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Política

Mauro critica estudo da UFMT: ‘Mãe Dináh está acertando mais’

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O governador Mauro Mendes (DEM) questionou o embasamento técnico e científico da pesquisa da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) que aponta período de pico da pandemia no Estado e indica que Cuiabá será a primeira cidade a sair do estado crítico do contágio de coronavírus. Em coletiva,  Mendes disse que a vidente Mãe Dináh tem acertado mais.

“Olha, eu já vi tanta previsão sendo feita por aí, que eu acho que Mãe Dináh está acertando mais do que muitos que ousaram fazer essas previsões”, comentou.

O estudo da UFMT mostra que o pico de contágio na Baixada Cuiabana será na primeira quinzena de agosto e começará a reduzir lentamente em setembro, enquanto outras regiões atingirão pico em setembro e o Centro Norte de Mato Grosso só atingirá o pico da epidemia em março de 2021.

“Agora, qual a base científica para isso? De onde tirou esses dados? Não tem nenhum. Tem é que trabalhar, mostrar resultado”, disse Mendes.
“Ficar fazendo previsão nesse momento de quantos vão morrer, quando vai sair. Eu já vi a grande maioria dessas previsões furarem, então essa pode ser mais uma e a gente não sabe. Tomara; tomara que Cuiabá seja; tomara que Mato Grosso seja. Agora, qual a base científica para isso? De onde tirou esses dados? Não tem nenhum. Tem é que trabalhar, mostrar resultado, trabalhar com seriedade, porque é isso que vai ajudar nós superarmos esse momento”, destacou.

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As declarações do governador ocorreram durante a apresentação de como irá funcionar o centro de triagem para pacientes com suspeita de coronavírus, montado na Arena Pantanal.

A unidade vai atender cerca de 600 pessoas ao dia, por meio de distribuição de senhas. Irá disponibilizar consultas, exames e a entrega de medicamentos do chamado kit covid, inclusive com cloroquina.

 

 

 

Por: Marcia Matos/ reporterMT

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Política

Wellington Fagundes (PL-MT) afirma que as empresas brasileiras estão sobrecarregadas de tributos e de burocracia.

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A Comissão Mista Temporária da Reforma Tributária retomou suas atividades nesta sexta-feira (31) após mais de quatro meses de suspensão provocada pela pandemia de covid-19. O presidente da comissão, senador Roberto Rocha (PSDB-MA), reiniciou os trabalhos comunicando que o ministro da Economia, Paulo Guedes, será ouvido na quarta-feira (5), às 10h. As reuniões são feitas remotamente, por videoconferência entre deputados federais e senadores.

Para Roberto Rocha, a reforma tributária é uma ferramenta indispensável para que o país volte para o caminho do desenvolvimento econômico e da geração de emprego e renda, especialmente depois dos efeitos negativos causado pelo coronavírus. Na opinião dele, o sistema tributário brasileiro é “um verdadeiro pandemônio tributário”.

Após iniciar a reunião, Roberto Rocha passou a condução do debate para o vice-presidente do colegiado, o deputado federal Hildo Rocha (MDB-MA), que passou a palavra inicialmente para o relator da comissão mista, o deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP-PB).

O relator disse que a comissão terá de debater as PECs 110/2019 (do Senado) e 45/2019 (da Câmara), além da proposta do governo federal, cuja primeira parte  foi entregue há 10 dias ao Congresso Nacional. Para ele, os parlamentares têm o desafio de avançar “nesse debate complexo” pensando no cenário pós-pandemia. Aguinaldo Ribeiro disse acreditar que a reforma tributária vai ajudar o país a aumentar o PIB ano após ano. Em sua opinião, a reforma tributária tem que simplificar o sistema e torná-lo mais justo e transparente, o que dará segurança jurídica e confiabilidade ao Brasil.

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Ribeiro disse que o Congresso tem que buscar uma reforma ampla que traga mudanças estruturais, pois o Brasil tem uma concentração de renda extrema e enorme desigualdade social. Ele acrescentou que a reforma precisa proporcionar mais equilíbrio fiscal, alavancar a geração de emprego e renda e ajudar a combater as mazelas sociais do país.

— Não basta a simplificação tributária, tem que haver mudanças estruturais que reduzam custos e preços e proporcionem crescimento econômico — salientou o relator.

“Justiça tributária”

O senador Major Olimpio (PSL-SP), primeiro vice-relator da comissão, afirmou que esse colegiado terá um papel fundamental para a história do Brasil. Ele disse que a discussão sobre uma reforma tributária vem desde 1988 e afirmou que o Parlamento não deseja aumentar a carga tributária.A senadora Zenaide Maia (Pros-RN) disse concordar com a simplificação e a unificação tributária, mas afirmou que a “a justiça tributária é mais importante”. A senadora acrescentou que “os mais pobres do país são os que mais pagam tributos”. Em sua avaliação, a reforma tem que taxar a distribuição de lucros e dividendos e as grandes fortunas, além de reduzir a carga tributária do consumo e reformular a tabela do imposto de renda.

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Por sua vez, o senador Wellington Fagundes (PL-MT) afirmou que as empresas brasileiras estão sobrecarregadas de tributos e de burocracia. Ele defendeu uma reforma tributária que promova distribuição de renda e justiça tributária e simplifique o país. Ele afirmou que as micro e pequenas empresas são as maiores geradoras de emprego do país, mas sofrem com a alta carga tributária e a burocracia.

 

 

 

Fonte: Agência Senado

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