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Política

Maluf faz defesa contra o fim do MT Saúde durante sessão

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

O deputado estadual Guilherme Maluf (PSDB) fez uma ampla defesa durante a sessão matutina desta quarta-feira (31), em torno da permanência do MT Saúde. “Da forma como está o MT Saúde não tem futuro, mas sou terminantemente contra o fim de um plano de saúde dos servidores”, disse o parlamentar que presidia a sessão legislativa.

Conforme Maluf, se o MT Saúde não é viável economicamente da forma como se encontra hoje, há necessidade de se fazer uma reformulação. “É preciso que se façam ações, como exemplo, passar o MT Saúde para outra bandeira”.

Guilherme Maluf apresentou três pontos para a garantia do equilíbrio fiscal do MT Saúde: a questão dos restos a pagar, a necessidade de maior participação dos servidores no conselho de gestão do plano e que o MT Saúde seja ampliado para os servidores municipais, para as cidades do interior de Mato Grosso.  

“Não é justo que os prestadores de serviço do plano de saúde amarguem qualquer prejuízo com a passagem desse plano para uma bandeira. O MT Saúde precisa ter uma nova forma, mas a gestão do conselho tem de ser dos servidores públicos”, afirmou.

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Para Guilherme Maluf, o plano precisa ser estendido para os municípios de Mato Grosso. “O plano tem que ser estendido. Hoje são 30 mil usuários, número insuficiente para garantir o equilíbrio fiscal do MT Saúde. O dinheiro recolhido com os usuários do plano, atualmente, não é suficiente para bancar os custos”, disse.

As despesas do MT Saúde giram em torno de R$ 11 milhões e o valor pago por todos os servidores não passa de R$ 5 milhões. O MT Saúde existe desde 2004. Parte do plano é paga pelos servidores e tem a contrapartida do Governo do Estado.

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Política

Disputa no PSL não prejudicará votação da Previdência, diz Mourão

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O presidente em exercício, Hamilton Mourão, disse hoje (21) que a disputa interna no PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, não deve prejudicar a votação da proposta de reforma da Previdência. O texto da reforma deve ser votado amanhã (22) no plenário do Senado, em segundo turno. Para que seja aprovado e siga para promulgação, o projeto precisa alcançar o mínimo de 49 votos favoráveis.

De acordo com Mourão, os parlamentares da legenda no Senado estão blindados em relação à disputa na Câmara dos Deputados. “Acho que não [atrapalha]. A votação de maior interesse é amanhã, a da Previdência, e o Senado parece que não foi contaminado ainda pela disputa no PSL. Acho que amanhã nós vencemos isso e espero que, daqui para o final da semana, o PSL se reorganize e chegue a um acordo”, disse Mourão a jornalistas.

Na semana passada, disputas em torno do cargo de líder do partido na Câmara evidenciaram divergências envolvendo apoiadores do presidente da legenda, deputado Luciano Bivar (PE), e do presidente Jair Bolsonaro.

Nesta segunda-feira, em novo capítulo da disputa, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) conseguiu assumir a liderança da legenda na Câmara. A troca de comando no PSL ocorreu após Eduardo apresentar uma nova lista com assinaturas de deputados em seu apoio. A ala bolsonarista conseguiu reunir 28 assinaturas consideradas válidas para tirar do posto o antigo líder, o deputado Delegado Waldir (GO).

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Vazamento de óleo

Mourão voltou a falar sobre o vazamento de óleo que atinge praias do litoral do Nordeste desde o fim de agosto. O presidente em exercício detalhou um pouco mais o reforço dos militares do Exército escalados para ajudar na limpeza das praias.

No início da tarde, Mourão informou que um grupo militares, da 10ª Brigada de Infantaria Motorizada do Exército, em Recife, começou a trabalhar hoje na limpeza das praias. Segundo o presidente em exercício, o grupo é formado por cerca de 5 mil militares, não serão todos os militares que atuarão. O quantitativo dependerá das necessidades apontadas.

“Quem define é o comandante da brigada, de acordo com a tarefa que ele receber. Por exemplo: ‘eu vou ter que limpar 10 praias, então vamos colocar uma companhia de fuzileiros, que são 120 homens em cada uma das praias’”, disse Mourão. Para ele, o emprego de militares do Exército ajuda a dar visibilidade às ações do governo. “O que está acontecendo é tipo assim: a gente está fazendo o trabalho e não está tendo visibilidade, então vamos botar mais visibilidade nisso aí”, acrescentou.

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Sobre a origem do óleo, o presidente em exercício disse que as pesquisas indicam que o produto pode ter origem venezuelana, mas descartou a participação do país vizinho no vazamento. “Os dados dos especialistas, por enquanto, mostram que o óleo seria venezuelano, mas isso não quer dizer que tem a ver com a Venezuela. O óleo venezuelano é vendido para vários lugares do mundo. A grande coisa é que não é nosso”, afirmou Mourão.

Ele acrescentou que, em algum momento, o óleo vai parar de chegar às praias. “Ele vai se esgotar por si mesmo. A questão que a gente vem investigando, há algum tempo, é determinar quem é o responsável.”

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Política
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