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Médico cuiabano que passou ‘ileso’ pela covid faz novo exame após vacina e resultado surpreende

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Doutor Fernando Gabriel Neves relatou insegurança mesmo após tomar duas doses da CoronaVac, pois, não sabia se o imunizante estava reagindo no organismo.

Por: Mario Andreazza/ RepórterMT

O médico da linha de frente da covid-19, Doutor Fernando Gabriel Neves, 53 anos, que trabalhou durante todo o período de pandemia, inclusive atendendo pacientes infectados pelo novo coronavírus, conseguiu o que muitos desejam: não foi infectado e agora, após tomar duas doses da vacina CoronaVac, fez exame e confirmou estar imune ao vírus.

Fernando explicou que sempre se protegeu, seguiu todas as medidas de biossegurança, porém, ainda estava frente a frente com a doença diariamente com a sensação de insegurança.

Além de se proteger, a alternativa que o médico tinha era fazer regularmente exames para acompanhar a possibilidade de estar infectado e caso desse positivo começar o tratamento precoce. Mas, todos os resultados sempre foram negativos.

“Desde que começou a pandemia eu não parei de trabalhar, atendo muitos pacientes com covid positivo, mas sempre me protegi, segui as medidas de biossegurança como o uso de máscara, luvas e álcool em gel regulamente. Durante todo o período não fui infectado, fiz diversos exames no laboratório Inac e todos com resultados negativos”, relatou o Dr.

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Com a chegada da vacina e prioridade para os servidores da saúde, Fernando tomou a primeira dose de CoronaVac no dia 29 de janeiro, esperou o tempo necessário para a segunda dose, completou o ciclo de imunização dia 12 de fevereiro, mas ainda tinha a insegurança se o imunizante estaria mesmo reagindo com o organismo e produzindo anticorpos ou não.

O Laboratório Inac, o qual o médico já era acostumado a fazer exames, com endereços em Cuiabá e Várzea Grande, trouxe a solução: teste sorológico específico para detectar anticorpos à covid-19, seja para pacientes vacinados ou por aqueles que já foram infectados.

O período ideal para quem quer descobrir se tem imunidade para a covid é a janela de 21 dias após a vacina, no caso da CoronaVac, após a segunda dose; e 14 dias a contar do início dos sintomas da doença ou confirmação da infecção pelo RT-PCR.

Dr. Fernando fez o novo exame do Laboratório Inac nesta quarta-feira (03), aguardou três horas pelo resultado e teve a grata resposta que detectou ‘alta titulagem’ de anticorpos em seu organismo.

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“Tomei duas doses da CoronaVac, mas ainda assim fiquei inseguro, não sabia se meu organismo tinha produzido anticorpos, então decidi fazer esse novo exame oferecido pelo Laboratório Inac e descobri que tinha produzido uma titulagem alta de anticorpos, o que dá uma segurança muito grande”, concluiu o Dr.

Veja o resultado

RepórterMT/Reprodução

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AL e polícia civil já investigam denúncias de maus tratos e negligência em hospital de Cuiabá

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Além da Polícia Civil que já abriu investigação contra o Hospital São Judas Tadeu para averiguar denúncias de negligência e maus-tratos contra pacientes, a Câmara Municipal de Cuiabá também vai apurar a situação diante da gravidade dos relatos feitos pela técnica de enfermagem, Amanda Delmondes Benício. Até o momento, os casos de quatro pacientes já são de conhecimento público.

Na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Elizeu Nascimento (PSL) apresentou requerimento, na sessão do dia 5 de abril, para que a técnica de enfermagem compareça ao Legislativo Estadual para esclarecer as graves denúncias feitas por ela num boletim de ocorrência na Polícia Civil e também em entrevistas para a imprensa. Depois que a profissional de saúde, que trabalhou durante 50 dias no hospital particular, denunciou o caso na Polícia Civil e na imprensa, familiares de alguns pacientes também estão registrando ocorrências policiais e buscando veículos de comunicação para relatar situações semelhantes.

A delegada Luciani Barros Pereira de Lima conduz a investigação preliminar instaurada pela Delegacia da Capital, situada no bairro Planalto. Ela ouviu a técnica de enfermagem no dia 7 de abril e garante que todas as denúncias feitas pela profissional serão apuradas.

Segundo informações, a Polícia Civil já teria conhecimento de pelo menos sete boletins de ocorrência registrados por familiares de pacientes vítimas de maus-tratos no Hospital São Judas Tadeu. Dentre os pacientes que passaram pelo hospital no período em que Amanda Delmontes ainda trabalhava no local, e que segundo ela, sofreram maus-tratos e foram negligenciados, estão o major da Polícia Militar, Thiago Martins de Souza, de 34 anos, que morreu em decorrência de complicações da Covid-19, na madrugada do dia 3 e o professor Toshio Doi, de 68 anos, que faleceu na madrugada do dia 10.

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A técnica de enfermagem Amanda Delmondes afirmou que o professor Toshio Doi foi outra vítima de maus-tratos até ela intervir na situação. “No caso do senhor Toshio, tem a câmera, eu deixei a porta aberta e falei: vocês não vão deixar ele morrer não. Ele caiu da cama, eu fiz uma conchinha nele com lençol, a moça que recolhe sangue falou que vocês não podem fazer isso, ele não tem uma gase, mas eu vou tirar a gaze dele. Ela foi na sala do médico que só mandou levar. Pegou uma maca sem colchão, sem nada, eu ainda coloquei um travesseiro para que a cabeça dele não batesse. Ele estava roxo desfalecendo. O fisio falou que ele estava com a nova bactéria e nada poderia ser feito. Eu falei: pode sim”, contou ela.

Em nota, o presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, Juca do Guaraná Filho (MDB), confirmou que a Casa vai apurar as denúncias. Ele solicitou ao presidente da Comissão Permanente de Saúde, Previdência e Assistência Social, o vereador Dr. Luiz Fernando (Republicanos), para apurar denúncia de suposto maus-tratos que o servidor Toshio Doi e outros pacientes teriam sofrido bem como as demais denúncias feitas contra o hospital.

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DIÁRIAS DE ATÉ R$ 10 MIL 

Em entrevista à TV Cidade Verde, uma mulher que tinha familiar internado do no Hospital São Judas Tadeu, relatou que além de pagar R$ 10 mil na diária, ainda era preciso pagar medicamentos à parte se houvesse necessidade de inclusão no tratamento. Além, disso segundo ela, era cobrado mais R$ 150 por dia somente para alimentação do paciente.

Além da PC, Assembleia e Câmara de Cuiabá, o Conselho Regional de Medicina e também de Enfermagem apuram as denúncias. O hospital segue funcionando normalmente.

por: Folha Max

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