionalidade) proposta pelo procurador-geral da República, Augusto Aras.

No entendimento da Suprema Corte, é tempo de considerar a calamidade pública trazida pela pandemia de Covid-19 e, portanto, não é hora de aumentar gastos.

Também foram suspensas as outras ADIs sobre o mesmo tema em trâmite simultâneo no STF e no Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Por: folhamax

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