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MC Guimê, Vera Fischer e os famosos que já tiveram problemas com drogas

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Nesta sexta-feira (15) MC Guimê, de 26 anos de idade, foi detido por porte de drogas em São Paulo. A prisão ocorreu no bairro de Cangaíba, localizado na zona Leste da capital paulista, e o funkeiro foi levado ao 10º Distrito Policial, na Penha. No DP, o músico assinou um termo de circunstanciado, utilizado em ocorrências de menor gravidade, e foi liberado. À situação, o artista estava portando maconha.

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Mc Guimê e outros famosos que já tiveram problemas com drogas
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Mc Guimê e outros famosos que já tiveram problemas com drogas

Apesar do contratempo, MC Guimê continua com apresentações marcadas em Florianópolis e Curitiba neste final de semana. Em sua rede social, ele mandou um recado para os fãs: “Salve, Salve família… passando aqui apenas para deixar um abraço. É Nós”.

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Apesar de a situação ter gerado reações na internet, esta não é a primeira vez que um artista brasileiro se envolve em uma posição delicada por causa de drogas.

  • Vera Fischer
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Mc Guimê e outros famosos que já tiveram problemas com drogas
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Mc Guimê e outros famosos que já tiveram problemas com drogas

A Atriz e ex-Miss Brasil, de 67 anos, foi internada quatro vezes para se recuperar do vício em álcool e cocaína. Desde 2011, quando saiu pela última vez da reabilitação, não houve notícias de que a atriz teve alguma recaída.

  • Dinho Ouro Preto

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Atualmente aos 54 anos de idade, em 2014, o vocalista do Capital Inicial deu uma entrevista para a revista Contigo e contou que havia parado com as drogas há um ano. “Em 1993 abusava de cocaína, ácido, LSD… Parei com tudo. Há um ano estou inclusive sem maconha e álcool. Eu me livrei da ressaca”, declarou.

  • Fábio Assunção

Mc Guimê e outros famosos que já tiveram problemas com drogas
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Mc Guimê e outros famosos que já tiveram problemas com drogas

Em 2017, Fábio Assunção foi detido em flagrante na cidade de Arcoverde (sertão de Pernambuco) sob acusação de dano qualificado ao patrimônio público, desacato a autoridade, desobediência e resistência a prisão. Em entrevista a Pedro Bial o ator falou sobre o abuso de álcool e se disse envergonhado pelo episódio.  

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Em 2019, o ator voltou a ter uma recaída. Vídeos que o mostravam alcoolizada começaram a circular na internet. Segundo Fabíola Reipert, Fábio teria deixado um bar sem pagar a conta e logo após entrou em combate verbal com um guarda de supermercado. Nas redes sociais, Assunção compartilhou uma carta aberta sobre seus vícios.

  • Léo Dias

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Mc Guimê e outros famosos que já tiveram problemas com drogas

O apresentador do “Fofocalizando” Léo Dias têm problemas com drogas ilíticitas e este assunto não é um tabu para o comunicador. Em 2018, após passar três meses em tratamento, o comunicador teve uma recaída e voltou a usar cocaína.

Durante uma edição do programa Léo Dias  assumiu seu erro e disse que iria para uma clínica. Ele também alegou que ainda sonhava com a droga. “Eu sonho que estou cheirando a cocaína. Parece que eu virei a noite. Acordo angustiado”.

  • Marcello Antony

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Mc Guimê e outros famosos que já tiveram problemas com drogas

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Fechando a lista que começou com MC Guimê , está Marcello Antony. Em 2009 o ator Marcello Antony sobre seus problemas com as drogas: “Foi duro me ver na capa de uma revista sendo praticamente tratado como o causador do tráfico e da violência, além de ser mencionado durante uma semana no “Jornal Nacional”, em que faziam questão de enfatizar a palavra maconha”.

Fonte: IG Delas
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Animação para adultos, “Love, Death & Robots” radicaliza conceito seriado

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Revolucionária na forma, é uma animação para adultos antológica, e na estética, os 18 episódios têm entre 5 e 18 minutos, “Love, Death & Robots” é forte candidata a série do ano. Criada por David Fincher, que já colaborara com a Netflix nas séries “House of Cards” e “Mindhunters”, e Tim Miller, o diretor do primeiro “Deadpool”, a produção é um deleite visual e empolgante tematicamente.

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Cenas de Love, Death and Robots
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Cenas de Love, Death and Robots

Todos os episódios dessa primeira temporada de “Love Death & Robots” , como entrega o nome, tratam de amor, morte e robôs. Uma comparação válida, ainda que pobre, é com “Black Mirror”, já que muitos dos episódios são chapados, lisérgicos e provocam surtos existenciais e reflexivos.

Há outros em que a viagem filosófica vai além da pertinência contemporânea. É o caso de “Zima Blue”, que flagra uma artista animatrônico – uma espécie de inteligência artificial que revolucionou o mundo das artes – que prepara o seu último grande trabalho. Trata-se de uma avaliação sobre o sentido da vida de tirar o fôlego, ainda que o episódio seja de dez minutos e fundamentalmente narrado em 1ª pessoa. É para se pensar em Kubrick!

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Há, ainda, a sátira política “When the Yogurt Took Over”, que mostra como fica o mundo depois que o Yogurt desenvolve inteligência e sana a dívida pública. Já em “Alternate Histories”, um computador imagina realidades alternativas a partir de seis tipos de mortes diferentes para Hitler. É impagável!

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Montagem com cenas dos episódios de Love, Death and Robots
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Montagem com cenas dos episódios de Love, Death and Robots

Todos os episódios são dirigidos por diretores diferentes e de diversos cantos do globo, sempre com a supervisão de Tim Miller . A produção radicaliza a maneira de contar histórias seriadas e o faz com indefectível assombro estético.

Há a ficção científica casca-grossa como “Beyond the Aquila Rift”, que tem uma das melhores cenas de sexo da história da animação, e o inusitado drama de ação em que lobisomens são instrumentalizados pelos militares em “Shape-Shifters”.

Todos esses são episódios ressonantes, mas há aqueles que visam o mero entretenimento, ainda que com boas piadas, tramas ou personagens como no tenro “Three Robots”, sobre três robôs em excursão por uma Terra pós-desastre nuclear, ou no esperto “The Dumb”, sobre um sujeito que mora no lixão e recebe a visita da Prefeitura.

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O estilo da animação varia do mais rudimentar 2D ao mais avançado CGI, com direito a Performance Capture.

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“Love, Death & Robots” é um triunfo da Netflix por todos os ângulos que se observe. É uma produção criativamente voraz (a pulga não vai sair da sua cabeça após assistir ao 3º episódio denominado “The Witness”), sutil, elétrica, inteligente, divertida e essencialmente humana em suas divagações.


Love, Death and Robots
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Love, Death and Robots

Fonte: IG Delas
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