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Política

Max Russi cobra reativação da Superintendência de Políticas de Promoção de Igualdade Racial de MT

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Parlamentar alerta para possível agravamento social, com a previsão da redução de orçamento em 2020 por parte do governo federal.

Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

A extinção da Superintendência de Políticas de Promoção de Igualdade Racial (Supir) tem preocupado lideranças ligadas ao movimento negro de Mato Grosso. A reclamação chegou ao gabinete do deputado Max Russi (PSB) que, através da Indicação nº 4075/2019 na Assembleia Legislativa (ALMT), cobrou medidas do governo do estado para a retomada dos trabalhos.

“Essas lideranças tem me procurado, reclamando da falta de políticas voltadas a igualdade racial e a interrupção dos trabalhos da Supir. Essas políticas públicas precisam ter continuidade, ainda mais em nosso estado, que possui milhares de famílias quilombolas, que necessitam de atendimento. Por isso, estou fazendo essa cobrança”, justificou o parlamentar.

A Supir era subordinada a Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh) e tinha o objetivo de garantir os direitos e a dignidade dos povos em situação de vulnerabilidade, assim como combater o racismo, a discriminação racial, a xenofobia e as formas correlatas de intolerância.

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Além disso, a superintendência buscou a restruturação dos conselhos estadual e municipais de Promoção de Igualdade Racial, além do fortalecer e consolidar as políticas voltadas para os movimentos sociais negros, trabalhando ainda temas como a resistência étnica e cultural, pautas transversais, em conjunto com os setores saúde, educação e assistência social.

O deputado Max Russi analisa que a soma de ações, voltadas socialmente à causa racial, seria uma ferramenta eficaz na busca e execução de trabalhos, que deem acesso a quem mais necessita.

“Uma somatória de forças, para render bons frutos direcionados às comunidades negras de nosso estado. Precisamos estimular debates e executar ações, que possam estabelecer a igualdade racial”, concluiu.

A nível de Brasil, um dos pontos levantados por Max Russi, quanto a essa questão, é em relação à previsão de redução do orçamento do governo federal para 2020, que deve agravar a crise econômica e social no país.

“Temos o exemplo do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, com perda de 43,2%. Entre as áreas afetadas, estão políticas de promoção da igualdade racial e ações voltadas para as mulheres, deficientes físicos e povos indígenas”, alertou.

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Política

HMC fecha trimestre com 6,3 mil atendimentos de urgência e 100% de ocupação das UTIs, 60% são do interior do Estado

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Segundo secretário de Saúde, não fosse o HMC sistema já teria colapsado por conta da pademia

As ações de enfrentamento ao novo coronavírus (Covid-19) delineadas pela Prefeitura de Cuiabá fez com que o Hospital Municipal de Cuiabá – HMC, Dr. Leony Palma de Carvalho, que já era referência em atendimentos de média e alta complexidade para os 141 municípios de Mato Grosso, se tornasse a principal ‘fonte desafogadora’ do Sistema Único de Saúde – SUS mato-grossense no atendimentos à outras doenças.

Apenas nos meses de março, abril e maio o HMC atendeu 6.330 pessoas na urgência e emergência e fechou com 100% da capacidade de lotação das Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e ainda 2.098 cirurgias de média e grande complexidade. Os dados dão conta de que, no contexto geral, os atendimentos à pacientes de pessoas residentes de outros municípios do Estado chega a 60%.

Segundo o diretor geral da Empresa Cuiabana de Saúde Pública (ECS) que administra o HMC, Alexandre Beloto a crescente se dá ao fato de a unidade está atuando em reforço à todas as medidas de enfrentamento a Covid-19, adotadas pelo prefeito.

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“Dentro do plano de enfrentamento ao novo vírus, o prefeito Emanuel Pinheiro optou por deixar o HMC como suporte às outras enfermidades para que os infectados pela Covid-19, não tenha contato contado com outros doentes. Embora nossa demanda tenha aumentado consideravelmente, pois estamos recebendo um percentual altíssimo de não residentes de Cuiabá, estamos, com muito esforço e dificuldade, mantendo o mesmo padrão de acolhimento humanizado que é premissa da gestão atual à todos que buscam nossos atendimentos”, enfatizou Beloto.

Esse desempenho, segundo o secretário municipal de Saúde, Luiz Antonio Pôssas de Carvalho, aliado ás frentes de trabalho adotadas no combate à pandemia, incluindo o isolamento social, foram os responsáveis pelo não colapso do sistema de saúde até então.

“Esse é o maior reflexo de que Cuiabá sozinha acolhe a maior parcela dos enfermos do estado inteiro. Não fosse essa organização do prefeito Emanuel Pinheiro, a Capital, que já está penalizadas por esse acréscimos intenso nos atendimentos, e está atuando com pouco ou quase zero de respaldo do governo estadual, o sistema de saúde já teria colapsado. Esses números mostram que todos os esforços da gestão estão dando certo e vidas estão sendo salvas, mas, mostram também, que o governo de Mato Grosso precisa olhar com mais carinho para a Saúde, pois sozinha, Cuiabá não dará conta de 141 municípios. Os esforços precisam ser conjuntos, para juntos, saímos dessa pandemia com o menor impacto possível”, finalizou Pôssas.

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