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Saúde

Matrículas na rede estadual começam na próxima segunda-feira (07.01)

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As matrículas para alunos novos ou transferências na rede estadual de ensino de Mato Grosso começam na próxima segunda-feira (07.01). As matrículas via internet serão efetuadas no portal da Matrícula Web – 2019, disponível no site da Secretaria de Estado de Educação, Esporte e Lazer (Seduc).

Conforme o cronograma da Seduc, na segunda (07.01) e na terça-feira (08) serão efetuadas as matrículas apenas para as duas creches estaduais que funcionam em Cuiabá.

Na quinta-feira (10) e na sexta-feira (11), o portal da Seduc estará aberto para a matrícula web para todas as escolas estaduais de Cuiabá. “Mesmo que os pais não consigam vaga em determinada escola, eles podem procurar por outra unidade, pois todos os alunos do ensino fundamental têm vaga garantida”, ressalta a técnica da Seduc Josinete Silva Ferraz.

Em Várzea Grande e demais cidades do interior, as matrículas deverão ser feitas na terça-feira (15) e quarta-feira (16).

Em Cuiabá e Várzea Grande não haverá matrículas presenciais para alunos novos ou transferências pelo sistema presencial em Cuiabá. Todas as matrículas serão realizadas pela internet.

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Presencial

Além da matrícula via internet, algumas escolas terão matrículas presenciais, que serão realizadas nas mesmas datas, conforme o cronograma.

Josinete explica que ao entrar no site da Seduc e acessar o banner da matrícula web aparecerá na tela a relação das escolas com matrículas pela internet. No caso das escolas que não aparecerem na lista, as matrículas serão presenciais, esclarece.

Cadastro

Para fazer a matrícula, os pais ou responsáveis deverão ter feito o cadastro, que é o primeiro passo para efetivação da matrícula, conforme cronograma. O período de cadastro começou no dia 4 de dezembro de 2018 e pode ser feito até 16 de janeiro. Os pais devem usar o login e a senha, que foram cadastrados anteriormente.

Uma vez confirmada a vaga na matricula web, os pais devem procurar, no dia seguinte, a escola para a confirmação.

Apoio

Para os pais de Cuiabá que não têm acesso à internet, a Seduc disponibilizará em sua sede, no Centro Político Administrativo, uma equipe de técnicos com computadores que auxiliarão no cadastro e na matrícula.

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Nas demais cidades com matrícula web, os pais ou responsáveis que não têm acesso à internet deverão procurar a assessoria pedagógica para fazer o cadastro e confirmar a matrícula.

Josinete lembra que não é possível fazer o cadastro pelo telefone celular, somente por notebook ou computador de mesa. A Seduc disponibiliza o telefone 0800-65-1717 para dúvidas a respeito das matrículas.

Clique aqui para acessar o site da Seduc.

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Saúde

Servidores de hospital deflagram greve contra aumento de carga horária

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Os servidores do Hospital Universitário Júlio Muller (HUJM) deflagraram greve, em assembleia geral, na segunda-feira (18), por discordarem do aumento de carga horária imposto pela direção da unidade, que estabeleceu 40 horas semanais e revogou a jornada de trabalho flexibilizada de 30 horas semanais.

A categoria alega que a alteração afeta diretamente aos pacientes, já que com 40 horas semanais o trabalhador precisará parar para o intervalo do almoço ou descanso, o que vai comprometer os atendimentos.

“Se um paciente passa mal neste período, o que acontece? Como explicar para um familiar que alguém teve seu quadro agravado, ou mesmo faleceu porque o trabalhador estava em seu horário de almoço? Essa portaria é uma tragédia anunciada e os trabalhadores não vão carregar este crime nas costas”, destacou Fábio Ramirez, coordenador geral do Sindacato dos Trabalhadores Tecnicos-Admnistrativos em Educação da UFMT (Sintuf-MT).

A resolução que suspende temporariamente a jornada flexibilizada no HUJM, prevista desde o Decreto 1590/1995 foi assinada pela superintendente do Hospital, Elisabet Aparecida Furtado. A Portaria tem previsão de entrar em vigor no dia primeiro de abril de 2019. Trata-se de uma ação que atinge exclusivamente os trabalhadores estatutários, ligados à UFMT. A medida não interfere nos trabalhadores celetistas, ligados à Ebserh.

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Para a coordenadora administrativa do sindicato, Leia de Souza Oliveira, o HUJM convive com uma gestão cujo perfil empresarial, aprofunda distância entre os Hospitais Universitários e as universidades.

“A missão primeira do HUJM como unidade acadêmica, estratégica para a produção e construção do conhecimento e formação de profissionais comprometidos com a transformação da realidade desigual desse país está sendo desconsiderada. Quanto às promessas de solução dos problemas de falta de recursos e de pessoal, nada aconteceu. A estrutura cara da EBSERH, provocada pelo alto número de chefias, com altos valores das funções, pela superestrutura da matriz em Brasília, má gestão administrativa e financeira e desvios de recursos públicos, demonstra uma contradição na gestão”.

O Hospital se posicinou por meio de nota, leia na íntegra: 

O Colegiado Executivo do Hospital Universitário Júlio Müller decidiu suspender a jornada flexibilizada de 30 horas semanais porque as escalas de trabalho não fecham com os servidores de Regime Jurídico Único (RJU) trabalhando em regime flexibilizado de 30 horas semanais. Para manter a oferta dos serviços contratualizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o HUJM precisa que esses servidores voltem, temporariamente, a trabalhar por 40 horas em regime de plantões, de acordo com a Instrução Normativa (IN) 02, do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MPDG), de setembro de 2018, até que a força de trabalho do hospital universitário seja recomposta. Ou seja: até que o HUJM tenha servidores suficientes para poder fechar todas as escalas sem o pagamento de adicional de plantão hospitalar (APH).

O HUJM é o único hospital 100% público em funcionamento no Estado.  Todos os serviços médicos hospitalares e especialidades que o HUJM presta à população são disponibilizados ao SUS, onde o município de Cuiabá contratualiza os serviços e oferece à população.

A saúde pública de Cuiabá e de todo o Estado de Mato Grosso já está fragilizada com o fechamento da Santa Casa. Quem vai sofrer com a redução dos serviços hospitalares no HUJM será a população que mais precisa, menos assistida. São aquelas pessoas que dependem 100% do SUS.

Por: RepórterMT

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