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Agricultura

Ministério da Agricultura e CNA atualizam o Guia de Seguros Rurais

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O Guia de Seguros Rurais, publicação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e a Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), foi atualizada e o conteúdo digital já está disponível no site do Mapa. O objetivo principal da publicação é proporcionar conhecimento aos produtores e demais agentes de interesse do setor agropecuário sobre os produtos de seguros agropecuários disponíveis no mercado brasileiro.

O guia foi elaborado com a participação de entidades que representam o setor produtivo e das seguradoras que atuam no mercado. O documento teve sua primeira versão publicada em 2016 e, neste ano, passou por uma revisão e ampliação.

A nova versão traz novidades como a inclusão de informações mais detalhadas sobre o funcionamento dos produtos de seguro para florestas, café, frutas, hortícolas, bovinocultura e aquicultura. Há também informações sobre modalidades de seguro, tendo como novidade o seguro paramétrico, que foi aprovado este ano na Superintendência de Seguros Privados (Susep). Este seguro, também chamado de Índices Climáticos, é calculado com base no valor esperado pelo cliente a ser obtido com a produção. Trata-se de um produto que considera as oscilações dos parâmetros climáticos, como temperatura e precipitação.

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Clique aqui para acessar a nova versão do Guia de Seguros Rurais

O guia também traz a lista completa das 14 companhias seguradoras credenciadas no Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), informando regiões e atividades ofertadas de seguro rural. Além disso, o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC), estudo indicativo do calendário de plantio ou semeadura das culturas, indispensável para a contratação do seguro e, consequentemente, o recebimento da indenização, também ganhou capítulo próprio no guia.  

“Os seguros rurais representam um importante mecanismo de proteção para que os produtores possam investir em suas atividades com segurança, mesmo se ocorrerem adversidades climáticas. Mas, para que possam ter acesso a uma proteção adequada, é importante que os agricultores conheçam as opções disponíveis no mercado, as coberturas oferecidas, os critérios de apuração dos prejuízos e indenizações, os riscos excluídos e os procedimentos que devem ser adotados quando ocorrerem sinistros”, observa o diretor de Gestão de Risco da Secretaria de Política Agrícola do Mapa, Pedro Loyola.

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Segundo a assessora técnica da Comissão de Política Agrícola da CNA, Fernanda Schwantes, o guia apresenta também exemplos de contratação de seguro agrícola e cálculos de indenização. “O guia tem um papel importante de disseminação da cultura de seguros rurais aos produtores, mas também serve aos corretores de seguro e gerentes de instituições financeiras e profissionais interessados em gestão de riscos”, finaliza. 

Mais informações à imprensa: Coordenação-geral de Comunicação Social
Inez De Podestà
[email protected]

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Agricultura

Portaria libera uso de agrotóxicos para combater nuvem de gafanhotos

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O Ministério da Agricultura autorizou, em caráter emergencial, o uso de determinados agrotóxicos para o controle da praga de gafanhotos que ameaça as colheitas no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Pela portaria publicada nesta terça-feira (30), o uso de inseticidas biológicos, à base de fungos e bactérias, e outros produtos podem ser usados no caso de surto comprovado da praga de gafanhotos. Entre os princípios ativos autorizados em caráter temporário, estão o acefato ou organofosforato, a cipermetrina, deltametrina, melationa, entre outros.

Os responsáveis pelo registro dos produtos ficam desobrigados de modificar a bula para o uso desses inseticidas. A portaria do Ministério da Agricultura ainda determina que o plano para o controle da praga deve ser estabelecido pelo Órgão de Defesa Agropecuária de cada estado a partir de procedimentos gerais determinados pela Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério.

 

Os órgãos estaduais devem apresentar ainda a instância federal do setor relatórios trimestrais com todas as ações realizadas durante o período emergencial, incluindo a quantidade de agrotóxico usado nas plantações.

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