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Mesmo sem horário de verão, celulares adiantam relógios em uma hora

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Embora o horário de verão tenha sido  revogado no governo de Jair Bolsonaro , o sistema das operadoras de celular e do sistema Android adiataram automaticamente em uma hora. Na última sexta-feira (18), o Google havia publicado um anúncio oficial recomendando que usuários de Android no Brasil alterassem as configurações automáticas de data e hora.

mulher mexendo no celular
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Os celulares Android adiantaram os relógios em uma hora automaticamente e causou confusão entre usuários

A empresa havia informado que, mesmo após a alteração para não programar o horário de verão  , celulares poderiam fazer a atualização do relógio automaticamente. A recomendação é a de que o usuário faça a correção manual do aparelho

O horário de verão do brasileiro deveria acontecer entre este sábado (19) e domingo (20), com os relógios sendo adiantados em uma hora, mas foi revogado em abril.

No Twitter  , centenas de usuários relataram o problema; veja alguns relatos:

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Mudança do horário de verão no Brasil

No Brasil, o horário de verão foi instituído pela primeira vez no verão de 1931/1932, pelo então presidente Getúlio Vargas. O objetivo era  aproveitar a iluminação natural dos dias mais longos para economizar energia e poupar recursos da matriz energética.

No ano passado, o Ministério de Minas e Energia divulgou estudo que apontava para a perda de efetividade do horário de verão. Segundo a nota técnica, a adoção de outros instrumentos regulatórios, como a tarifa branca e preço por horário, poderia ser mais eficaz.

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O porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, informou que o governo fez uma pesquisa que mostrou que 53% dos entrevistados pediram o fim do horário de verão  . Não foram divulgados, entretanto, detalhes da pesquisa.

Fonte: IG Tecnologia
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Brasil / Mundo

PRF oferece modalidade de recolhimento virtual de documento para facilitar a vida do cidadão

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Para melhorar a prestação de se serviços à sociedade e desburocratizar com responsabilidade e eficiência, a Polícia Rodoviária Federal criou uma nova forma de recolher, nos casos devidos, o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) em uma fiscalização. Agora, o recolhimento é virtual. Em outras palavras, o motorista não terá que deixar o documento com a PRF nos casos em que a retenção dele é obrigatória. A partir da edição da Lei 13.281/2016, a legislação alterou o artigo 133 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e relativizou a obrigatoriedade do porte do documento.

Entenda melhor – Vamos tomar como exemplo uma situação hipotética: Você é abordado pela PRF. Durante a fiscalização o policial verifica que o para-brisa dianteiro do seu carro está danificado. Como não é possível, na maioria dos casos, realizar a troca do equipamento no local da fiscalização, a PRF libera o seu veículo para que você o leve até um estabelecimento apropriado para os reparos. Mas, para que isso ocorra, o agente da PRF recolherá virtualmente o CRLV. E como este “recolhimento” é feito? Simples. O policial irá incluir uma restrição no sistema, que permanecerá lá até que o problema que gerou o recolhimento seja resolvido. Um detalhe fundamental deve ser observado. Como o recolhimento é virtual, o usuário, após sanar o problema, poderá requerer a “devolução” (retirar a restrição) do documento em qualquer unidade da PRF. Outro detalhe interessante é quando o usuário não apresentava o CRLV, seja porque havia sido rasurado ou, por acreditar que poderia “esconder” uma situação onde o documento estaria sabidamente atrasado. O recolhimento virtual resolve também situações como estas.

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Como era antes? – Era bem parecido; só que o agente PRF recolhia o documento físico. Assim, quando o usuário resolvia o problema, era obrigado a retornar ao mesmo local onde o CRLV havia sido recolhido para poder reavê-lo. Imagine aquela situação onde o local de recolhimento (posto da PRF) ficava a mais de 200, 500 quilômetros ou mais de distância da residência ou empresa do cidadão? Era complicado!

Recolhimento do documento físico pode ser feito?  Sim. O CRLV “de papel” pode ser recolhido durante uma fiscalização da PRF nos casos em que o policial suspeitar que há indícios de adulteração no documento ou, no caso, se ele perceber que há sinais de inautenticidade.

“A ideia foi desburocratizar e simplificar o processo , visando facilitar os procedimentos em prol dos cidadãos e agilizar o serviço dos policiais, mantendo a efetividade dos procedimentos”, pontuou o diretor de operações da PRF, João Francisco. A PRF foi o primeiro órgão do Sistema Nacional de Trânsito a se adequar aos tempos da “hiperconectividade” e normatizar um procedimento que viabilize a aplicação da medida administrava que evite o recolhimento do veículo (nos casos previstos), substituindo pelo recolhimento apenas dos documentos eletrônicos/digitais, visando a prestação de um serviço mais ágil e justo para a sociedade.

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