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“Minha Fama de Mau”: Chay Suede vive o tremendão Erasmo Carlos no cinema

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Pode vir quente que ele está fervendo! Chay Suede interpreta Erasmo Carlos na cinebiografia do cantor intitulada “Minha Fama de Mau”. Dirigida por Lui Farias, o longa está previsto para estrear nos cinemas dia 14 de fevereiro. 

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Foto no set de Minha Fama de Mau
Divulgação

Foto no set de Minha Fama de Mau

O filme conta a trajetória do cantor e compositor que se destacou no cenário musical na década de 60 e despontou na carreira com a Jovem Guarda. A “Minha Fama de Mau” aborda também a amizade do “Tremendão” com Roberto Carlos e Wanderlea, a Ternurinha, interpretados, respectivamente, por Gabriel Leone e Malu Rodrigues.

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O trailer traz um recorte que vai da juventude de Erasmo, na Tijuca, onde conheceu Tim Maia (Vinicius Alexandre) e onde formou o grupo The Snakes, até o fim da década de 70, quando atingiu o auge do sucesso na Jovem Guarda, ao lado de Roberto e Wanderlea. O vídeo mostra também a fase no rádio, além da grande amizade com Roberto Carlos, com quem dividiu composições que marcaram gerações. (continua no último parágrafo).

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Estrela em ascenção


Pedersen está em busca do sucesso
Divulgação

Pedersen está em busca do sucesso

Recentemente, a cantora pop dinamarquesa Emilia Pedersen lançou seu primeiro clipe no Youtube, o Turn it Up . Após o primeiro dia de lançamento, o clipe recebeu mais de 15.000 visualizações e repostado em diversos sites e mídias sociais, tendo alcance até na Rússia.

Emília Pedersen nasceu na Dinamarca, mora em Nova York e é apaixonada pelo Brasil. Com apenas 16 anos de idade, ela fala quatro idiomas e visitou mais de 65 países. Ainda começando a carreira, entre os planos da artista estar continuar compondo.

Claudia Leitte e IZA de lingerie

Falando no mundo da música, Claudia Leitte fotografou ao lado de IZA a nova campanha 2019 da Plié Lingerie. Clicadas pelo renomado Jacques Dequeker, as fotos têm chamado atenção na internet pelo nível de sensualidade e pela dupla inesperada.

Meninos do sertanejo


Rodrigo Lessa & Miguel
Reprodução Instagram

Rodrigo Lessa & Miguel

Mudando de ritmo, a dupla Rodrigo Lessa & Miguel lançou na última sexta (11) o primeiro CD/DVD nomeado “Na Hora H”. No projeto, os sertanejos cantam seus principais sucessos, como Nosso Fogo, Quando Olhei Pra Você, Estilo Modão, 10 Metros Quadrados e mais

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Sobre a expectativa para reação do público, os artistas declaram: “Cuidamos de todos os detalhes para que o novo projeto ficasse a nossa cara. A seleção das músicas foi feita com muito carinho junto com toda a nossa equipe. Chegamos a um repertório bem eclético que reflete a nossa trajetória. É um trabalho que gravamos de forma bem intimista para assistir com a família e amigos, curtindo os bons momentos da vida”.

+ “Minha Fama de Mau”


Cena de Minha Fama de Mau
Divulgação

Cena de Minha Fama de Mau

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Além de Chay Suede , estão no elenco de ” Minha Fama de Mau ” grandes talentos, como Bruno de Luca (Carlos Imperial) e Bianca Comparato, que interpreta as várias mulheres que passaram pela vida de Erasmo, inclusive, Narinha, sua esposa. Isabela Garcia e Paula Toller fazem participações especiais. 

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O ronco, racismo reverso, e o pouco que o “BBB” mudou até hoje

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O “BBB” começou nesta semana sua 19ª edição. Desde 2000 anônimos de todo o Brasil se inscrevem no reality show aspirando de fama a sucesso profissional, e no caminho mostram quem são ao ficar confinados numa casa cheia de câmeras acompanhando seus movimentos.


Tereza fala sobre
Reprodução/Globo

Tereza fala sobre “racismo” com mulheres brancas e mostra como tema evoluiu pouco entre participantes

Mas, ao longo desses 19 anos nem sempre as edições foram um reflexo da população brasileira. Pelo contrário, a população negra, por exemplo, sempre foi relegada ao papel de coadjuvante nesse tempo, sendo uma minoria nas edições. Para se ter uma ideia, somente na 15ª edição do “ BBB ” houve um aumento no número de negros, que somaram quatro pessoas, entre 13 integrantes da casa.

