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Mercedes-Benz Classe A 200 Sedan Advance: evolução da espécie

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Mercedes Classe A  200 Sedan arrow-options
Carlos Guimarães/iG

Mercedes Classe A 200 Sedan: linhas arrojadas, aerodinâmica exemplar e conjunto mais equilibrado que o do hatch

Depois de ter saído do Mercedes CLA 180, no ano passado, fiquei curioso de por as mãos no A200 Sedan, vindo do México e bem mais moderno. Pois bem, passei quase uma semana com a novidade, que mostrou claros sinais de evolução, embora ainda tenham faltando alguns itens que um carro que custa quase R$ 170 mil deveria ter de série.

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Como pode não terem incluído no pacote de equipamentos retrovisor interno fotocrômico, abertura e fechamento das portas sem chave, ajustes elétricos do banco do passageiro e ar-condicionado bizone? Além disso, a entrada USB fica escondida debaixo do porta-objetos no console central. 

De qualquer forma, afora a ausência desses equipamentos, o sedã da Mercedes causou melhor impressão que o hatch A250, com um conjunto mais equilibrado e eficiente. No lugar do 2.0, de 224 cv e 35,7 kgfm a 1.800 rpm o A200 vem com o 1.3, turbo, desenvolvido em parceria com a Renault-Nissan, que rende mais modestos 163 cv e 24,4 kgfm a 1.620 rpm.

Com isso, a tração dianteira funciona melhor em qualquer situação. E são números para respostas ágeis ao pisar no acelerador gastando pouco combustível (10,5 km/l na cidade e 14,5 km/l na estrada, diz o Inmetro). Com tanque de 43 litros, a autonomia teórica é de bons 452 km em trechos urbanos e 623 km nos rodoviários, nada mau.

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As questões da eficiência e da modernidade no Mercedes A200 Sedan foram levadas a sério. Acoplado ao engenhoso motor 1.3 turbo fica o câmbio de dupla embreagem, de 7 marchas bem escalonadas, com trocas rápidas e precisas. Não é preciso subir muito o giro do motor para fazer ultrapassagens com segurança, sempre em silêncio e precisão.

Sem nenhuma pretensão de ser um esportivo, o Mercedes A200 Sedan tem uma direção com assistência elétrica leve nas manobras e que vai ganhado o peso ideal conforme o aumento da velocidade. Mas com rodas de aro 18 montadas em pneus 225/45R 18 (Hankook), alguns solavancos tanto em piso irregular, quanto em lombadas e valetas são inevitáveis. Em contrapartida, com asfalto liso, o carro mostra boa estabilidade nas curvas.

As linhas do Mercedes A200 Sedan também são mais atuais que as do CLA 180. No modelo novo, a parte aerodinâmica foi muito bem cuidada, com coeficiente de arrasto de meros 0,25. Isso contribui com a economia de combustível na estrada e com o baixo nível de ruído. Bom também é que o porta-malas leva bons 430 litros e que o acabamento interno é caprichado, com couro, alumínio e apliques pintados de preto brilhante.

Mercedes Classe A arrow-options
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Interior sofisticado e com acabamento caprichado. Mas faltam itens como retrovisor fotocrômico e ar bizone

Também há que se elogiar a ergonomia, como comandos ao alcance das mãos e fáceis de ser acionado na maioria dos casos. É preciso algum tempo para se acostumar com todos os controles no volante, mas é possível controlar até a tela do sistema multimídia. O botão do volume do som no console central também ajuda algumas vezes, mas o destaque fica por conta do comando de voz pelo sistema MBUX, que usa inteligência artificial.

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O sistema funciona como a Siri da Apple, ou a Bixby dos celulares da Samsung. Basta pronunciar uma saudação, como “Olá, Mercedes”, ou “E aí, Mercedes”, para que a central pergunte o que você deseja fazer. Há uma verdadeira infinidade de comandos, que vão desde ajustes do ar-condicionado, informações sobre o veículo e dados da rota. A nova tecnologia atende até mesmo comandos muito específicos, como ligar a luz de leitura do lado esquerdo. 

