conecte-se conosco


Saúde

Manual de medicamentos feito em 2014 é atualizado em forma de cartilha.

Publicado

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), por meio da Comissão Permanente de Farmácia e Terapêutica, atualizou o Manual de Medicamentos criado em 2014, com enfoque no seu acesso e uso.

Os dois primeiros manuais foram desenvolvidos pela Comissão de Farmácia Terapêutica (CFT) em 2014 para púbicos distintos. Devido ao dinamismo inerente ao setor “Assistência Farmacêutica”, a secretaria-adjunta de Unidades Especializadas solicitou revisão do conteúdo dos manuais editados em 2014. Assim, surgiu a segunda edição do Manual de Medicamentos: Acesso e Uso.

A cartilha têm como objetivo contribuir com o uso racional de medicamentos, bem como colaborar com a divulgação de informações sobre o acesso a medicamentos, fortalecendo, assim, a política de Assistência Farmacêutica no Estado.

A segunda versão do manual de medicamento foi elaborada para atingir os mais diversos públicos: profissionais da saúde; Poder Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública, Procuradoria Geral do Estado, Gestores de Saúde e usuários do sistema de saúde. Para conseguir atingir os diversos públicos citados, o material foi estruturado no formato de perguntas e respostas e conta com uma resposta rápida redigida de forma simples, um resumo no final de cada conteúdo e um texto mais elaborado e detalhado para o público que assim desejar.

Leia mais:  Municípios terão R$ 51 mi para comprar equipamentos de saúde bucal

As cartilhas explicam o que são medicamentos, quais os riscos e benefícios que esta tecnologia pode oferecer, bem como informa a responsabilidade de seu provimento por cada ente federado e explica como se dá a incorporação dessa tecnologia no Sistema Único de Saúde (SUS). São abordados ainda outros temas relacionados a medicamentos e por isso é importante que o público em geral acesse e conheça o material.

O Manual de Medicamentos pode ser acessado no site da SES (www.saude.mt.gov.br/cpft), ícone MEDICAMENTOS – CPFT-MT (Comissão Permanente de Farmácia e Terapêutica), no item Manuais e Protocolos.

Comentários Facebook
publicidade

Saúde

Servidores de hospital deflagram greve contra aumento de carga horária

Publicado

por

Os servidores do Hospital Universitário Júlio Muller (HUJM) deflagraram greve, em assembleia geral, por discordarem do aumento de carga horária imposto pela direção da unidade, que estabeleceu 40 horas semanais e revogou a jornada de trabalho flexibilizada de 30 horas semanais.

A categoria alega que a alteração afeta diretamente aos pacientes, já que com 40 horas semanais o trabalhador precisará parar para o intervalo do almoço ou descanso, o que vai comprometer os atendimentos.

“Se um paciente passa mal neste período, o que acontece? Como explicar para um familiar que alguém teve seu quadro agravado, ou mesmo faleceu porque o trabalhador estava em seu horário de almoço? Essa portaria é uma tragédia anunciada e os trabalhadores não vão carregar este crime nas costas”, destacou Fábio Ramirez, coordenador geral do Sindicato dos Trabalhadores Tecnicos-Administrativos em Educação da UFMT (Sintuf-MT).

A resolução que suspende temporariamente a jornada flexibilizada no HUJM, prevista desde o Decreto 1590/1995 foi assinada pela superintendente do Hospital, Elisabet Aparecida Furtado. A Portaria tem previsão de entrar em vigor no dia primeiro de abril de 2019. Trata-se de uma ação que atinge exclusivamente os trabalhadores estatutários, ligados à UFMT. A medida não interfere nos trabalhadores celetistas, ligados à Ebserh.

Leia mais:  Resultados alcançados mostram que foi correta a decisão de não decretar a intervenção no Hospital Regional.

Para a coordenadora administrativa do sindicato, Leia de Souza Oliveira, o HUJM convive com uma gestão cujo perfil empresarial, aprofunda distância entre os Hospitais Universitários e as universidades.

“A missão primeira do HUJM como unidade acadêmica, estratégica para a produção e construção do conhecimento e formação de profissionais comprometidos com a transformação da realidade desigual desse país está sendo desconsiderada. Quanto às promessas de solução dos problemas de falta de recursos e de pessoal, nada aconteceu. A estrutura cara da EBSERH, provocada pelo alto número de chefias, com altos valores das funções, pela superestrutura da matriz em Brasília, má gestão administrativa e financeira e desvios de recursos públicos, demonstra uma contradição na gestão”.

O Hospital se posicinou por meio de nota, leia na íntegra: 

O Colegiado Executivo do Hospital Universitário Júlio Müller decidiu suspender a jornada flexibilizada de 30 horas semanais porque as escalas de trabalho não fecham com os servidores de Regime Jurídico Único (RJU) trabalhando em regime flexibilizado de 30 horas semanais. Para manter a oferta dos serviços contratualizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o HUJM precisa que esses servidores voltem, temporariamente, a trabalhar por 40 horas em regime de plantões, de acordo com a Instrução Normativa (IN) 02, do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MPDG), de setembro de 2018, até que a força de trabalho do hospital universitário seja recomposta. Ou seja: até que o HUJM tenha servidores suficientes para poder fechar todas as escalas sem o pagamento de adicional de plantão hospitalar (APH).

O HUJM é o único hospital 100% público em funcionamento no Estado.  Todos os serviços médicos hospitalares e especialidades que o HUJM presta à população são disponibilizados ao SUS, onde o município de Cuiabá contratualiza os serviços e oferece à população.

A saúde pública de Cuiabá e de todo o Estado de Mato Grosso já está fragilizada com o fechamento da Santa Casa. Quem vai sofrer com a redução dos serviços hospitalares no HUJM será a população que mais precisa, menos assistida. São aquelas pessoas que dependem 100% do SUS.

Por: RepórterMT

Leia mais:  Novo Pronto Socorro de Cuiabá terá o primeiro heliponto para deslocamento imediato de pacientes

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Entretenimento

Esportes

Mais Lidas da Semana