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Mais de 100 mil motos são produzidas em janeiro, alta desde 2015

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Mercados de motos está se aquecendo cada vez mais. A tendência de alta é observada na Zona Franca de Manaus

A Associação Brasileira de Fabricantes de Motocicletas (Abraciclo) divulgou os números de produção das motos em janeiro. Eles revelam um aquecimento do mercado de motos. No primeiro mês do ano, representa um avanço de 19,5% em relação ao respectivo período de 2019, que teve 83.920 unidades produzidas, e de 45,2% sobre as 69.062 fabricadas em dezembro de 2019. Ao todo, Manaus viu 100.292 unidades saírem das fábricas instaladas em seu pólo industrial, que é o melhor desempenho desde 2015.

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Segundo o presidente da Abraciclo, Marcos Fermanian, esse resultado reforça a previsão do órgão de um crescimento da produção de motos em 6,1% para este ano. De acordo com as projeções, serão produzidas 1.175.000 motocicletas em 2020. “A procura por alternativas que garantam a maior eficiência na mobilidade urbana tem impulsionado o setor, já que muitas pessoas estão trocando o seu veículo pela motocicleta para se deslocar com maior flexibilidade nas médias e grandes cidades”, afirma o executivo sobre o mercado de motos .

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Alta, apesar das quedas nas exportações

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Honda CG foi a moto mais vendida de janeiro, com 24.915 unidades emplacadas

Os repasses das fábricas para as concessionárias totalizaram 90.874 unidades, alta de 11,3% em relação a janeiro de 2019 (81.681 unidades) e de 26,8% sobre dezembro de 2019 (71.672 unidades). A categoria que registrou maior crescimento em foi a Scooter, com 7.792 vendas de atacado em janeiro, uma alta de 80,4% em relação às 4.319 unidades do mesmo mês de 2019 e de 1,08% com relação a dezembro (7.709 unidades).

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Fermanian, presidente da Abraciclo , lembra que a categoria segue em expansão contínua nos últimos meses. “Esses modelos se tornaram uma opção para quem compra a primeira motocicleta e também para aquelas pessoas que desejam uma alternativa mais rápida, eficiente e econômica de locomoção”. Já o segmento das Off-Roads alcançou o volume de 977 motocicletas vendidas no atacado, significando um crescimento 18,1% na comparação com o mesmo mês do ano passado (827 unidades) e recuo de 17,2% frente a dezembro de 2019 (1.180 unidades).

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Por outro lado, a categoria mais comercializada segue sendo a Street, com 52,9% de participação. Em janeiro, foram comercializadas 48.071 unidades, representando um aumento de 8,9% ante as 44.146 unidades registradas no mesmo mês de 2019, e alta de 43,9% na comparação com dezembro de 2019 (33.406 unidades). Somente as exportações de motocicletas andam em baixa.

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Em janeiro, foram exportadas 1.701 unidades, volume 62,8% inferior ante as 4.570 unidades registradas no mesmo mês do ano passado. Na comparação com dezembro de 2019 (3.054 unidades), a queda foi de 44,3%. De acordo com dados do portal de estatísticas de comércio exterior Comex Stat analisados pela Abraciclo, o principal destino foi a Argentina, com 1.890 unidades, o que correspondeu a 62,7% participação em relação ao total exportado pelo setor. A crise no país vizinho é o que mais explica o fraco desempenho para a exportação, que afetou o mercado de motos . Na sequência aparecem Estados Unidos (575 unidades e 19,1%) e México (192 unidades e 6,4%).

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General Motors confirma o fim da fabricante australiana Holden

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Parceira da General Motors desde a década de 30, Holden encerrará suas operações na Austrália, Nova Zelândia e Tailândia até o fim do ano

Em mais um passo no processo de reestruturação global, a General Motors anunciou que fechará a marca Holden na Austrália, Tailândia e Nova Zelândia, encerrando as operações nos países. A GM ainda terá o compromisso de abastecer os mercados com peças e serviços de manutenção até o fim da década.

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Estima-se que 600 funcionários perderão o emprego no encerramento da Holden na Oceania. Em Detroit (EUA), Mary Barra, chefe-executiva da GM Global, afirma que fechar a representante no continente é uma decisão difícil, porém correta. 

Mark Reuss, presidente da GM, complementa a declaração de Barra dizendo que a marca tinha planos de reerguer a Holden, mas continuar atuando em um mercado fragmentado como a Oceania teria custo alto.

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Scott Morrison, primeiro-ministro da Austrália, se diz inconformado com a situação. “Estou desapontado, mas não surpreso. Sei que muitos australianos estão irritados neste momento”, disse ele. “Os nossos contribuintes colocaram milhões de dólares nesta companhia multinacional e eles simplesmente encerraram as operações”.

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Aos poucos, a GM está abandonando mercados não-lucrativos para focar em regiões pontuais, como Estados Unidos, China, Coreia do Sul e Brasil. Em 2017, a fabricante vendeu as marcas Opel e Vauxhall para a Peugeot-Citroën.

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