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Mário Lúcio Vaz, ex-diretor da TV Globo, morre aos 86 anos

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 Ex-diretor da TV Globo, Mário Lúcio Vaz morreu neste domingo (21), aos 86 anos. O velório está marcado para as 8h desta segunda-feira (22), no Cemitério da Penitência. O enterro está previsto para às 16h.

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Mário Lúcio Vaz morre aos 86 anos arrow-options
Reprodução/Instagram/jbboninho

Mário Lúcio Vaz morre aos 86 anos

Entre os programas que Mário Lúcio Vaz dirigiu estão “Chico City” (1973), estrelado por Chico Anysio, ambientado numa cidade fictícia onde o humorista interpretava a maioria dos personagens; e “Praça da Alegria” (1977).

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Mário Lúcio nasceu em Belo Horizonte e entrou na TV Globo em 1970.

Em março de 2008, ele deixou suas funções executivas na Globo e passou a ocupar o cargo de diretor associado Artístico, prestando consultoria para a Direção Geral à área de Entretenimento, que reúne as áreas de criação, produção, recursos artísticos e controle de qualidade, então dirigida por Manoel Martins.

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“Mário se confunde com a história da televisão, entrou na Globo nos anos 70 e seguiu por mais de 40 anos”, escreveu o diretor Boninho , nas redes sociais. “Nosso homem de branco tinha um grande coração, conhecia dramaturgia como ninguém e era dono de um humor especial. Provavelmente nosso Chico Anysio, que foi dirigido por ele durante anos, já está recebendo o homem de braços abertos.”


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Monja Coen diz que o autoconhecimento pode ser antídoto para pandemia

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O programa Impressões, da TV Brasil, convidou a Monja Coen, fundadora da Comunidade Zen Budista Zendo Brasil, para falar sobre as aflições típicas dos tempos de pandemia e apontar caminhos para se buscar o equilíbrio neste momento.

Mestra dos ensinamentos de Buda e autora de diversos livros, ela recomenda a meditação, que começa pela respiração consciente. Coen admite: “Quando comecei a meditar era muito difícil. Colocava um reloginho à minha frente e cinco minutos pareciam uma eternidade. Era um horror”. Durante a entrevista, a monja ensina algumas técnicas que podem ajudar os iniciantes na prática, que garante trazer alívio para incômodos emocionais comuns neste período, como ansiedade, medo e raiva.

“Você perceber o que está acontecendo com você é a única maneira de você ter algum controle. E não é controlar as emoções. É percebê-las e deixar que passem. Quando a gente fala de budismo, a gente fala de autoconhecimento e autoconhecimento é libertação”, afirma a religiosa.

Este não é um momento para acerto de contas emocionais, nem para remoer os rancores, segundo a monja, mas de considerar tudo o que foi vivido como uma bagagem extra para encarar o presente com plenitude.

“O que passou serviu como uma experiência para o que estamos passando agora, e o que vai chegar, ainda não chegou. Estar presente no momento e ver com plenitude o agora é a única maneira de atravessarmos (esta fase). Só tem uma maneira: atravessar com presença pura. Nós dizemos, no budismo, que presença pura é sabedoria”, ensina Coen.

A missionária zen-budista declara respeito a outras religiões e reconhece que, qualquer que seja o caminho escolhido, exige determinação.

“A mente é incessante e luminosa. Ela não para. Tem inúmeros estímulos. Você pode perceber esses estímulos todos e escolher o que você quer estimular. Como você escolhe que programa você assiste, que livro você lê, como você escolhe seus amigos e como você conversa com essas pessoas e quais são os assuntos. Através das nossas escolhas, nós vamos encontrando estados mentais. E podemos encontrar estados mentais de tranquilidade que a gente chama de estado Buda, de sabedoria e compaixão, onde há tranquilidade, assertividade e ternura”, afirma.

A monja explica que o estado mental tem relação com a imunidade. Manter aceso o olhar curioso da criança, de ver o mundo de uma forma inédita e se apaixonar pelos pequenos detalhes, pode ser um hábito poderoso. “A imunidade depende do nosso estado de tranquilidade. Não só, mas muito. Quando o coração fica quentinho, quando é gostoso. A gente tem que encontrar alguma coisa na vida que sinta prazer em ver”, acrescenta.

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Quanto aos questionamentos com os quais muitas pessoas se deparam na atual situação, a monja é assertiva: “Pare de se lastimar e falar ‘queria poder abraçar’. Tem que ser bom agora. Onde você está é o melhor lugar do mundo, porque sua vida está aqui. Aprecie a sua vida. Aprecie as pessoas perto de você”.

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