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Política

Maluf faz defesa contra o fim do MT Saúde durante sessão

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

O deputado estadual Guilherme Maluf (PSDB) fez uma ampla defesa durante a sessão matutina desta quarta-feira (31), em torno da permanência do MT Saúde. “Da forma como está o MT Saúde não tem futuro, mas sou terminantemente contra o fim de um plano de saúde dos servidores”, disse o parlamentar que presidia a sessão legislativa.

Conforme Maluf, se o MT Saúde não é viável economicamente da forma como se encontra hoje, há necessidade de se fazer uma reformulação. “É preciso que se façam ações, como exemplo, passar o MT Saúde para outra bandeira”.

Guilherme Maluf apresentou três pontos para a garantia do equilíbrio fiscal do MT Saúde: a questão dos restos a pagar, a necessidade de maior participação dos servidores no conselho de gestão do plano e que o MT Saúde seja ampliado para os servidores municipais, para as cidades do interior de Mato Grosso.  

“Não é justo que os prestadores de serviço do plano de saúde amarguem qualquer prejuízo com a passagem desse plano para uma bandeira. O MT Saúde precisa ter uma nova forma, mas a gestão do conselho tem de ser dos servidores públicos”, afirmou.

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Para Guilherme Maluf, o plano precisa ser estendido para os municípios de Mato Grosso. “O plano tem que ser estendido. Hoje são 30 mil usuários, número insuficiente para garantir o equilíbrio fiscal do MT Saúde. O dinheiro recolhido com os usuários do plano, atualmente, não é suficiente para bancar os custos”, disse.

As despesas do MT Saúde giram em torno de R$ 11 milhões e o valor pago por todos os servidores não passa de R$ 5 milhões. O MT Saúde existe desde 2004. Parte do plano é paga pelos servidores e tem a contrapartida do Governo do Estado.

 

 

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Cidades

Cabeleireiros se vestem de heróis para atender crianças na quarentena

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Não é todo dia que se vê o Superman e a Batgirl na rua, que dirá os dois juntos em cima de uma moto. Os super-heróis desfilam pelas ruas de São Paulo porque foram chamados para uma missão pra lá de especial: cortar o cabelo dos irmãos Vitor e Túlio Monteiro.

Antes da pandemia, eles iam com os pais até o salão, um espaço personalizado, voltado para o público infantil. O lugar está fechado desde o dia 18 de março, por causa da quarentena.

Para manter o quadro de funcionários, o empresário Vinicius Danielli resolveu oferecer o serviço nas casas dos interessados. Os cabeleireiros se vestem de super-heróis para atender os clientes mirins e levar cuidados e diversão.

“É um momento de descontração, de sair da rotina, faz bem para as crianças”, afirma o gerente comercial e pai dos meninos, Ubirajara Monteiro.

Estratégia salva negócio

E faz bem também para o salão do Vinicius, que viu a receita cair exponencialmente. Um dos segmentos que mais sofre com o fechamento do comércio é o salão de beleza. Na maior parte do país a atividade está com restrição de funcionamento decretada por governos estaduais e prefeituras.

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Atender em casa foi o jeito que o empresário encontrou de manter o negócio aberto. “Claro, com todos os cuidados, estamos dobrando a segurança e higiene”, diz Vinicius.

Por: Adriana de Luca, da CNN, em São Paulo

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