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Política

Max Russi é condecorado com medalha Aviação da Segurança Pública "Mérito Águia Uno"

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Foto: JOSÉ MARQUES / ASSESSORIA DE GABINETE

O Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) entregou, na última terça-feira (23), ao primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB), a medalha Aviação da Segurança Pública – Mérito Águia Uno. Essa é considerada a maior honraria da unidade, destinada a personalidades que prestaram bons serviços em prol da aviação da segurança pública no estado.

A homenagem foi entregue ao parlamentar pelo tenente-coronel da Polícia Militar, Juliano Chiroli, atual comandante do Ciopaer. O deputado já havia sido condecorado em outras ocasiões, como no período em que foi secretário chefe da Casa Civil. Russi foi um dos colaboradores e articuladores para a realização da reforma e ampliação de um dos espaços da unidade de comando aéreo, instalada no Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, em junho de 2018.

“Uma grande satisfação poder colaborar com esse trabalho, desenvolvido pelo Ciopaer em nosso estado. Todas essas conquistas só foram possíveis devido a essa parceria com o comandante Chirolli e todo o corpo técnico dessa unidade aérea”, complementou Max.

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Em atividade constante desde 2006, ficou estabelecido pelo governo do estado, através de decreto, à responsabilidade do Ciopaer, único órgão de controle e manutenção das aeronaves utilizadas pelo batalhão da Policia Militar de MT, como também realizar patrulhamento preventivos para redução de índices criminais.

São trabalhos de policiamento e apoio às operações, unindo a base de Sorriso, com uma estrutura de aviões, três helicópteros, mais de 90 policiais militares, civis e bombeiros, voando uma média de 1.600 horas/ano. O reconhecimento desse trabalho, desenvolvido pela equipe técnica, levou o deputado Max Russi a participar e idealizar projetos e indicações, a fim de proporcionar mais qualidade à corporação, fomentando bons serviços prestados á população.

“Espero sempre poder colaborar com essa forte ferramenta da segurança pública de nosso estado. No que eu puder, vou continuar contribuindo com esse trabalho”, assegurou.

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Política

Polícia Federal faz busca na residência oficial de Wilson Witzel

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Thayana Araújo, da CNN, no Rio de Janeiro

A Polícia Federal cumpre mandados de busca e apreensão em vários endereços no Rio de Janeiro e em São Paulo, na manhã desta terça-feira (26). As equipes estão no Palácio das Laranjeiras, residência oficial do governador do estado, Wilson Witzel (PSC), e na casa onde ele morava antes de ser eleito, no bairro Grajaú.

Os agentes da PF também estão no endereço onde fica o escritório em que Helena Witzel, primeira-dama do estado atua, e na casa do ex-subsecretário de saúde, Gabriell Neves, no Leblon, zona sul da capital fluminense.

A casa do ex-secretário estadual de saúde do RJ Edmar Santos, em Botafogo, na zona sul da capital, também é alvo da operação. Santos foi exonerado pelo governador no dia 17 de maio após atrasos e denúncias envolvendo obras de hospitais de campanha construídos para reforçar a rede de saúde durante a pandemia de Covid-19.

Mais cedo, ainda na madrugada, os policiais estiveram no Aeroporto Internacional do Galeão onde uma equipe da Polícia Federal de Brasília desembarcou pouco depois de 5h30.

De acordo com a analista da CNN Basília Rodrigues, Witzel foi alertado na semana passada por pessoas próximas de que seria alvo de operação da PF nos desdobramentos das investigações no estado – incluindo a possibilidade de ser preso –, mas ele não sabia a data dessa operação.

Auxiliares do governador afirmaram que ele ficou surpreso aos ser acordado, por volta das 6h, por agentes da PF.

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Reação do governador

Em nota, Witzel negou qualquer tipo de participação em irregularidades nas denúncias apresentadas pelo Ministério Público Federal e acusou o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) de oficializar a interferência na PF. Na véspera da operação, a deputada Carla Zambelli (PSL-SP) afirmou que operações da PF em breve teriam governadores como alvo.

“Estranha-me e indigna-me sobremaneira o fato absolutamente claro de que deputados bolsonaristas tenham anunciado em redes sociais nos últimos dias uma operação da Polícia Federal direcionada a mim, o que demonstra limpidamente que houve vazamento, com a construção de uma narrativa que jamais se confirmará”, afirmou Witzel.

“A interferência anunciada pelo presidente da república está devidamente oficializada. Estou à disposição da Justiça, meus sigilos abertos e estou tranquilo sobre o desdobramento dos fatos. Sigo em alinhamento com a Justiça para que se apure rapidamente os fatos. Não abandonarei meus princípios e muito menos o Estado do Rio de Janeiro”, concluiu o governador do Rio de Janeiro.

A operação da PF

A Operação Placebo apura desvios na saúde pública do Rio em negociações de emergência durante a pandemia do novo coronavírus.

A investigação envolve a Polícia Civil, o Ministério Público Estadual e o Ministério Público Federal e aponta para a existência de um esquema de corrupção envolvendo uma organização social contratada para a instalação de hospitais de campanha e servidores da cúpula da gestão do sistema de saúde do estado do Rio de Janeiro.

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Neves foi preso em uma operação do Ministério Público Estadual no dia 7 de maio suspeito de integrar uma organização criminosa que visava obter vantagens em contratos emergencias para aquisição de respiradores pulmonares. Ele havia sido afastado da Secretaria Estadual de Saúde, em 20 de abril, semanas antes de ser preso.

São cumpridos 12 Mandados de Busca e Apreensão, 10 no Rio e 2 em São Paulo. Os mandados foram expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Nova direção no Rio

Em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) publicada na noite desta segunda-feira (25), o delegado Tácio Muzzi Carvalho e Carneiro foi oficializado como novo superintendente regional de Polícia Federal no Rio de Janeiro. A indicação de Muzzi já era esperada.

A condução de Muzzi ao cargo foi assinada pelo secretário-executivo do Ministério da Justiça, Tercio Issami Tokano, que referendou diversas outras nomeações na mesma edição do Diário Oficial, incluindo mudanças na chefia da PF em outros estados.

A direção da Polícia Federal no Rio de Janeiro está no centro das divergências entre Jair Bolsonaro e o ex-ministro da Justiça Sergio Moro, que acusou o presidente de tentar interferir na corporação.

Segundo depoimento de Moro na investigação que apura o caso, o presidente teria dito ao então ministro que ele “tinha 27 superintendências da Polícia Federal” e que ele, Bolsonaro, “queria apenas uma, a do Rio de Janeiro”.

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