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Política

Mauro Mendes anuncia nomes da equipe de transição; olhe a lista

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O governador eleito Mauro Mendes (DEM) anunciou 12 nomes que irão compor sua equipe de transição. O próprio Mendes irá coordenar os trabalhos junto a uma equipe nomeada pelo governador Pedro Taques (PSDB) para preparar a nova gestão do Estado. Cada um dos demais membros irá atuar em áreas setoriais durante a transição (veja a lista ao final).

Os principais nomes são do vice-governador eleito Otaviano Pivetta (PDT), do deputado estadual Adriano Silva (DEM), da empresária Margareth Busetti (PP), do vereador Gilberto Figueiredo (PSB), do advogado Pascoal Santullo e do empresário Mauro Carvalho Junior.

“Fizemos a indicação de alguns nomes iniciais, que serão ampliados com novos nomes que trabalharão setorialmente nas diversas secretarias, cuja principal função será a de levantar dados e informações que subsidiarão o planejamento da gestão”, disse Mendes em comunicado enviado à imprensa.

Por parte do Governo irão compor a transição: Anésia Cristina Batista, superintendente de Gestão de Contabilidade do Estado, Gabriela Novis Neves, procuradora Geral do Estado, Ciro Rodolpho Gonçalves, secretário-chefe da Casa Civil, Rogério Gallo, secretário de Estado de Fazenda, Guilherme Muller, secretário de Estado de Planejamento e Ruy Carlos Castrillon, secretário de Estado de Gestão.

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“O principal objetivo desse planejamento é criar as alternativas para enxugar a máquina e estabelecer as diretrizes e ações necessárias para o início do mandato a partir do dia primeiro de janeiro de 2019”, explicou Mendes.

Confira os nomes:

Mauro Mendes

Otaviano Pivetta

Gilberto Figueiredo

Pascoal Santullo Neto

Mauro Carvalho Junior

Francisco Serafim de Barros

Marcelo de Oliveira e Silva

Margareth Busetti

Rafael Bello Bastos

Mauren Lazaretti

Adriano Silva

Salete Morockoski

Por: MIKHAIL FAVALESSA/ RepórterMT

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Política

Secretário vê risco em reabrir escolas e afirma que neta estudante foi infectada

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Andhressa Barboza/ rdnews

O retorno das aulas presenciais em Mato Grosso não deve ocorrer em breve. Com risco alto de contaminação pela Covid-19, as escolas são locais críticos para espalhar o vírus e preocupa autoridades como o secretário chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho. Ele relata ter visto toda sua família ser infectada após sua neta de apenas 4 anos, que estava frequentando a escola, ficar doente e acabar contaminado parentes próximos.

Na minha família, até dias atrás, estavam todos contaminados e quem trouxe o vírus para casa foi minha neta de 4 anos que estuda em uma escola privada

Chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho

Ele contou o caso, que é recente, após ser questionado sobre um Projeto de Lei que tramita na Assembleia que prevê a inclusão das instituições de ensino públicas e privadas na lista de serviços essenciais.

“Eu tenho muita dúvida com relação a isso. Na minha família, até dias atrás, estavam todos contaminados e quem trouxe o vírus para casa foi minha neta de 4 anos que estuda em uma escola privada. Então, tenho muita dúvida com relação ao retorno das aulas”, alertou.

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Na última semana, o governador Mauro Mendes (DEM) sinalizou que não deve sancionar o projeto que já passou em primeira votação pela AL. Ele também alertou, sem citar o caso de Carvalho, que crianças podem ser infectadas e contaminar parentes.

“Você pega uma escola estadual como a presidente Médici, tem 2 ou 3 mil alunos uma escola dessa. Como vamos fazer? Temos que avaliar cientificamente e eu não gostaria de dar a minha opinião, até pelo que aconteceu com a minha família, mas é uma situação que vamos avaliar com muito carinho”, ponderou Mauro Carvalho.

Em relação ao PL, o secretário preferiu não ser direto em defender uma postura contrária. Mas quis deixar evidente o risco de abrir escolas em um momento crítico para a saúde pública que está em colapso há mais de um mês. Já são mais de 8,4 mil mortos pela doença no Estado e, diariamente, a fila de espera de pessoas graves que aguardam vaga em UTI passa de 100 pessoas.

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“Eu não conversei com o governador sobre essa situação (do PL), mas isso merece um estudo bem aprofundado para que a gente não cometa nenhum ato que vá prejudicar as pessoas. Os critérios precisam ser pensados com muito equilíbrio”, concluiu.

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