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Medo! “A Maldição da Residência Hill” tem fantasmas escondidos em cada episódio

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A nova série da Netflix
, “A Maldição da Residência Hill”, já é aterrorizante por si só, mas é possível ficar ainda pior se o público passar a observar com mais atenção algumas cenas da trama.

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Reprodução/ Divulgação

“A Maldição da Residência Hill” conta com a presença de fantasmas escondidos em cada cena da trama

Para quem não sabe, ” A Maldição da Residência Hill
” possui fantasmas por cada lado, além dos sustos mais óbvios da série, é claro, o terror
é complementado com diversas assombrações escondidas nas cenas mais banais da trama.



Reprodução/ Divulgação

“A Maldição da Residência Hill” conta com a presença de fantasmas escondidos em cada cena da trama

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Em entrevista à Vulture
, o diretor Mike Flanagan, responsável por esconder as criaturas, deu mais detalhes sobre esse fato curioso: “Nós escondemos dúzias de fantasmas na série, em plena vista, no fundo de cada cena. Não damos nenhuma atenção para eles, mas eles estão lá. Se você olhar para uma porta, ou para baixo do piano, ou no meio de uma cortina, você verá alguém que não deveria estar ali”.

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As aparições aleatórias servem para aprimorar ainda mais o gênero da trama, que viaja do passado para o presente em meio as desventuras de uma família que viveu na mansão cercada de assombrações, e conta com crianças com ares de premonição. A série está presente no catálogo da Netflix desde o dia 12 de outubro.

As assombrações escondidas



Reprodução/ Divulgação

“A Maldição da Residência Hill” conta com a presença de fantasmas escondidos desde o primeiro momento da trama

Os fantasmas escondidos começam logo no primeiro minuto da trama, pelos cômodos da mansão cercados de terror. Logo, em uma das tomadas é possível obsevar a presença de um alguém entre os corrimões das escadas. Em outro momento a mesma assombração volta à tona observando dois dos moradores que passam correndo pela entrada da mansão.

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Separamos uma galeria de outros momentos em que esses fantasmas aparecem na série. Observe com atenção e tente achar a assombração perdida.

Assim como essas, as demais assombrações escondidas também são caracteristicamente assustadoras, e surgem das formas mais inesperadas, como já ditas pelo diretor de ” A Maldição da Residência Hill
“. 

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A Voz do Brasil faz 85 anos

Publicado

O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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