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Mercedes-Benz entra na Fórmula E com desejo de repetir sucesso da Fórmula 1

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Com 125 anos no automobilismo, além do sucesso na Fórmula 1, Mercedes revela o monoposto EQ na Fórmula E

Depois de dominar a Fórmula 1 nos últimos anos, a Mercedes-Benz quer ir com tudo para a categoria dos elétricos. Ela participa agora da Fórmula E, com equipe de oficial de fábrica, após um ano de experiência como fornecedora de motor para a equipe Venturi. Para estrear fazendo barulho, a montadora chegou, inclusive, a sugerir que o campeão mundial de F1, Lewis Hamilton, fizesse uma temporada na Fórmula E – o piloto inglês não aceitou.

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Enquanto domina a Fórmula 1 , o interesse dos alemães em corrida de carros elétricos vai funcionar como uma boa ação de marketing. A expectativa da empresa é que os veículos elétricos correspondam por até 25% das suas vendas até 2025.

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A Fórmula E é considerada pela Mercedes-Benz com uma boa plataforma de marketing para o projeto ‘e-next generation’

A Daimler, companhia proprietária das marcas Mercedes, Smart, AMG e Maybach, está investindo cerca de 10 bilhões de euros para o desenvolvimento de carros elétricos. Recentemente, a empresa confirmou que está suspendendo o desenvolvimento de motores a combustão da marca por tempo indeterminado.

A Mercedes-Benz vai lançar uma nova família de carros elétricos na sua futura linha, a “e-next generation”. Segundo informações prévias, alguns dos modelos teriam autonomia média de 500 km e aceleração de 0 a 100 km/h abaixo dos 5 segundos.

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A Porsche está lançando o esportivo Taycan e aproveitará as corridas da Fórmula E para a propaganda

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Não se trata da única montadora da Alemanha a ingressar na Fórmula E visando a propaganda de seus veículos. A Porsche está lançando o Taycan, um esportivo totalmente elétrico e a corrida é importante para divulgar a tecnologia.

A marca planejava uma entrada há um tempo e finalmente chegou a hora. Em 2017, a Porsche anunciou que iria encerrar sua presença na corrida de Le Mans para se dedicar ao desenvolvimento da Fórmula E. Uma grande surpresa, considerando que a Porsche venceu três corridas consecutivas de 24 Horas de Le Mans.

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Mercedes-Benz e Porsche têm grande tradição no automobilismo. Elas estão chegando na Fórmula E, entrando na disputa com 12 equipes e 24 carros. Mais do que em qualquer outra categoria do automobilismo, há vários fabricantes e os principais são Audi, BMW, DS [Peugeot / Citröen], Jaguar, Mahindra e Nissan, além de equipes independentes.

Temporada 2019-2020

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A Porsche fez sua estreia na Fórmula E com um bom segundo lugar na Arábia Saudita

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Certamente, essa categoria é um grande laboratório para o desenvolvimento de veículos movidos a eletricidade, assim como já aconteceu na Fórmula 1 para os carros movidos por combustão. Além disso, as corridas são emocionantes e a temporada 2020 promete ser uma das melhores para assistir .

No dia 22/11 foi realizada a 1ª etapa da temporada da Fórmula-E 2019/2020, na Arábia Saudita. As equipes estreantes na categoria já demonstraram que vierem para disputar o título. A Porsche ficou com um bom segundo lugar e a Mercedes fechou o pódio em terceiro. A vitória foi da experiente equipe da Audi.

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A primeira etapa da temporada 2019-2020 da Fórmula E, vencida pela Audi, mostrou a força das equipes de fábrica

Da mesma forma que seus concorrentes, a marca participa da Fórmula E divulgando o seu modelo e-Tron. Os pilotos brasileiros que estão na Fórmula E não foram bem na corrida de estreia. Felipe Massa terminou em décimo segundo e Lucas Di Grassi na décima terceira posição.

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O Campeonato de Fórmula E é a sexta temporada reconhecida pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA) como categoria de competição de monopostos elétricos. O calendário de 2019/20 é composto por 14 corridas em 12 cidades de quatro continentes.

Seul e Londres são as novidades do calendário. Na América do Sul, o Chile é o único país a ter uma prova da Fórmula E , mas ainda depende da homologação do circuito. Apesar de sediar a Fórmula 1 , o Brasil segue de fora do calendário do campeonato. Mas poderia ser uma opção caso a prova chilena não aconteça por motivos políticos e sociais.

Fonte: IG Carros
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Ford Ranger XLT empolga com bom nível de força em baixa rotação

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Ford Ranger 2020 tem novas cores, grade frontal redesenhada, mudanças no acabamento interno, entre outros itens



Durante a avaliação, em que percorremos mais de 300 km, a característica do desempenho mais marcante da picape foi a força de saída. Faz sentido, se considerarmos o motor parrudo Duratorq 3.2 litros turbo a diesel, de 200 cv e 47,9 kgfm de torque ( na sua faixa de preço, só perde para a Chevrolet S10 em torque).

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O desempenho da Ford Ranger XLT é facilitado pelo câmbio automático de seis velocidades. O sistema é ágil na maioria das trocas, não deixando as acelerações morosas. Mas nem tudo é perfeito. Em algumas situações, o câmbio segura a segunda marcha, forçando um giro elevado do motor. Empurrar a manopla do câmbio para o lado e efetuar a troca manual resolve esse problema. A relação do conjunto garantiu a boa média de consumo de 9,3 km/l.

Atualizado na linha 2020, com novas molas, coxins, ajuste de carga dos amortecedores, reforços estruturais e barra estabilizadora, o sistema de suspensão da da Ranger ficou bem mais manso no rodar da cidade. Em alguns momentos, é claro, por se tratar de um modelo sobre chassi, ela ainda balança um pouco.

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Traseira segue a ideia de robustez que é ponto de partida comum às picapes

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Nada fora do esperado para um modelo desse segmento. Também percebemos algumas destracionadas da roda traseira rodando na opção de tração 4×2. Nada longe do esperado para uma picape média . No 4×4, o modelo tem tecnologia de bloqueio do diferencial traseiro.

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Ford Ranger XLT mostra bom isolamento acústico e bom nível de conforto ao dirigir

Vale considerar que em quase todo período de avaliação rodamos sem peso na caçamba, que comporta mais de uma tonelada de carga (1.186 kg) ? só perde para a Volkswagen Amarok nesse quesito. O lado positivo é que a eletrônica sempre está ao nosso favor, atuando com os controles de estabilidade e tração.

A direção elétrica tem boa progressividade e chama atenção pela leveza no giro para as manobras de estacionamento. Tão fácil quanto guiar um subcompacto. Embora o motor grandalhão ressoe alto para quem está do lado de fora, no interior, o silêncio impera. Trabalho louvável da engenharia com o isolamento acústico.

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Na ponta do lápis, a Ford Ranger XLT entrega a melhor lista de equipamentos na sua faixa de preço, desempenho animador, que só fica atrás da Chevrolet S10, e capacidade de carga acima da média. Se considerarmos isso, os R$ 178 mil estão bem pagos.

Fonte: IG Carros
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