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Meghan Markle foi proibida de participar de reunião de crise com a Rainha

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Apesar de ter sido convidada, Meghan Markle não participou da reunião de crise com a Rainha Elizabeth II, na última segunda-feira (13), na propriedade de Sandringham.

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Príncipe Harry e Meghan Markle arrow-options
Reprodução/Instagram

Príncipe Harry e Meghan Markle

Especulava-se que Meghan Markle, que já está no Canadá, entraria na conversa por teleconferência. Todavia, oficiais do Palácio não permitiram por medo de espionagem. Segundo uma fonte próxima à Família Real, a decisão foi “devido à natureza sensível das negociações e que ninguém sabia quem poderia estar ouvindo”.

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“Essa foi uma discussão familiar altamente confidencial, não uma teleconferência”, disse a fonte da Família Real ao jornal Daily Mail .

O Príncipe Harry chegou para a reunião duas horas antes do combinado para ter um momento a sós com a avó. Mesmo desapontada com a decisão do neto e de Meghan de não serem mais “membros seniores” da realeza, a Rainha Elizabeth II deu seu apoio.

De acordo com o The Mirror , a Rainha espera que esse “problema” seja resolvido logo, mas admitiu que é um pouco “complexo” colocar em prática um plano viável para a independência financeira desejada pelo casal. Os detalhes ainda estão sendo discutidos. O site dos Sussex informa que 95% do orçamento de Meghan e Harry vem do Ducado da Cornualha, a propriedade privada do Príncipe Charles, que já deixou claro que não tem fundos ilimitados.

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Depois da reunião, a Rainha disse “respeitar totalmente” o desejo de Harry e de sua mulher, a ex-atriz  Meghan Markle , de abandonarem suas posições como “membros sêniores” da nobreza. O comunicado da monarca, que deixou no ar uma concordância com relutância, foi divulgado após uma reunião com os integrantes mais importantes da família real e estabelece um “período de transição” para que o casal se afaste de suas obrigações oficiais.

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“Minha família e eu respeitamos totalmente o desejo de Harry e  Meghan Markle de construir uma nova vida como uma jovem família. Embora nós preferíssemos que eles continuassem a trabalhar em tempo integral como membros da família real, respeitamos e entendemos seu desejo de viver uma vida mais independente como família, mantendo-se como uma parte valiosa da minha família”, disse a monarca de 93 anos.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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