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O que antes parecia ser uma “cota” vem mudando ao longo das edições, e o reflexo disso são debates mais aprofundados e embasados. Isso não significa que os participantes não tenham demonstrado racismo, o que ainda é recorrente a cada edição. Munik Nunes, vencedora da edição de 2016, chegou a comentar durante o confinamento que a colega Geralda parecia a “nêga” do BBB por fazer todo o trabalho doméstico.

Em 2014 o participante Cássio chegou a dizer, em tom de brincadeira, que era acusado de assassinato por ter “atravessado uma afrodescendente” durante uma relação sexual. Essas atitudes na maioria das vezes passaram ilesas, justamente por conta da falta de representatividade, que impedia que essas falas fossem contestadas e apontadas como racistas.

Em 2018, a situação não melhorou muito. Apenas três participantes eram negros e uma delas, Nayara, saiu com o maior índice de rejeição da história do reality. Apesar de não estar entre as mais “queridas” da edição, nenhum comportamento da sister justificava uma rejeição tão alta: ela não fez barraco com ninguém, não xingou nem desrespeitou ninguém, muito menos teve algum comportamento que a tornasse uma “vilã”.

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O próprio Cássio, que na época de sua declaração criminosa chegou a ser investigado, saiu com apenas 62% dos votos, enquanto Nayara superou os 90% em um paredão triplo.

O racismo e a nova edição do “BBB”


Rodrigo foi alvo de reunião para debater seu ronco e participantes e espectadores veem racismo
Reprodução/Globo

Rodrigo foi alvo de reunião para debater seu ronco e participantes e espectadores veem racismo

Com uma edição novinha em folha há quatro dias no ar, o racismo voltou a ser pauta, dessa vez sendo contestado. Um comentário da participante Tereza, que pouco antes tinha ganhado o carinho do público por conta de seu desempenho em uma prova de resistência, gerou comentários dentro e fora da casa. Ela chegou a dizer que mulheres brancas também sofrem racismo e, mesmo depois de mudar a designação “racismo”, manteve seu comentário original, sendo apoiada por Isabella. Gabriela e Rízia, com muita paciência, explicaram que o que elas sofrem não é racismo e que o preconceito racial é muito mais complexo e histórico.

O dilema coloca em prática, mais uma vez, pequenas atitudes que os negros combatem diariamente em suas vidas, e acabam revivendo na “casa mais vigiada do Brasil”.

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Ao longo das últimas edições, nessas conversas, o lugar de fala negro no reality tem sido mais expressivo. Tanto Nayara como Viegas, outro participante do “BBB 18”, participavam do movimento negro e puderam colaborar para o fortalecimento do debate na edição. Ainda assim Gleici, vencedora em 2018, sofreu diversos ataques racistas, com um perfil no Twitter chamando-a de “macaca” e tentando eliminá-la do reality.

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Em 2019, mesmo com o esforço de Gabriela e Rízia outra confusão tem levantado a questão racial: o ronco. O participante Rodrigo, negro, tem sido criticado por conta de seu alto ronco e a mesma Isabella reuniu todos para tentar encontrar uma solução, já que estava difícil de dormir. O problema, que outros participantes apontaram posteriormente, é que Gustavo, branco, também roncava. Alguns integrantes na casa apontaram racismo no desconforto de Isabella, e o próprio Rodrigo se mostrou desconfortável com a situação, apesar de preferir não apontar racismo pois estaria “prejulgando” as pessoas.

Um pode argumentar que o “Big Brother” não é um “palanque”, mas o programa é, de certa forma, um experimento social, e não cumprirá sua função adequadamente se não permitir e principalmente ampliar o debate social no Brasil. Essas pessoas tem muito tempo ocioso e passam o dia conversando sobre os mais diversos assuntos. Por que não falar sobre as dores e alegrias de suas vidas? Como consequência, eles têm a oportunidade de conhecer mundos muito distantes dos seus próprios, e é essa troca que os enriquece e permite a convivência entre eles.  

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O “ BBB ” existe até hoje por que temos curiosidade em acompanhar o comportamento das pessoas. Mas nós mudamos e a maneira como vemos televisão também. Sendo assim, debates que ficavam em segundo plano começam a tomar a frente, e os realitys, assim como a programação, tem que achar uma forma de acompanhar.

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