conecte-se conosco


Política

Maluf defende diálogo entre governo e servidores públicos

Publicado

Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado estadual Guilherme Maluf (PSDB), defende que o governo do estado dialogue com os servidores públicos acerca do escalonamento de salários e pagamento do valor referente ao décimo terceiro.

“Eu entendo a dificuldade, o gargalo financeiro, até porque isso veio do governo anterior, não é uma situação que o governador está inventando. Porém, eu defendo que haja diálogo com os servidores, o que eu acho que faltou um pouco na gestão passada. Precisamos dialogar com os servidores, dar transparência ao que acontece com o governo e de que forma poderemos superar isso. Só com diálogo é que nós vamos superar essa crise”, declarou o parlamentar, em entrevista à Rádio Capital FM, nesta segunda-feira (07).

A falta de informações, segundo Guilherme Maluf, agrava ainda mais a difícil situação enfrentada pelos servidores que ainda não receberam o salário referente ao mês de dezembro de 2018, bem como o décimo terceiro.

“Uma coisa é você saber que vai receber o seu dinheiro em um determinado dia e que, caso tenha um novo Fethab, por exemplo, esses recursos vão entrar no fluxo. Outra coisa é não ter nenhuma previsão. Então eu defendo que haja esse diálogo”, acrescentou.

Leia mais:  Delegado Claudinei participa de assinatura do início das obras do anel viário de Rondonópolis

O deputado disse ainda que o governo também terá dificuldades para resolver a questão relativa ao repasse do duodécimo dos poderes, mas afirmou acreditar que tudo poderá ser resolvido. “Sei que esse início de ano não vai ser nada fácil, mas sou otimista. Acho que vamos superar essa crise e Mato Grosso será mais forte”, concluiu.

Comentários Facebook
publicidade

Política

Congresso pode votar proposta de Orçamento na próxima semana

Publicado

por

O Congresso Nacional pode votar, na próxima terça-feira (17), a proposta orçamentária para 2020. A sessão para a votação do Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 22/19 está marcada para as 14h30. Antes da análise por deputados e senadores no plenário, a Comissão Mista de Orçamento (CMO) vota o relatório final da proposta às 11h.

O parecer preliminar apresentado pelo relator-geral do Orçamento, deputado Domingos Neto (PSD-CE), modificou parâmetros que serviram para as projeções de receitas e despesas e também incorporou efeitos de propostas ao texto original do Orçamento enviado pelo governo.

Segundo relatório preliminar aprovado pela Comissão, o texto prevê o total de R$ 3,6 trilhões para as projeções de receita e de despesa. Desse total, R$ 3,5 trilhões são dos orçamentos fiscal e de seguridade social, dos quais R$ 917,1 bilhões referem-se ao refinanciamento da dívida pública.

O relatório diz que o salário mínimo, em janeiro de 2020, passará dos atuais R$ 998 para cerca de R$ 1.031. O valor está abaixo dos R$ 1.039 inicialmente previsto.

Leia mais:  Deputado se reúne com Ministra Damares e presidente da Funai

Em 2020, a meta fiscal para o resultado primário do governo central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) corresponderá a um déficit de R$ 124,1 bilhões.

Para 2020, a proposta orçamentária prevê ainda um crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,32%, pouco acima da expectativa do mercado (2,20%). A inflação prevista para o próximo ano, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), é de 3,53%.

Durante a votação, o colegiado rejeitou oito dos nove destaques apresentados ao texto. O único destaque aprovado elevou o fundo eleitoral de 2020 de R$ 2 bilhões para R$ 3,8 bilhões.

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Política
Comentários Facebook
Continue lendo

Deixe sua Opinião

Como você define o governo de Mauro Mendes, até agora ?

Polícia

Mato Grosso

Entretenimento

Esportes

Mais Lidas da Semana