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Agricultura

Mapa incentiva debate sobre plantas bioativas no Rio Grande do Sul

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Teve início na última terça-feira (17), na cidade de Santa Cruz do Sul (RS), a 13ª Reunião Técnica Estadual sobre Plantas Bioativas e o 1º Congresso Sul Brasileiro de Plantas Bioativas. O objetivo dos eventos é fortalecer a cadeia produtiva e a rede de entidades envolvidas, aproximando todas as etapas da produção e proporcionando a troca de experiências, qualificação técnica e fortalecimento de parcerias.

Os eventos são simultâneos e acontecem até esta quinta-feira (19), no Auditório Central da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc). A iniciativa conta com o apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo (SAF), e tem como tema central “Ciência, Saberes e Práticas Tradicionais em Plantas Bioativas”.

A programação tem como base três eixos temáticos: Homeopatia e Fitoterapia – Princípios e Potencialidades, Plantas Medicinais na Saúde Pública e Meio Ambiente, Biodiversidade e Sustentabilidade a partir das Plantas Bioativas.

“Eventos como este, que estamos realizando a partir de importantes parcerias, são essenciais para a universalização do conhecimento e o estabelecimento de redes, para que as plantas bioativas ocupem lugar de destaque em nossa economia”, destaca o pró-reitor de Extensão e Relações Comunitárias da Unisc, Angelo Hoff.

Por meio de oficinas, debates e relatos de experiências, a ação busca proporcionar o compartilhamento de saberes entre populares e pesquisadores na produção de plantas bioativas, incluindo a agricultura familiar nas cadeias e arranjos produtivos do setor. Outro aspecto abordado no evento, é a inclusão da fitoterapia como prática de saúde no Sistema Único de Saúde (SUS) no Estado do Rio Grande do Sul, amparada pela Política Nacional de Plantas Medicinais e Medicamentos Fitoterápicos.

O diretor do Departamento de Estruturação Produtiva da SAF, Avay Miranda, destacou os principais desafios na organização da cadeia produtiva das plantas bioativas no país. “O setor enfrenta gargalos a serem superados, tais como, a qualidade e a quantidade de plantas produzidas, a carência de conhecimentos específicos sobre cada cultura, a ausência de assistência técnica e extensão rural voltadas ao tema e acesso a mercados especializados”.

A 13ª Reunião Técnica Estadual sobre Plantas Bioativas e o 1º Congresso Sul Brasileiro de Plantas Bioativas são promovidos pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-RS/Ascar), pela Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul (Seapdr), pela Unisc e pelo Mapa.

Plantas bioativas

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De acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), plantas bioativas são consideradas aquelas que têm alguma ação sobre outros seres vivos e cujo efeito pode se manifestar tanto pela sua presença em um ambiente, quanto pelo uso direto de substâncias delas extraídas, desde que mediante uma intenção ou consciência humana deste efeito.

Mais informações à imprensa:
Coordenação-geral de Comunicação Social
[email protected]

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Agricultura

Portaria libera uso de agrotóxicos para combater nuvem de gafanhotos

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O Ministério da Agricultura autorizou, em caráter emergencial, o uso de determinados agrotóxicos para o controle da praga de gafanhotos que ameaça as colheitas no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Pela portaria publicada nesta terça-feira (30), o uso de inseticidas biológicos, à base de fungos e bactérias, e outros produtos podem ser usados no caso de surto comprovado da praga de gafanhotos. Entre os princípios ativos autorizados em caráter temporário, estão o acefato ou organofosforato, a cipermetrina, deltametrina, melationa, entre outros.

Os responsáveis pelo registro dos produtos ficam desobrigados de modificar a bula para o uso desses inseticidas. A portaria do Ministério da Agricultura ainda determina que o plano para o controle da praga deve ser estabelecido pelo Órgão de Defesa Agropecuária de cada estado a partir de procedimentos gerais determinados pela Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério.

 

Os órgãos estaduais devem apresentar ainda a instância federal do setor relatórios trimestrais com todas as ações realizadas durante o período emergencial, incluindo a quantidade de agrotóxico usado nas plantações.

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