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Conclusão

O Mercedes Classe A200 Sedan é a versão mais interessante da nova linha da marca alemã. Além de conseguir aliar bom desempenho com baixo consume ainda se mostraum conjunto bem equilibrado, estilo arrojado e tem boa dose de sofisticação. Falta apenas alguns itens essenciais para um carro que beira os R$ 170 mil na versão mais simples.

Ficha técnica

Mercedes-Benz A 200 Sedan
Preço: R$ 169.900
Motor: 1.3, gasolina, turbo, quatro cilindros 
Potência: 163 cv a 5.500 rpm 
Torque: 25,5 kgfm a 1.620 rpm 
Transmissão: sete marchas, dupla embreagem 
Suspensão: McPherson (dianteira), eixo de torção (traseira) 
Pneus: 225 / 45 R18 
Porta-malas: 430 litros 
0 a 100 km/h: 8,1 s 
Vel. Máx: 230 km/h 

Fonte: IG Carros
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Ford Ranger XLT empolga com bom nível de força em baixa rotação

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Fords Ranger XLT arrow-options
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Ford Ranger 2020 tem novas cores, grade frontal redesenhada, mudanças no acabamento interno, entre outros itens



Durante a avaliação, em que percorremos mais de 300 km, a característica do desempenho mais marcante da picape foi a força de saída. Faz sentido, se considerarmos o motor parrudo Duratorq 3.2 litros turbo a diesel, de 200 cv e 47,9 kgfm de torque ( na sua faixa de preço, só perde para a Chevrolet S10 em torque).

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O desempenho da Ford Ranger XLT é facilitado pelo câmbio automático de seis velocidades. O sistema é ágil na maioria das trocas, não deixando as acelerações morosas. Mas nem tudo é perfeito. Em algumas situações, o câmbio segura a segunda marcha, forçando um giro elevado do motor. Empurrar a manopla do câmbio para o lado e efetuar a troca manual resolve esse problema. A relação do conjunto garantiu a boa média de consumo de 9,3 km/l.

Atualizado na linha 2020, com novas molas, coxins, ajuste de carga dos amortecedores, reforços estruturais e barra estabilizadora, o sistema de suspensão da da Ranger ficou bem mais manso no rodar da cidade. Em alguns momentos, é claro, por se tratar de um modelo sobre chassi, ela ainda balança um pouco.

Ford Ranger arrow-options
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Traseira segue a ideia de robustez que é ponto de partida comum às picapes

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Nada fora do esperado para um modelo desse segmento. Também percebemos algumas destracionadas da roda traseira rodando na opção de tração 4×2. Nada longe do esperado para uma picape média . No 4×4, o modelo tem tecnologia de bloqueio do diferencial traseiro.

interior da Ranger arrow-options
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Ford Ranger XLT mostra bom isolamento acústico e bom nível de conforto ao dirigir

Vale considerar que em quase todo período de avaliação rodamos sem peso na caçamba, que comporta mais de uma tonelada de carga (1.186 kg) ? só perde para a Volkswagen Amarok nesse quesito. O lado positivo é que a eletrônica sempre está ao nosso favor, atuando com os controles de estabilidade e tração.

A direção elétrica tem boa progressividade e chama atenção pela leveza no giro para as manobras de estacionamento. Tão fácil quanto guiar um subcompacto. Embora o motor grandalhão ressoe alto para quem está do lado de fora, no interior, o silêncio impera. Trabalho louvável da engenharia com o isolamento acústico.

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Na ponta do lápis, a Ford Ranger XLT entrega a melhor lista de equipamentos na sua faixa de preço, desempenho animador, que só fica atrás da Chevrolet S10, e capacidade de carga acima da média. Se considerarmos isso, os R$ 178 mil estão bem pagos.

Fonte: IG Carros
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