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Polícia

Manual orienta o uso da nova identidade visual da Polícia Civil

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Assessoria | PJC-MT

Até dezembro de 2020, a Polícia Civil de Mato Grosso deve finalizar o processo de implantação da nova identidade visual unificada das policiais civis do Brasil. O manual com instruções de uso e aplicação do logotipo (Brasão) foi reformulado e está disponível no site da instituição. Veja aqui.

Todas as mudanças foram aprovadas pelo Conselho Superior de Polícia (CSP) e uma  minuta de decreto foi encaminhada à Casa Civil para regulamentação, por meio da aprovação do Governo, do uso oficial da identidade visual da instituição, que passará a ser exigida em janeiro de 2021, em todas as estruturas da Polícia Civil.  

O manual adaptado da Polícia Civil de Mato Grosso contempla alterações nas  viaturas, vestimentas (uniformes), fachada de delegacia, banner’s, totens, placas de mesa, cartórios e outras salas, papelaria (cartões, papel timbrado), distintivos e carteira funcional, entre outros.

O brasão na nova formatação já está sendo adotado em materiais de divulgação, redes sociais, e  banners.

O branco, o preto e o cinza, que são as cores da Polícia Civil de Mato Grosso, passam a ser usados na uniformização de todas as polícias civis dos 26 estados da federação, mais o Distrito Federal, buscando firmar uma identidade nacional.

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A padronização unificada das policiais civis visa atender quesitos de modernidade e uniformidade estabelecidos na Resolução 01/2017, aprovada em 8 de novembro de 2017, durante reunião do Conselho Nacional dos Chefes de Polícia Civil, em Santarém no Pará, que instituiu a identidade visual das polícias civis dos estados e do Distrito Federal.

 Veja mais:

Polícia Civil de Mato Grosso adota nova identidade visual nacional

 

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Gefron intensifica barreira para impedir entrada de estrangeiros em Mato Grosso

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O Grupo Especial de Segurança na Fronteira (Gefron-MT) vai reforçar a atuação policial em toda faixa que liga o Brasil com a Bolívia. A medida visa restringir, de forma excepcional, a entrada de estrangeiros em Mato Grosso e evitar a propagação do coronavírus (Covid-19).

Com o empenho da tropa do grupamento e da Polícia Militar (PM-MT), a vigilância será contínua nos postos de fiscalização e por meio de barreiras volantes. A intensificação das ações atende à Portaria 125, de 19 de março deste ano, do Governo Federal.

A medida restritiva é de caráter excepcional e temporária no prazo de 15 dias, podendo ser prorrogado.

No período estão proibidos a entrada de cidadãos da Bolívia, Argentina, Colômbia, República Francesa, Paraguai, Peru, Suriname e Guiana. O trabalho será desenvolvido dentro “Operação Hórus”, do Programa Vigia, do Ministério da Justiça e Segurança Pública

“Vamos aumentar nosso efetivo de policiais atuando na fronteira para cumprir a determinação do Governo Federal. Já desempenhamos um trabalho periódico de enfrentamento aos crimes transfronteiriços e agora vamos intensificar ainda mais”, afirma o comandante do Gefron, tenente-coronel PM, Fábio Ricas.

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A base operacional do grupamento fica no município Porto Esperidião. Outros pontos de fiscalização estão distribuídos na região do Matão (no município de Pontes e Lacerda), Vila Cardoso, Avião Caído (em Cáceres), Canil Integrado (Cáceres).

A portaria traz algumas exceções. Fica autorizada a entrada de brasileiro, nato ou naturalizado, imigrante com prévia autorização de residência definitiva em território brasileiro, profissional estrangeiro em missão a serviço de organismo internacional, desde que devidamente identificado, funcionário estrangeiro acreditado junto ao Governo brasileiro.

A restrição de que trata esta portaria não impede o livre tráfego do transporte rodoviário de cargas, na forma da legislação vigente, a execução de ações humanitárias transfronteiriças previamente autorizada pelas autoridades sanitárias locais, o tráfego de residentes de cidades gêmeas com linha de fronteira exclusivamente terrestre.

O descumprimento das medidas disciplinadas nesta portaria implicará em responsabilização civil, administrativa e penal do agente infrator, a deportação imediata e a inabilitação de pedido de refúgio.

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