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Política

Max Russi participa da entrega de primeiro SIM em São Pedro da Cipa e destaca ações para a agricultura familiar

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A ação faz parte uma somatória de forças entre a prefeitura, Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental da Região Sul (Cidesasul) e a articulação do parlamentar

Foto: JOSÉ MARQUES Na agroindústria, são produzidos doces, queijos, derivados do leite e diversos produtos artesanais

Foto: JOSÉ MARQUES

O produtor rural Elias Degaspery e sua família investiram em um pequeno laticínio em São Pedro da Cipa. Na agroindústria, são produzidos doces, queijos, derivados do leite e diversos produtos artesanais. Essa empresa familiar foi a primeira a receber o Selo de Inspeção Municipal (SIM) na cidade e o deputado Max Russi (PSB) também participou da entrega oficial nessa terça-feira (10).

Degaspery, que já comercializa sua produção em feiras do Vale do São Lourenço, está otimista com essa regularização. “Só assim a gente consegue colocar no mercado. E como todo mundo sabe, a gente depende muito da ajuda do poder público e felizmente agora nós tivemos. Com a ajuda de todos vocês aqui, do Max, eu tenho mais é que agradecer”, comemorou Elias.

A ação faz parte uma somatória de forças entre a prefeitura, Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental da Região Sul (Cidesasul) e a articulação do parlamentar. Conforme o prefeito Alexandre Russi (PR), um passo importante para o desenvolvimento do município, principalmente em termos econômicos.

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“Isso nos deixa muito feliz, pois vai agregar geração de emprego, de renda. Seu Elias vai poder produzir mais, contratar mais funcionários e aumentar a sua renda. O consumidor também ganha com isso, em termos de qualidade, ainda mais sabendo que o produto está sendo inspecionado”, comemorou.

A próxima etapa, que também é uma das lutas do deputado Max, será a implantação do  Sistema Unificado Estadual de Sanidade Agroindustrial Familiar, Artesanal e de Pequeno Porte (Susaf). Essa será a garantia da venda, do que é produzido, para todo o restante do Estado.

O deputado Max Russi reforçou sua disposição para trabalhar as pautas da agricultura familiar e garantiu estar acompanhando todas as tratativas, de projetos que favoreçam e auxiliem ao pequeno produtor.

“Muitos dos nossos produtos estão vindo de outro Estado para Mato Grosso. Muitas das escolas não conseguem comprar aquilo que a Lei exige que seja comprado da agricultura familiar. Aprovamos a Lei do Susaf, lá na Assembleia, para facilitar e isso desburocratizou esse processo. Agora é necessário que o poder público de maior apoio a tudo isso. Fiz questão de estar presente aqui, nesse dia histórico e reforçar todo o meu apoio à agricultura familiar de nosso Estado”, assegurou.

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Além de vereadores e autoridades locais, também participaram do ato oficial o secretário Municipal de Agricultura, Cláudio Francisco e o secretário executivo do Cidesasul, Rosandro de Moura Andrade.

Políticas públicas para a agricultura familiar

Quando prefeito de Jaciara, Max Russi implantou o SIM no município, incentivando a comercialização e qualidade, do que era produzido pelo homem do campo. Já em seu primeiro mandato, como deputado estadual, procurou atuar para fortalecer e promover o desenvolvimento econômico social de Mato Grosso. Focado nesta determinação, conseguiu estabelecer importantes vitórias e contemplar setores e segmentos estratégicos em todo o Estado.

Uma de suas marcantes ações foi a aprovação da Lei de nº 10.638/2017, de sua autoria, que beneficia a produção agropecuária de pequeno. Ela garante que 30% das compras realizadas pela Administração Direta e Indireta, como governo e prefeituras, para aquisição de bens e serviços, serão provenientes da produtividade das famílias rurais.

Fonte: ALMT
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Deputados apresentaram 113 emendas ao PLDO-2020

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O líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Dilmar Dal Bosco (DEM), disse que o Parlamento aguarda o envio, pela equipe econômica do Executivo, dos anexos do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentária nº 580/2019, mais conhecido como PLDO-2020.

O anexo do PLDO, de acordo com Dal Bosco, altera o orçamento do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), que deve ser encaminhado ao Parlamento até o final de setembro de 2019. A despesa prevista era de R$ 19,863 bilhões e a receita girava em R$ 19,155 bilhões – gerando um déficit de R$ 708 milhões.

Mas a nova composição dos anexos do PLDO-2020 traz uma projeção financeira positiva para o cofre do estado. “O superávit é de R$ 121 milhões. Em vez de vir com o débito maior, os anexos trazem uma sobra de 121 milhões de reais. O orçamento projetado é da ordem de R$ 20,350 bilhões de receita, contra R$ 20,200 bilhões de despesa”, explicou Dal Bosco.

Quanto ao PLDO-2020 colocado para a 1ª votação em Plenário, na última terça-feira (17), os deputados Wilson Santos (PSDB) e Lúdio Cabral (PT) pediram vista da matéria. Eles têm o prazo para devolver a matéria de até a próxima terça-feira (24), quando os deputados podem votá-lo em sessão plenária.

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Depois de a matéria ser deliberada em Plenário, o PLDO será encaminhado para a Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária, que dará  parecer no mérito das emendas que foram acatadas pela CCJR. “Os deputados apresentaram 113 emendas, mas foram acatadas mais de 60”, disse Dal Bosco.

O líder do governo afirmou que o superávit muda o cenário econômico do estado para o próximo ano. Outro fôlego que dá à finança é o empréstimo de pouco mais de US$ 250 milhões junto ao Banco Mundial, quando o governo deixa de pagar em março e setembro de 2020 a quantia de R$ 300 milhões ao Bank of America.

“Prorroga os prazos de vencimento. Com isso dá alívio de caixa do estado. Mas isso não significa que sobra dinheiro. Dá um alívio de caixa, porque o governo tinha um déficit orçamentário. O governo ainda está com dificuldade para financiamento. Mas dá um fôlego ao estado até 2022. O alongamento da dívida vai manter o equilíbrio das contas”, disse o parlamentar.

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O deputado Lúdio Cabral disse que a proposta do governo prevê um superávit da receita e deve chegar à casa dos R$ 121 milhões. Segundo ele, é preciso o governo garantir no PLDO as despesas obrigatórias de ordem continuada que concedem ganhos salariais, por exemplo, aos trabalhadores da educação e da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema).

“A Lei 510/2013 – aprovada no governo Silval Barbosa – assegura a revisão em maio de 2020 de 7,69%, montante de R$ 154 milhões. A outra, Lei 10.596/2013, que prevê 6,40% para os servidores da Sema, da ordem de R$ 4,3 milhões. Além da reposição salarial de R$ 146 milhões para todos os servidores do estado”, explicou Cabral.

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